Vista aérea da orla de João Pessoa com a praia de Tambaú, a faixa de prédios da cidade e barcos de passeio ancorados no mar esverdeado

UGC creators na Paraíba.

Encontre creators que conhecem o público em todo o estado da Paraíba e receba conteúdo autêntico para as suas redes, o seu e-commerce e os seus anúncios. Tudo pela Simmark, o app de UGC.

o ponto onde as Américas terminam, o maior São João do planeta e um interior que ninguém filma

Como funciona para marcas
Por que fazer UGC na Paraíba

Conteúdo local, feito por quem entende o público na Paraíba.

A Paraíba tem 3.974.687 habitantes em 223 municípios e 56.467 quilômetros quadrados, o estado onde o continente americano termina, na Ponta do Seixas, em João Pessoa. É a terra do Maior São João do Mundo, em Campina Grande, que em 2026 reuniu 3,45 milhões de pessoas, do Cariri mais seco do Brasil, que virou set de cinema a céu aberto, e de uma capital que a UNESCO reconhece como Cidade Criativa em artesanato desde 2017.

É um estado pequeno no mapa e muito maior do que parece na tela. Cabe atravessá-lo de carro em um dia, e nesse dia você sai da falésia vermelha do Cabo Branco, passa pelo canavial da Zona da Mata, sobe a Serra da Borborema até o frio de Areia, atravessa o Cariri de pedra e mandacaru e chega ao Sertão de Patos e Sousa, onde há pegada de dinossauro numa laje de rio seco. O que quase nunca aparece em campanha é justamente isso: a Paraíba costuma ser resumida à orla de Tambaú ou ao forró de junho, como se as outras onze horas de estrada não existissem. Aqui o tratamento é o tu, o calendário gira em torno do São João, o abacaxi é do quintal de casa e não do supermercado, e o paraibano reconhece de longe quem confundiu o estado com o vizinho. Chamar o forró pé de serra de sertanejo, tratar Campina Grande como subúrbio de João Pessoa, dizer que a renda renascença é de São Bento ou trocar carne de sol por carne seca são erros que o comentário corrige antes do fim do dia.

Creators em todo o estado da Paraíba falam a língua da sua audiência: usam as referências, os cenários e a forma de falar de quem está na região. Esse conteúdo autêntico converte mais do que a publicidade tradicional e cabe em qualquer canal da sua marca.

Na Simmark, a sua marca publica um briefing e escolhe creators na Paraíba pelo portfólio e pela região: a creator de João Pessoa que grava no calçadão de Cabo Branco antes das sete da manhã, o rapaz de Bayeux que pega o ônibus para o centro, a dona de loja do Parque Solon de Lucena, o guia de Cabedelo que sai com o barco no fim da tarde na Praia do Jacaré, a professora de Campina Grande que conhece cada canto do Parque do Povo, o condutor de Cabaceiras que leva equipe de filmagem ao Lajedo de Pai Mateus, a rendeira de Monteiro no Cariri, o comerciante de Patos, o guia de Sousa no Vale dos Dinossauros, o produtor de cachaça de Areia. Você aprova quem grava, aprova o vídeo antes de pagar e usa o material onde quiser, sem prazo.

Paraíba em cena

O cenário que os creators na Paraíba têm na mão.

Da paisagem ao detalhe do dia a dia: é esse repertório que aparece no conteúdo feito por quem vive na Paraíba.

  • Banhistas na areia e na beira d'água da praia de Tambaú, em João Pessoa, com guarda-sóis coloridos e os prédios da orla ao fundoPraia de Tambaú, João Pessoa

    Foto: Marcos Elias de Oliveira Júnior, Wikimedia Commons, CC0

  • Multidão no Parque do Povo durante o São João de Campina Grande, com a cidade cenográfica iluminada, a igreja amarela e a pirâmide de fogueira acesaParque do Povo, Campina Grande

    Foto: Kyller Costa Gorgônio, Wikimedia Commons, CC BY-SA 2.0

  • Blocos de granito arredondados sobre a laje do Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, na luz do fim de tardeLajedo de Pai Mateus, Cabaceiras

    Foto: Everton L.L, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Setores em alta na Paraíba

Turismo, gastronomia e moda puxam o UGC na Paraíba.

Cada mercado tem o seu jeito de vender na Paraíba. Veja os nichos mais fortes da região e como cada um usa UGC para converter.

Calendário na Paraíba

Do Réveillon na orla ao Maior São João do Mundo, o calendário do UGC na Paraíba.

Planeje as campanhas com antecedência: estes são os próximos momentos em que a região consome mais conteúdo de creator. Os eventos que já passaram saem da lista e ficam no calendário completo.

  • Creator fotografando um prato de comida com o celular para publicar nas redes.De sexta, 9, a segunda, 12 de outubro de 2026, dentro das comemorações dos 162 anos da cidade

    PP Food Festival, edição dos 162 anos de Campina Grande

    Quatro dias de comida de rua com público de feriado prolongado e trinta operações de food truck em um só lugar, cenário direto para marca de alimento, bebida e delivery gravar prova de produto e bastidor de cozinha.

  • Creator automotivo gravando conteúdo sobre um carro usando o smartphone.De sábado, 24, a segunda, 26 de outubro de 2026

    3º Cabedelo Moto Fest

    Encontro de motociclistas reúne um público que filma tudo em grupo e consome acessório, capacete, óleo e peça, nicho automotivo com pouca oferta de creator no estado.

  • Creator gravando um review de fone de ouvido em estúdio com tripé e microfone.De quarta, 28, a sexta, 30 de outubro de 2026, das 9h às 18h, inscrição gratuita

    EXPOTEC, 12ª Feira e Congresso de Tecnologia

    Feira gratuita de tecnologia com três dias de estande, palestra e demonstração de produto, contexto perfeito para marca de eletrônico, software e serviço digital contratar creator de review e bastidor.

    Ideias e prazos para a campanha
  • Creator gravando um vídeo de treino em casa com o celular para uma marca fitness.Sábado, 7, e domingo, 8 de novembro de 2026, prova de estrada com largada às 5h30 do domingo

    6ª Gran Fondo João Pessoa

    A vila do evento funciona três dias com estande de marca e degustação, e o público ciclista gera conteúdo de equipamento, suplemento e recuperação com alta taxa de compartilhamento.

  • Creator gravando um vídeo de treino em casa com o celular para uma marca fitness.Sábado, 14, e domingo, 15 de novembro de 2026, com provas de 5 km, 10 km e 21 km

    Meia Maratona de João Pessoa

    Fim de semana inteiro de corrida na orla concentra público de tênis, roupa técnica, suplemento e hidratação, com feira de retirada de kit que rende conteúdo antes mesmo da prova.

