
UGC creators no Maranhão.
Encontre creators que conhecem o público em todo o estado do Maranhão e receba conteúdo autêntico para as suas redes, o seu e-commerce e os seus anúncios. Tudo pela Simmark, o app de UGC.
dois patrimônios da UNESCO, a menor renda do país e um estado que só aparece de drone
Conteúdo local, feito por quem entende o público no Maranhão.
O Maranhão tem 6.776.699 habitantes em 217 municípios e 329.651 quilômetros quadrados, a porta onde o Nordeste encosta na Amazônia e no Cerrado ao mesmo tempo. É o estado do Centro Histórico de São Luís, patrimônio mundial da UNESCO desde 1997, dos Lençóis Maranhenses, que entraram na mesma lista em 2024, do Bumba Meu Boi reconhecido pela UNESCO em 2019 e da menor renda domiciliar per capita do Brasil.
É um estado que quase nunca aparece como ele é. O que circula é a foto aérea de duna com lagoa, sem ninguém dentro, e o resto do Maranhão some: a cidade de um milhão de habitantes com casarão de azulejo português, o sul do Cerrado que colhe soja, a ferrovia que atravessa o estado carregada de minério, a Chapada das Mesas cheia de cachoeira, o delta de mangue em Tutóia, Alcântara com ruína colonial de um lado e base de lançamento do outro. O calendário aqui é chuva e estiagem: de janeiro a junho chove no litoral e enche as lagoas dos Lençóis, de julho a setembro o céu abre e é quando a duna fica cheia de água e de gente. Junho é o mês em que o estado inteiro para: o São João do Maranhão de 2026 teve 70 dias de programação, 25 arraiais só em São Luís e mais de 700 atrações. E o maranhense reconhece de longe a campanha que trata o estado como paisagem vazia, que confunde o bumba meu boi daqui com o boi-bumbá de Parintins, que chama juçara de açaí e que usa pobreza como estética.
Creators em todo o estado do Maranhão falam a língua da sua audiência: usam as referências, os cenários e a forma de falar de quem está na região. Esse conteúdo autêntico converte mais do que a publicidade tradicional e cabe em qualquer canal da sua marca.
Na Simmark, a sua marca publica um briefing e escolhe creators no Maranhão pelo portfólio e pela região: a creator de São Luís que grava na Rua Portugal e na Casa das Tulhas, o rapaz de São José de Ribamar que sai do turno e pega a Litorânea no fim da tarde, o guia de Barreirinhas que sobe a duna antes do sol nascer, a pousadeira de Atins, o condutor de Carolina que conhece cada poço da Chapada das Mesas, o agrônomo de Balsas que abre a porta da colheitadeira, a vendedora do centro de Imperatriz, o barqueiro de Tutóia no Delta do Parnaíba. Você aprova quem grava, aprova o vídeo antes de pagar e usa o material onde quiser, sem prazo.
O cenário que os creators no Maranhão têm na mão.
Da paisagem ao detalhe do dia a dia: é esse repertório que aparece no conteúdo feito por quem vive no Maranhão.
Casario do Centro Histórico, São LuísFoto: Maiara Boaz, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Lençóis Maranhenses, Barreirinhas
Chapada das Mesas, Carolina
Turismo, gastronomia e beleza puxam o UGC no Maranhão.
Cada mercado tem o seu jeito de vender no Maranhão. Veja os nichos mais fortes da região e como cada um usa UGC para converter.
Viagem e turismoO Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses entrou na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 26 de julho de 2024 e saltou de 141 mil visitantes em 2019 para 440 mil em 2024. Some a Chapada das Mesas em Carolina, o Delta do Parnaíba em Tutóia, Alcântara e o Centro Histórico de São Luís e o estado tem cinco roteiros muito diferentes.