  • Creator falando para a câmera em conteúdo educativo sobre um curso online.De quinta, 26, a sábado, 28 de novembro de 2026, programação gratuita

    FliParaíba, 3ª edição

    Festival literário gratuito no centro histórico junta público leitor, estudante e criador em polos ao ar livre, cenário forte para editora, curso, livraria e marca de papelaria.

Ver todos os eventos na Paraíba Mais 20 datas no calendário completo.
Guia de UGC na Paraíba

O que os números dizem sobre fazer UGC na Paraíba.

A Paraíba tem 3.974.687 habitantes em 223 municípios, um PIB de R$ 96,96 bilhões e uma geografia que nenhum outro estado brasileiro tem: é onde o continente americano termina, na Ponta do Seixas, e onde acontece a maior festa junina do planeta, em Campina Grande, que em 2026 reuniu 3,45 milhões de pessoas em 33 noites. Tem também o rendimento domiciliar per capita de R$ 1.543 em 2025, contra R$ 2.316 da média brasileira, e um interior que responde por mais da metade da economia. Os dois lados são o mesmo estado. O UGC na Paraíba resolve isso por um caminho simples: quem mora aqui sabe que o sol nasce primeiro no Cabo Branco, sabe que o São João é pé de serra e não sertanejo, sabe que a renda renascença é do Cariri e sabe que Campina Grande não é bairro de João Pessoa.

de habitantes na Paraíba, em 223 municípios, segundo o Censo 2022
3,97 mi
de PIB do estado em 2023, com João Pessoa e Campina Grande somando 42,6% do total
R$ 96,96 bi
de pessoas no Maior São João do Mundo, em Campina Grande, em 33 noites de 2026
3,45 mi
de todo o abacaxi colhido no Brasil em 2025 saiu da Paraíba, o maior volume do país
20,8%

UGC na Paraíba começa por João Pessoa, e João Pessoa são quatro cidades

O Censo 2022 contou 3.974.687 moradores na Paraíba, espalhados por 223 municípios e 56.467 quilômetros quadrados, com densidade de 70,39 habitantes por quilômetro quadrado. João Pessoa tem 833.932 moradores e é uma das capitais mais antigas do Brasil, fundada em 1585. Mas ela não funciona sozinha: colada nela estão Santa Rita, com 149.910 moradores, Bayeux, com 82.742, e Cabedelo, com 66.519. Somadas, as quatro cidades reúnem 1.133.103 pessoas, 28,5% do estado, e vivem como uma coisa só.

Quem escreve briefing precisa entender esse desenho. Bayeux e Santa Rita são cidades de trabalhador que atravessa a ponte todo dia, com comércio de rua denso e público que decide compra pelo preço. Cabedelo é porto, praia e passeio de barco, e é onde fica a Praia do Jacaré. Do lado do mar, Tambaú, Cabo Branco, Manaíra e Bessa concentram hotel, restaurante, clínica e academia, e o Altiplano cresceu com prédio novo. No miolo, o Parque Solon de Lucena, que todo mundo chama de Lagoa, é o ponto onde a cidade inteira passa.

Para a marca, isso quer dizer que um dia de gravação cobre cenários que parecem de estados diferentes: calçadão de praia com gente correndo, feira de bairro, centro histórico colonial, condomínio novo e porto, tudo dentro de quarenta minutos de carro. Na Simmark, você escolhe os creators pelo portfólio e pela região e pede os três cenários no mesmo briefing. Se a dúvida ainda é o formato, comece por o que é UGC.

Palmeiras imperiais na margem da lagoa do Parque Solon de Lucena, em João Pessoa, com gramado e ipê amarelo florido ao fundo
Parque Solon de Lucena, João Pessoa

Foto: Zelma Brito, Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0

A Ponta do Seixas é onde o continente americano termina

No fim da Praia do Cabo Branco, a 14 quilômetros do centro de João Pessoa, uma faixa estreita de areia embaixo de uma falésia marca o ponto mais oriental das Américas continentais. A coordenada é 34° 47' 30" de longitude oeste, e o reconhecimento oficial veio em 1971, num levantamento do Ministério da Marinha. Entre os pontos extremos do Brasil, é o único que é extremo do país e do continente ao mesmo tempo. Ilha oceânica à parte, o sol nasce ali antes de qualquer outro lugar das Américas.

Em cima da falésia está o Farol do Cabo Branco, inaugurado em 1972, com a torre de formato triangular e o mirante que abre a vista para toda a orla da capital. É de lá que sai a foto que resume a cidade, e é lá que quem mora vai assistir ao nascer do sol de ano novo, de aniversário e de fim de semana qualquer.

Para uma marca, isso é um argumento narrativo pronto, e raro. Poucos lugares do mundo permitem abrir um vídeo com uma frase verdadeira como "o dia começa aqui". Funciona para relógio, café, tênis de corrida, protetor solar, câmera, aplicativo de viagem e qualquer produto que fale de começo de dia ou de recomeço. Um creator de João Pessoa sabe a hora exata em que o sol aparece na linha do mar e sabe onde estacionar para chegar antes. Veja UGC de viagem e turismo.

Vista aérea da falésia do Cabo Branco em João Pessoa, com o Farol do Cabo Branco no alto, o mirante, a mata em volta e a praia ao lado do mar esverdeado
Falésia e Farol do Cabo Branco, João Pessoa

Foto: MTur Destinos, Wikimedia Commons, domínio público

Quer creators na Paraíba na sua primeira campanha, em outubro?

Tambaú, Cabo Branco e a Estação Cabo Branco: a orla é o estúdio

A orla de João Pessoa é uma avenida beira-mar quase contínua, com calçadão largo, ciclovia, quiosque e coqueiro, que vai do Bessa a Tambaú e de Tambaú ao Cabo Branco. É a academia a céu aberto da cidade: às cinco e meia da manhã e às cinco e meia da tarde o calçadão enche de gente correndo, caminhando, andando de bicicleta e levando cachorro. Não existe cenário mais barato e mais reconhecível para conteúdo de esporte, bebida, suplemento, tênis, roupa de treino e aplicativo de saúde.

No alto da falésia do Cabo Branco fica a Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes, projetada por Oscar Niemeyer e aberta em 2008, com a torre-mirante inclinada que virou símbolo moderno da cidade. Concreto branco, curva, céu azul e mar ao fundo: é o tipo de fundo que dá cara de produção cara a um vídeo gravado com celular.

A vantagem prática para quem contrata é a distância. Do Bessa à Ponta do Seixas são cerca de quinze quilômetros de orla, e um creator local roda três locações no mesmo turno sem diária de produção, sem van e sem equipe vinda de fora. Veja os formatos que funcionam em UGC de saúde e fitness.

Prédio de vidro da Estação Cabo Branco, projetada por Oscar Niemeyer, com a torre-mirante em rampa e visitantes caminhando pelo entorno
Estação Cabo Branco, João Pessoa

Foto: A. Júnior, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

O Centro Histórico e o artesanato que deu à capital um título da UNESCO

João Pessoa foi fundada em 1585 e guarda um dos conjuntos coloniais mais completos do Nordeste. O ponto alto é o Centro Cultural São Francisco, com a igreja, o convento e o adro em azulejo: a obra começou em 1589 e a fachada só ficou pronta em 1779, com a data gravada no frontispício. Perto dali, a Praça Antenor Navarro reúne o casario colorido restaurado que virou o cartão-postal do centro, com bar, ateliê e movimento à noite.

Em 2017, a UNESCO incluiu João Pessoa na Rede de Cidades Criativas na categoria de artesanato e artes populares, e ela é a cidade brasileira dessa categoria. Na justificativa, a UNESCO descreve a capital como principal centro regional de comércio de artesanato, com cerâmica, bordado e crochê, e cerca de cinco mil famílias de artesãos atuando principalmente no entorno rural. Isso não é adorno institucional: é a cadeia que abastece as lojas do Mercado de Artesanato Paraibano e as feiras da orla.

Para marca de casa, decoração, moda, presente e mesa, o recado é direto: existe fornecedor local, existe história de origem verificável e existe gente que sabe contar essa história na frente da câmera. E existe a regra básica de sempre, que vale aqui como em qualquer campanha com artesão: contratar, nomear a pessoa e a associação, combinar o uso da imagem antes de gravar e pagar como se paga qualquer creator. Veja UGC de casa e decoração.

Fachada barroca da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, no centro histórico de João Pessoa, com torre sineira, azulejos e arcadas de pedra
Igreja de São Francisco, João Pessoa

Foto: Tainã Nascimento de Medeiros, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Litoral Sul: Jacumã, Coqueirinho e Tambaba

Descendo a partir da capital, o município de Conde, com 27.605 moradores, concentra a sequência de praias que mais aparece nas redes do estado: Jacumã, Tabatinga, Carapibus, Coqueirinho e Tambaba. A paisagem muda de vez: falésia vermelha, mata verde descendo até a areia, piscina natural na maré baixa e pouca construção alta. Quem chega de fora costuma achar que está em outro estado.

Coqueirinho é a mais fotografada, com a falésia que fecha a enseada e a água esverdeada. Tambaba é a mais conhecida por outro motivo: é a primeira praia oficial de naturismo do Nordeste, com o naturismo autorizado desde o começo dos anos 1990. A praia é dividida por uma formação de rocha, com um lado naturista e outro onde a roupa é obrigatória. Vale saber disso antes de escrever o briefing, por um detalhe prático que muita produção descobre tarde: na área naturista é proibido fotografar ou filmar pessoas sem consentimento. Ou seja, ali não se grava. O lado vestido e as praias vizinhas resolvem qualquer campanha.

Mais ao sul, Alhandra, Caaporã e Pitimbu formam um polo de cimento e cerâmica que explica um número curioso: Alhandra tem 21.730 moradores e o quinto maior PIB do estado, R$ 3,15 bilhões em 2023, à frente de cidades muito maiores. Praia paradisíaca e distrito industrial dividem os mesmos trinta quilômetros de litoral, e uma campanha honesta sobre o Litoral Sul cabe nos dois.

Falésias avermelhadas e faixa de areia da Praia de Coqueirinho, no litoral sul da Paraíba, com mar azul-turquesa e coqueiros ao longe
Praia de Coqueirinho, Conde

Foto: Roberto Ravanini, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Praia do Jacaré: o pôr do sol com Bolero de Ravel

Em Cabedelo, na margem do rio Paraíba, existe um ritual diário que não tem paralelo no país. Todo fim de tarde, quando o sol começa a descer sobre a água, um saxofonista entra numa canoa e toca o Bolero de Ravel enquanto o sol se põe. A tradição começou em 2000 com Jurandy do Sax, que em novembro de 2024 comemorou 9 mil execuções da peça no mesmo lugar, e tem registro no Guinness como a pessoa que mais executou a obra.

O que se vê hoje é uma pequena indústria de conteúdo espontâneo: catamarã, bar flutuante, restaurante de beira de rio, gente na amurada e algumas centenas de celulares erguidos ao mesmo tempo, todo santo dia, com hora marcada pelo sol. É o evento mais previsível da Paraíba, e um dos mais bonitos.

Para a marca, previsibilidade é produção barata. Bebida, cerveja sem álcool, câmera, óculos, protetor, roupa leve, aplicativo de viagem, operadora e cartão entram ali sem forçar, porque o público já está com a câmera na mão e com vontade de mostrar onde está. Um creator de Cabedelo ou de João Pessoa sabe o horário do embarque, sabe onde o sol cai em cada mês do ano e sabe a diferença entre gravar do barco e gravar da margem. Veja formatos de UGC.

Pôr do sol sobre o rio Paraíba na Praia do Jacaré, em Cabedelo, com barcos-bar ancorados e o reflexo do sol na água
Praia do Jacaré, Cabedelo

Foto: Marcos Elias de Oliveira Júnior, Wikimedia Commons, CC0

Litoral Norte: Cabedelo, Lucena e a Baía da Traição

Do outro lado do estuário começa o Litoral Norte, menos construído e menos fotografado. Cabedelo, com 66.519 moradores, concentra o porto, a Fortaleza de Santa Catarina, do século XVI, e as praias urbanas de Intermares e Poço. Atravessando de balsa, chega-se a Lucena, com 12.560 moradores, de praia larga e ritmo de vila. Depois vêm Rio Tinto, Mataraca e a Baía da Traição, a cerca de noventa quilômetros da capital.

A Baía da Traição, com 9.224 moradores, é o centro do território Potiguara, o maior povo indígena do Nordeste. Segundo o Governo da Paraíba, são 32 aldeias em três terras indígenas, somando 33.757 hectares nos municípios de Baía da Traição, Rio Tinto e Marcação, com cerca de 20 mil pessoas. O Censo 2022 contou 25.478 indígenas na Paraíba.

É um território com turismo de base comunitária organizado, e é também o ponto onde uma campanha erra com mais facilidade. O que não se faz: gravar em aldeia sem autorização formal, publicar rosto sem acordo por escrito, usar indumentária como fantasia, falar em nome de quem mora lá e pagar em produto ou em visibilidade. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e a aldeia corretamente, combinar o uso da imagem antes de gravar e pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator. Na Simmark, isso fica escrito no briefing e você escolhe quem já grava assim.

Pátio interno da Fortaleza de Santa Catarina, em Cabedelo, com a arcada de colunas amarelas e o gramado sob o céu azul
Fortaleza de Santa Catarina, Cabedelo

Foto: Flaviohmg, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Campina Grande e o Maior São João do Mundo

Campina Grande tem 419.379 moradores e fica a cerca de 550 metros de altitude, no alto da Serra da Borborema, a cerca de duas horas da capital. Em junho, ela vira a cidade com mais gente filmando por metro quadrado do Brasil. A edição de 2026 do Maior São João do Mundo, a 43ª, reuniu 3.450.689 pessoas em 33 noites, com 786 atrações de trios, e terminou em 5 de julho. Foi o ano dos 40 anos do Parque do Povo, o espaço aberto em 1986 que funciona como quartel-general do forró.

O impacto é mensurável. Segundo levantamento do Instituto 6Sigma com dados da Secretaria de Estado da Fazenda, a festa movimentou R$ 803.164.032,38 em 2026, alta de 8,12% sobre 2025. Foram 81.154 turistas e 287.542 excursionistas, com ocupação hoteleira média de 85,07%. O turista deixou cerca de R$ 179 milhões e o excursionista, cerca de R$ 63,5 milhões.

Para a marca, junho na Paraíba é uma janela de produção que não existe em outro mês nem em outro estado. Moda junina, bebida, comida, maquiagem, calçado, telefonia, banco e aplicativo de transporte entram naturalmente. E vale dizer o que o paraibano nota na hora: o forró de Campina Grande é pé de serra, com sanfona, zabumba e triângulo, e tratar tudo como sertanejo universitário é o atalho mais rápido para perder a audiência local. Veja UGC de alimentos e bebidas.

Casais de quadrilha junina com os braços erguidos no Parque do Povo, em Campina Grande, sob a cobertura colorida de bandeirinhas e balões iluminados
Parque do Povo, Campina Grande

Foto: Palácio do Planalto, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Campina Grande fora de junho: universidade, tecnologia e comércio

Onze meses por ano, Campina Grande é outra cidade, e boa parte das marcas nem sabe. Ela responde por 13,31% do PIB paraibano, R$ 12,91 bilhões em 2023, atrás só da capital. É polo universitário, com a Universidade Federal de Campina Grande e a Universidade Estadual da Paraíba, e é polo de tecnologia desde 1984, quando foi criada a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, uma das primeiras do país. No Índice de Cidades Empreendedoras da Enap, edição de 2023, a cidade apareceu em terceiro lugar no Brasil e primeiro no Nordeste no pilar de inovação, atrás apenas de Florianópolis e Limeira.

No chão, isso se traduz em um público que quase nunca é retratado: estudante de engenharia e de computação, primeiro emprego em empresa de software, república, comércio de rua muito ativo no centro e na Rua Maciel Pinheiro, e a Feira Central, que é ao mesmo tempo mercado, praça de alimentação e ponto turístico. O Açude Velho com o Monumento Bíblico fecha o cartão-postal urbano.

Para uma campanha, Campina Grande resolve o que a capital não resolve: público jovem de interior, com renda média, alta escolaridade e hábito digital, que compra online e testa coisa nova. É o perfil ideal para eletrônico, curso, banco digital, celular, fone, cadeira, software e assinatura. Veja UGC de tecnologia e eletrônicos e UGC de educação e cursos.

Orla do Açude Velho em Campina Grande, com o prédio circular do Museu de Arte Popular da Paraíba refletido na água e coqueiros ao longo do calçadão
Açude Velho, Campina Grande

Foto: Cacio Murilo, MTur Destinos, domínio público

O Cariri paraibano: Cabaceiras, a Roliúde Nordestina e o Lajedo de Pai Mateus

A oeste da Borborema começa o Cariri paraibano, e a paisagem muda para pedra, mandacaru e um céu quase sempre limpo. Cabaceiras, com 5.335 moradores, é o município com o menor índice de chuva do Brasil, com média anual na casa dos 300 milímetros. A seca, que é problema para quem mora, virou vantagem para quem filma: a luz é constante, o céu quase nunca fecha e uma diária de produção rende o dobro.

Por isso a cidade tem um letreiro de Roliúde Nordestina no alto do morro, no estilo do de Hollywood. A vocação vem dos anos 1920 e explodiu com O Auto da Compadecida, em 2000. De lá para cá, mais de cinquenta produções entre filmes, séries, documentários, novelas e editoriais de moda foram gravadas ali. Existe estrutura local acostumada com equipe, autorização e locação, o que quase nenhuma cidade de cinco mil habitantes tem.

A poucos quilômetros está o Lajedo de Pai Mateus, um campo de blocos arredondados de granito depositados sobre uma laje lisa, que parece cenário de outro planeta ao entardecer. É o tipo de locação que uma marca de carro, bota, bebida, moda, relógio ou câmera pagaria caro para construir, e que ali é paisagem pública. Um creator do Cariri conhece a estrada de terra, o horário da luz boa e quem autoriza a entrada. Veja UGC automotivo.

Blocos de granito arredondados sobre a laje do Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, com bromélias no primeiro plano e o sol baixo no horizonte
Lajedo de Pai Mateus, Cabaceiras

Foto: Ruy Carvalho, Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0

O Sertão: Patos, Sousa e as pegadas de dinossauro

Seguindo pela BR-230, o Sertão paraibano tem duas cidades que concentram o comércio de toda a região. Patos, com 103.165 moradores, é o terceiro maior colégio eleitoral de consumo do estado, com PIB de R$ 2,56 bilhões em 2023, faculdade, atacado, concessionária e fábrica de calçado. Sousa, com 67.259 moradores, e Cajazeiras, com 63.239, fecham o alto sertão e atendem também gente que atravessa a divisa para comprar, inclusive quem já roda campanha no Ceará, do outro lado da Chapada do Araripe.

Em Sousa está uma das coisas mais improváveis do Brasil: o Monumento Natural Vale dos Dinossauros, unidade de conservação estadual de cerca de 40 hectares, na localidade de Passagem das Pedras, que guarda centenas de pegadas fossilizadas de dinossauros no leito de rocha da Bacia do Rio do Peixe, do início do Cretáceo. É o maior conjunto de pegadas daquela fase na América Latina, e dá para andar ao lado das marcas e ver o tamanho do bicho pelo tamanho do pé.

Para a marca, o Sertão é onde o público está mais longe de qualquer produção publicitária e mais perto do vídeo de gente real. É também onde o argumento de preço, durabilidade, garantia e assistência pesa mais. Na Simmark, dá para pedir creators de Patos, Sousa e Cajazeiras no mesmo briefing da capital, sem pagar deslocamento. Para calibrar o orçamento, vale olhar quanto pagar por UGC.

Trilha de pegadas fossilizadas de dinossauro marcada na laje de rocha avermelhada do Vale dos Dinossauros, em Sousa, com a vegetação verde do barranco ao fundo
Vale dos Dinossauros, Sousa

Foto: Rocmayer, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

O Brejo: Areia, Bananeiras, engenho e cachaça

Entre o litoral e o Cariri, a Serra da Borborema segura a umidade e cria uma faixa verde que quase ninguém associa à Paraíba: o Brejo. Areia, com 22.633 moradores, fica a 618 metros de altitude e tem o conjunto histórico e urbanístico tombado pelo IPHAN desde 2006, com cerca de 420 imóveis no perímetro protegido. Tem também o Teatro Minerva, inaugurado décadas antes do teatro da capital.

O que move Areia hoje é a rota dos engenhos. A cana do Brejo, plantada desde o século XIX, virou cachaça artesanal, e existe um circuito de engenhos visitáveis onde se acompanha a moagem, o alambique, o tonel de madeira e a degustação. Ao lado, Bananeiras, com 23.134 moradores, tem serra, cachoeira, café e pousada. As duas integram a rota Caminhos do Frio, que leva público de junho a agosto, semana a semana, cidade por cidade.

Para marca de bebida, café, moda de inverno, casa, turismo e gastronomia, o Brejo entrega uma coisa rara no Nordeste: frio de verdade, neblina, casarão e mesa posta. É o oposto do clichê de praia, e por isso o vídeo chama atenção. Quem já roda campanha em Pernambuco vai reconhecer a mesma lógica de serra e brejo que existe em Gravatá e Garanhuns, do outro lado da divisa.

Rua de paralelepípedo no centro histórico de Areia, com casario colonial azul, amarelo e vermelho, praça arborizada e pessoas caminhando
Centro histórico de Areia

Foto: Maurilialila, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

A economia paraibana: cana, abacaxi, calçado e cimento

O PIB da Paraíba foi de R$ 96,96 bilhões em 2023. João Pessoa responde por 29,33% e Campina Grande por 13,31%, o que deixa 57,4% da economia fora das duas maiores cidades. Depois delas vêm Cabedelo, com R$ 4,09 bilhões, puxada pelo porto, Santa Rita, com R$ 3,16 bilhões, e Alhandra, com R$ 3,15 bilhões e apenas 21.730 moradores.

No campo, dois números explicam a Zona da Mata e o Agreste. Em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE, a Paraíba colheu 7.355.143 toneladas de cana-de-açúcar, concentradas em Pedras de Fogo, Santa Rita, Rio Tinto, Mamanguape e Sapé, e 331.860 toneladas de abacaxi, o maior volume do Brasil, com 20,8% da colheita nacional, à frente do Pará. Pedras de Fogo sozinha respondeu por 88 mil toneladas de abacaxi.

Na indústria, o calçado é o destaque nacional: segundo a Abicalçados, a Paraíba foi o terceiro estado em exportações brasileiras de calçados em 2025, com 15,3% do total, atrás do Ceará e do Rio Grande do Sul. As fábricas estão em Campina Grande, Patos, Santa Rita, Bayeux, Guarabira, Catolé do Rocha e Sousa. Para uma marca de moda ou de calçado, isso significa fornecedor perto, linha de produção que pode virar bastidor de vídeo e creators que já conhecem o produto por dentro. Veja UGC de moda e acessórios.

Mas o retrato mais fiel do consumo paraibano está no pequeno negócio. Só no primeiro bimestre de 2026 foram abertas 14.147 micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais no estado, o equivalente a mais de 97% de todas as 14.497 empresas abertas no período, segundo a Agência Sebrae de Notícias, com construção e serviços na frente. Oito em cada dez desses registros são MEI. Quem anuncia para a Paraíba está falando, na maior parte do tempo, com uma dona de salão, um lojista de rua, um prestador de serviço e uma vendedora que também é cliente.

Trabalhadores rurais colhendo abacaxi em um plantio de terra escura em Santa Rita, na Paraíba
Plantio de abacaxi, Santa Rita

Forró pé de serra e literatura de cordel: o que a Paraíba levou ao IPHAN

Em 9 de dezembro de 2021, o IPHAN registrou as Matrizes Tradicionais do Forró como Patrimônio Cultural do Brasil, no Livro das Formas de Expressão. O pedido tinha sido feito dez anos antes, em 2011, pela Associação Cultural Balaio Nordeste, que é da Paraíba. Em novembro de 2025, a Assembleia Legislativa da Paraíba, em João Pessoa, sediou audiência pública sobre a candidatura do forró à lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade na UNESCO.

O forró pé de serra tem três instrumentos e uma regra: sanfona, zabumba e triângulo, e dança-se agarrado. Não é o mesmo que o forró eletrônico nem que o sertanejo, e no Parque do Povo a diferença é levada a sério. Quem escreve briefing de campanha junina precisa saber qual dos dois está contratando, porque a trilha errada entrega a marca em três segundos.

Do lado da palavra, a literatura de cordel foi registrada pelo IPHAN em 19 de setembro de 2018, também no Livro das Formas de Expressão, e a Paraíba é um dos estados de maior circulação, com xilogravura, folheto pendurado em barbante e poeta que improvisa na feira. Para marca, cordel é um formato de conteúdo pronto: métrica, rima, humor e final com moral, do jeito que o público da região já lê. Veja UGC de games e entretenimento.

Bandeirinhas juninas azuis e brancas cobrindo o Terreiro do Forró durante a montagem do São João de Patos, na Paraíba
Terreiro do Forró, Patos

Foto: UsuárioPar, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Artesanato paraibano: a renda renascença do Cariri e as redes de São Bento

Duas confusões comuns valem ser desfeitas, porque aparecem em campanha nacional o tempo todo. A renda renascença paraibana não é de São Bento: ela é do Cariri. Em 2013 o INPI registrou a Indicação de Procedência Cariri Paraibano para a renda renascença, com área delimitada nos municípios de Monteiro, Camalaú, São João do Tigre, São Sebastião do Umbuzeiro, Zabelê, Prata, Sumé e Congo. Segundo o Programa do Artesanato Paraibano, mais de três mil rendeiras ainda fazem o trabalho na região, unindo o fitilho chamado lacê com linha e agulha, em arabesco, flor e folha.

São Bento, com 32.235 moradores, no Sertão, é outra coisa: é a capital mundial das redes, o principal polo têxtil e exportador de redes de dormir do estado, segundo a FIEP-PB. São dois produtos, duas regiões e duas histórias, e trocar uma pela outra é o tipo de erro que a audiência local corrige em público.

Para a marca, os dois são ouro de conteúdo pelo mesmo motivo: processo manual, tempo longo, mão em close e uma pessoa que sabe explicar o que está fazendo. Vídeo de fabricação é um dos formatos que mais segura atenção, e aqui ele vem com origem certificada. A regra continua a mesma: contratar a artesã, nomear a associação, combinar o uso da imagem antes e pagar como se paga qualquer creator. Na Simmark, esse acordo fica registrado no briefing, e o post sobre direitos de uso em UGC explica por que o vídeo aprovado é seu para usar onde quiser, sem prazo.

Cestaria de palha, bolsas trançadas e peças de cerâmica de barro em uma barraca de artesanato da Feira Central de Campina Grande
Feira Central, Campina Grande

Foto: Cacio Murilo, MTur, Wikimedia Commons, domínio público

A mesa paraibana: carne de sol, macaxeira, tapioca e rapadura

Comida é o assunto que mais circula nas redes do estado, e aqui ela tem nome próprio. O prato-símbolo é a carne de sol com macaxeira, servida com nata e queijo coalho, e a primeira regra é não chamar de carne seca nem de charque: carne de sol é outro corte, outra salga e outro ponto. A macaxeira também não é aipim nem mandioca frita genérica, e quem é da casa percebe a troca na legenda.

Ao redor dela estão a tapioca, que na Paraíba se come de manhã e de noite, com recheio salgado ou doce, o queijo coalho na brasa da praia, a rapadura e o doce de leite do Brejo, o camarão e a peixada na orla, a buchada e o bode assado no Cariri e no Sertão, e a cachaça artesanal de Areia. E tem o abacaxi, que não é detalhe: a Paraíba colheu 331.860 toneladas em 2025, mais que qualquer outro estado do país.

O endereço óbvio de gravação é a Feira Central de Campina Grande, que reúne barraca de comida, artesanato, rede, tempero e queijo no mesmo quarteirão, e a orla de Tambaú no fim de tarde, com barraca e queijo na brasa. Para marca de alimento, bebida, eletroportátil, panela, tempero, delivery e maquininha, é cenário e público no mesmo lugar. Veja UGC de alimentos e bebidas.

Carne de sol desfiada servida sobre pedaços de macaxeira cozida em uma frigideira quente
Carne de sol com macaxeira

Criadores de conteúdo na Paraíba: sotaque, hábitos e ideias de vídeo

O jeito de falar do paraibano é reconhecível na primeira frase. O tratamento é o tu, com o verbo muitas vezes na terceira pessoa, o vocabulário tem "oxe", "visse", "arretado", "aperreado" e "macaxeira", e o ritmo da fala é mais rápido do que o ouvido do Sudeste espera. Dentro do estado a fala muda: o litoral tem um sotaque, Campina Grande tem outro, e no alto sertão, em Sousa e Cajazeiras, já encosta no Ceará. Um estado pequeno, vários sotaques.

É também um estado de rotina ao ar livre e de vida de bairro. O fim de tarde é o calçadão da orla ou o Açude Velho, o domingo é praia ou sítio, junho é arraial, a feira continua sendo onde se compra comida e o comércio de rua do centro concorre de igual para igual com o shopping. Os criadores de conteúdo na Paraíba usam isso a favor da marca, porque o público percebe na hora quem é de casa e quem chegou de avião na véspera para gravar a falésia.

Vale um dado para o casting: no Censo 2022, 63,5% dos paraibanos se declararam pretos ou pardos, 2.524.452 pessoas de um total de 3.974.687, e 25.478 se declararam indígenas. Some o sol forte o ano inteiro e a umidade do litoral e você tem um público para quem cabelo crespo e cacheado, proteção solar, maquiagem que segura no calor e pele negra sob luz dura são conversa de todo dia, não pauta de mês temático.

Algumas ideias que você pode colocar direto no briefing, cada uma com o gancho dos primeiros segundos:

  • Nascer do sol na Ponta do Seixas, antes de todo mundo nas Américas, para relógio, café, tênis, protetor ou câmera. Gancho: "Cinco e dez da manhã. O dia das Américas começa aqui."
  • Caminhada no calçadão de Cabo Branco às cinco e meia da tarde, para tênis, roupa de treino, garrafa, suplemento ou aplicativo de corrida. Gancho: "Olha quanta gente. Em João Pessoa isso é todo dia."
  • Volta pela Praça Antenor Navarro com o casario colorido de fundo, para moda, calçado, bolsa, óculos ou maquiagem. Gancho: "Esse centro tem mais de 400 anos e é o melhor fundo de vídeo da cidade."
  • Embarque no catamarã da Praia do Jacaré para o Bolero de Ravel, para bebida, câmera, óculos, chapéu ou app de viagem. Gancho: "Em quinze minutos esse sax começa a tocar. Fica comigo até o fim."
  • Dia de praia em Coqueirinho com a falésia vermelha ao fundo, para moda praia, protetor, cooler, caixa de som ou sandália. Gancho: "Vinte minutos ao sul de João Pessoa e você acha isso aqui."
  • Noite no Parque do Povo em junho, com quadrilha e trio pé de serra, para bebida, comida, moda, maquiagem ou telefonia. Gancho: "São 33 noites de São João. Hoje é a mais cheia delas."
  • Compra do mês na Feira Central de Campina Grande, comparando preço, para varejo, alimento, tempero, maquininha ou cartão. Gancho: "Olha quanto rende R$ 200 na Feira Central."
  • Subida ao Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, no fim da tarde, para carro, bota, bebida, relógio ou câmera de ação. Gancho: "Isso não é a Lua. É a duas horas de Campina Grande."
  • Foto na frente do letreiro da Roliúde Nordestina, em Cabaceiras, para moda, óculos, celular ou app de viagem. Gancho: "Mais de 50 filmes já foram gravados nesta cidade de 5 mil habitantes."
  • Visita ao Vale dos Dinossauros, em Sousa, andando ao lado das pegadas, para mochila, boné, protetor, câmera ou curso infantil. Gancho: "Essa pegada tem mais de 100 milhões de anos, e dá para pisar do lado."
  • Dia de engenho em Areia, da moagem ao tonel, para cachaça, copo, café, moda de inverno ou turismo. Gancho: "Faz 17 graus na Paraíba. Sim, na Paraíba."
  • Oficina de renda renascença no Cariri, com a mão em close, para moda, casa, presente ou marketplace de artesanato. Gancho: "Essa peça leva três semanas. Repare no ponto."
  • Rede sendo tecida em São Bento e armada na varanda, para casa, decoração, camping ou colchão. Gancho: "Capital mundial das redes. Olha de onde vem a sua."
  • Carne de sol com macaxeira e nata servida na mesa, para panela, tempero, delivery, eletroportátil ou cerveja. Gancho: "Não é carne seca. Vem ver a diferença."
Comerciante sentada mexendo no celular na sua banca da Feirinha de Artesanato de Tambaú, em João Pessoa
Feirinha de Artesanato de Tambaú, João Pessoa

Foto: Ajmcbarreto, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Marketing de influência na Paraíba ou UGC? Como montar a campanha

Os dois caminhos existem no estado, e a diferença está no uso do vídeo. No marketing de influência, você paga pelo alcance: o post sai no perfil de um dos influenciadores paraibanos, para o público dele, e vive o tempo que o combinado permitir. No UGC, você paga pelo vídeo e usa nos seus canais e nos seus anúncios quantas vezes quiser. A comparação completa está em UGC x influenciador.

Na Simmark, você publica o briefing, escolhe o nicho e as regiões e define quanto quer investir por vídeo. Creators da Paraíba se candidatam, e você aprova quem grava pelo portfólio, não pelo número de seguidores. O guia de como escrever um briefing de UGC ajuda a começar, e os exemplos de UGC que convertem mostram o que costuma funcionar.

O calendário paraibano ajuda a programar a produção: dezembro fecha com o Réveillon na orla; janeiro e fevereiro são alta temporada no litoral; fevereiro traz a Folia de Rua e o carnaval da capital; junho é o Maior São João do Mundo, que em 2026 reuniu 3,45 milhões de pessoas em Campina Grande; de junho a agosto os Caminhos do Frio levam público ao Brejo; agosto tem o aniversário de João Pessoa; e novembro traz a Black Friday. O calendário completo está em eventos.

A plataforma abre em outubro de 2026, com isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026 para quem entrar antes: .

Vista aérea da orla de João Pessoa no fim da tarde, com a curva da praia, barcos ancorados no mar esverdeado, a avenida da beira-mar e a faixa de prédios da cidade ao fundo
Orla de João Pessoa

Sua marca na primeira leva de campanhas na Paraíba.

A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro e tem isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.

Como funciona para marcas →
Fontes dos números
  1. IBGE, Censo 2022, população residente, área e densidade (SIDRA, tabela 4714)
  2. IBGE, PIB dos Municípios 2023 (SIDRA, tabela 5938)
  3. IBGE, Produção Agrícola Municipal 2025, cana-de-açúcar e abacaxi (SIDRA, tabela 1612)
  4. Prefeitura de Campina Grande, edição 2026 do Maior São João do Mundo reúne mais de 3,4 milhões de pessoas
  5. Prefeitura de Campina Grande, Maior São João do Mundo 2026 registra movimentação econômica superior a R$ 800 milhões, com dados do Instituto 6Sigma e da Sefaz-PB
  6. IBGE, rendimento domiciliar per capita 2025 para Brasil e unidades da federação (PNAD Contínua), divulgado pela Agência Brasil
  7. IBGE, Censo 2022, população residente por cor ou raça (SIDRA, tabela 9605)
  8. UNESCO, João Pessoa na Rede de Cidades Criativas, categoria de artesanato e artes populares, desde 2017
  9. Prefeitura de João Pessoa, Ponta do Seixas, o ponto mais oriental das Américas
  10. INPI, ficha técnica da Indicação Geográfica Cariri Paraibano, renda renascença
  11. Programa do Artesanato Paraibano, Governo da Paraíba, renda renascença
  12. FIEP-PB, São Bento, capital mundial das redes e principal exportadora de redes do estado
  13. IPHAN, Matrizes Tradicionais do Forró, registradas como Patrimônio Cultural do Brasil em 2021
  14. IPHAN, Literatura de Cordel, registrada como Patrimônio Cultural do Brasil em 2018
  15. Prefeitura de Cabaceiras, o município com o menor índice pluviométrico do Brasil e a Roliúde Nordestina
  16. A União, jornal oficial do Estado da Paraíba, Cabaceiras, um cenário natural a céu aberto
  17. Governo da Paraíba, preservação do Monumento Natural Vale dos Dinossauros, em Sousa
  18. IPHAN, conjunto histórico e urbanístico de Areia (PB), tombado em 2006
  19. Governo da Paraíba, Trilhas dos Potiguaras, território Potiguara
  20. Paraíba Criativa, Governo da Paraíba, Jurandy do Sax e o Bolero de Ravel na Praia do Jacaré
  21. Abicalçados, relatório Indústria de Calçados Brasil 2026, participação dos estados nas exportações de 2025
  22. CINEP, Companhia de Desenvolvimento da Paraíba, polo coureiro-calçadista
  23. Enap, Índice de Cidades Empreendedoras, pilar de inovação
  24. Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB), em Campina Grande
  25. Agência Sebrae de Notícias, mais de 14 mil pequenos negócios abertos na Paraíba no primeiro bimestre de 2026
Onde gravar na Paraíba

Esse pode ser o seu cenário.

Vista aérea da orla de Cabo Branco em João Pessoa, com o mar verde esmeralda, a faixa larga de areia com barracas coloridas e os prédios da avenida beira mar ao fundoEstação Cabo Branco, projetada por Oscar Niemeyer em João Pessoa, com a rampa curva de concreto branco e o céu alaranjado do fim de tarde atrásPraia de Coqueirinho, no litoral sul da Paraíba, com coqueiros no primeiro plano, as falésias vermelhas sobre a faixa de areia e o mar azul esverdeadoBlocos arredondados de granito do Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, apoiados sobre a laje de pedra ao amanhecer, com o céu alaranjado no horizontePôr do sol na Praia do Jacaré, em Cabedelo, com o sol descendo sobre o rio Paraíba e a silhueta de um barco de passeio na águaParedões de granito da Pedra da Boca, em Araruna, com a grande abertura em forma de boca na rocha e casas de telhado vermelho ao pé do morroVista aérea do Açude Velho, em Campina Grande, com o espelho d'água cercado por coqueiros e pelas avenidas e prédios da cidadeOrla de Cabo Branco, João Pessoa
Creators na Paraíba

Os creators certos na Paraíba.

Beleza, moda, fitness, alimentação, casa, tech e muito mais. Encontre creators na Paraíba que já falam a língua do seu público.

Creator de beleza fazendo uma live sobre maquiagem e mostrando produtos para o público.Beleza e Skincare
Nicho

Beleza e Skincare

Um conteúdo, todo lugar

Seu conteúdo, onde você quiser.

Cada vídeo e cada foto que você recebe é seu para usar onde quiser: redes sociais, e-commerce, marketplaces e anúncios. Você produz uma vez e aproveita em todos os canais.

Sem pagar de novo por cada formato.
Logo do Instagram, onde a marca publica o conteúdo UGC em Reels e Stories.Instagram
Logo do Mercado Livre, onde a marca usa vídeos e fotos UGC nos anúncios de produto.Mercado Livre
Logo do YouTube, onde os vídeos UGC viram conteúdo e anúncios.YouTube
Logo do Pinterest, onde fotos de produto UGC inspiram e vendem.Pinterest
Logo da Shopee, onde a marca aplica conteúdo UGC nas páginas de produto.Shopee
Logo do WhatsApp, onde a marca usa conteúdo UGC no catálogo e no status.WhatsApp
Logo do LinkedIn, onde a marca leva conteúdo autêntico para o público profissional.LinkedIn
Logo do Instagram, onde a marca publica o conteúdo UGC em Reels e Stories.Instagram
Logo do Mercado Livre, onde a marca usa vídeos e fotos UGC nos anúncios de produto.Mercado Livre
Logo do YouTube, onde os vídeos UGC viram conteúdo e anúncios.YouTube
Logo do Pinterest, onde fotos de produto UGC inspiram e vendem.Pinterest
Logo da Shopee, onde a marca aplica conteúdo UGC nas páginas de produto.Shopee
Logo do WhatsApp, onde a marca usa conteúdo UGC no catálogo e no status.WhatsApp
Logo do LinkedIn, onde a marca leva conteúdo autêntico para o público profissional.LinkedIn
Logo do TikTok, onde os vídeos UGC alcançam milhões de pessoas.TikTok
Logo da Amazon, onde a marca usa conteúdo UGC nas listagens de produto.Amazon
Logo do Facebook, onde a marca distribui o conteúdo dos creators.Facebook
Logo do Threads, mais um canal para o conteúdo autêntico da marca.Threads
Logo do X (Twitter), onde a marca compartilha conteúdo de creators.X
Logo do Snapchat, mais um destino para o conteúdo UGC da marca.Snapchat
Logo do TikTok, onde os vídeos UGC alcançam milhões de pessoas.TikTok
Logo da Amazon, onde a marca usa conteúdo UGC nas listagens de produto.Amazon
Logo do Facebook, onde a marca distribui o conteúdo dos creators.Facebook
Logo do Threads, mais um canal para o conteúdo autêntico da marca.Threads
Logo do X (Twitter), onde a marca compartilha conteúdo de creators.X
Logo do Snapchat, mais um destino para o conteúdo UGC da marca.Snapchat

Como encontrar creators na Paraíba pela Simmark.

A Simmark abre em outubro de 2026. Na lista de espera, você é avisado na abertura e já pode publicar a sua primeira campanha. Os creators na Paraíba se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um e pelo nicho que precisa.

  1. 1Entre na lista de espera
  2. 2Publique a campanha quando a plataforma abrir, em outubro
  3. 3Escolha entre os creators na Paraíba que se candidatarem
Ver como funciona
Notebook aberto no painel da marca na Simmark, com a lista de creators e o filtro por nicho e localizaçãoParaíba · PBCreators disponíveis

Perguntas sobre UGC na Paraíba.

Quais nichos mais contratam UGC na Paraíba?

Viagem e turismo, Alimentos e bebidas, Moda e acessórios e E-commerce e achadinhos são os que mais pedem conteúdo na Paraíba. Cada um tem uma página com o tipo de vídeo que funciona e exemplos: viagem e turismo, alimentos e bebidas, moda e acessórios e e-commerce e achadinhos.

Qual a melhor época para fazer campanha de UGC na Paraíba?

O pico de demanda na Paraíba vai do Réveillon na orla ao Maior São João do Mundo. É quando mais marcas querem conteúdo ao mesmo tempo, então vale publicar o briefing algumas semanas antes, para escolher os creators com calma e ter o material pronto na hora certa.

Preciso de um creator que more na Paraíba?

Depende do que o vídeo precisa mostrar. Para um produto que chega pelo correio, creators de qualquer lugar do país gravam bem. Para mostrar um lugar, um evento ou o jeito de falar de quem vive na Paraíba, quem mora ali entrega o que ninguém de fora consegue encenar. Na Simmark dá para buscar creators por cidade, além de nicho, para achar quem está perto.

Como encontrar criadores de conteúdo na Paraíba fora de João Pessoa?

Na Simmark, você publica a campanha e escolhe os creators pela região, então dá para pedir gente de Campina Grande, Santa Rita, Bayeux, Cabedelo, Patos, Sousa, Cajazeiras, Guarabira, Conde, Cabaceiras e Areia no mesmo briefing, junto com a capital. A escolha é pelo portfólio e pelas avaliações de outras marcas, não pelo número de seguidores. Isso importa num estado onde João Pessoa responde por 29,33% do PIB e Campina Grande por outros 13,31%, o que deixa mais da metade da economia fora das duas.

Vale fazer marketing de influência na Paraíba ou contratar UGC?

Depende do objetivo. Se você quer aparecer no perfil de alguém com público grande no estado, é marketing de influência. Se você quer vídeos para usar nos seus anúncios, no site e nas redes da marca, é UGC. Muitas marcas que estão entrando no Nordeste começam pelo UGC porque o mesmo vídeo serve para vários canais, fica com a marca sem prazo de uso e permite testar cenários muito diferentes dentro do mesmo orçamento, de falésia vermelha em Conde a quadrilha junina no Parque do Povo e lajedo de granito no Cariri.

Qual a melhor época do ano para gravar UGC na Paraíba?

Junho é o mês de maior audiência, por causa do Maior São João do Mundo, em Campina Grande, que em 2026 reuniu 3.450.689 pessoas em 33 noites e movimentou R$ 803,1 milhões. Para conteúdo de praia, a alta temporada vai de dezembro a fevereiro, quando a orla de João Pessoa, Cabedelo e Conde fica cheia. Para o Cariri e o Sertão, o segundo semestre é mais previsível, com sol garantido e estrada de terra firme. E o Brejo, em Areia e Bananeiras, é destino de inverno, com os Caminhos do Frio entre junho e agosto.

Influenciadores paraibanos funcionam para uma campanha nacional?

Funcionam, e por um motivo prático: a Paraíba junta num estado pequeno repertórios visuais que quase nenhum outro reúne. Falésia vermelha sobre o mar, o ponto mais oriental das Américas continentais, centro histórico colonial do século XVI, a maior festa junina do planeta, um Cariri de granito que já recebeu mais de cinquenta produções de cinema, serra verde com engenho de cachaça e pegada de dinossauro no leito de um rio. Na Simmark, os direitos de uso são vitalícios e valem em qualquer canal: redes sociais, anúncio pago, site, e-commerce e ponto de venda.

Posso gravar com o povo Potiguara, no Litoral Norte da Paraíba?

Só com consentimento, contexto e pagamento, e nunca como cenário. O território Potiguara reúne 32 aldeias em três terras indígenas, com 33.757 hectares nos municípios de Baía da Traição, Rio Tinto e Marcação, e cerca de 20 mil pessoas, segundo o Governo da Paraíba. O que não se faz: gravar em aldeia sem autorização formal, publicar rosto sem acordo por escrito, usar indumentária como fantasia ou pagar em produto. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e a aldeia, combinar o uso da imagem antes e pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator. O mesmo vale para a área naturista de Tambaba, no Litoral Sul, onde é proibido fotografar ou filmar pessoas sem consentimento.

Como encontrar creators na Paraíba antes do lançamento?

A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado na abertura e já pode publicar a primeira campanha: os creators na Paraíba se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um. .

Cidades na Paraíba

Cada página traz os cenários, o calendário e os nichos daquela cidade.

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