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Alimentos e bebidas84,2% de todo o babaçu extraído no Brasil em 2024 saiu do Maranhão, e na mesa o arroz de cuxá, a torta de camarão, a peixada, a juçara e o doce de espécie de Alcântara têm origem africana, nome próprio e ritual para filmar.
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Beleza e skincare79% dos maranhenses se declararam pretos ou pardos no Censo 2022, a terceira maior proporção do país, e o calor úmido do litoral atravessa o ano inteiro: cabelo crespo e cacheado, trança, pele negra sob sol forte e maquiagem que precisa aguentar a umidade são conversa de todo dia.
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E-commerce e achadinhosO Maranhão tem a menor renda domiciliar per capita do Brasil, R$ 1.219 em 2025, e um comércio popular forte, do Mercado Central de São Luís ao centro de Imperatriz: aqui o vídeo que compara preço, mostra o produto chegando e explica se vale a pena é o formato que o público procura.
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Do Carnaval de São Luís aos Lençóis cheios, o calendário do UGC no Maranhão.
Planeje as campanhas com antecedência: estes são os próximos momentos em que a região consome mais conteúdo de creator. Os eventos que já passaram saem da lista e ficam no calendário completo.
sábado, 17 de outubro de 2026, a partir das 16hFestival BBQ Show São Luís
Público que já vai comer e filmar, ideal para marcas de carne, bebida, molho, churrasqueira e delivery testarem conteúdo de degustação com creators locais.
domingo e segunda, 18 e 19 de outubro de 2026Conecta Beauty
O estado tem 11.728 pequenos negócios de beleza ativos, sendo 6.190 em São Luís, o que concentra num só lugar profissionais que já produzem conteúdo de antes e depois.
de 20 a 22 de outubro de 2026Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Maranhão
Concentra público universitário e criadores de conteúdo de divulgação científica, um encaixe direto para marcas de eletrônicos, software e cursos técnicos.
de 4 a 6 de novembro de 2026Congresso Nacional de Cerimonial e Protocolo
Reúne quem organiza eventos no Brasil inteiro, um público-alvo óbvio para marcas de serviço, hotelaria e software de gestão que querem depoimento em vídeo.
30 dias de festejo, de 8 de novembro a 8 de dezembro de 2026, com missa campal e procissão no dia 8 de dezembroFestejo de Nossa Senhora da Conceição
Mês inteiro de romaria e procissão na rua, com pico em feriado municipal, o que garante movimento de comércio, alimentação e vestuário para conteúdo de bastidor.
terça e quarta, 17 e 18 de novembro de 2026Maranhão Fashion Week
É a vitrine da moda autoral maranhense num espaço novo com passarela climatizada e lounge de venda, ou seja, produto pronto para creator vestir e mostrar.
O que os números dizem sobre fazer UGC no Maranhão.
O Maranhão tem 6.776.699 habitantes em 217 municípios, um PIB de R$ 149,2 bilhões e dois títulos da UNESCO que quase nenhum estado brasileiro tem juntos: o Centro Histórico de São Luís, patrimônio mundial desde 1997, e o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, inscrito em 26 de julho de 2024. Tem também a menor renda domiciliar per capita do país, R$ 1.219 em 2025, contra R$ 2.316 da média brasileira. Os dois lados são o mesmo estado, e nenhuma campanha honesta consegue mostrar um sem o outro. O UGC no Maranhão resolve isso por um caminho simples: quem mora aqui sabe que a lagoa só enche depois da chuva, sabe a diferença entre juçara e açaí, sabe que Alcântara não é cenário e sabe que o boi de São Luís não é o boi de Parintins.
- de habitantes no Maranhão, em 217 municípios, segundo o Censo 2022
- 6,78 mi
- de PIB do estado em 2023, com São Luís respondendo por 28,4% do total
- R$ 149,2 bi
- visitantes nos Lençóis Maranhenses em 2024, contra 141 mil em 2019, alta de 191%
- 440 mil
- de todo o babaçu extraído no Brasil em 2024 saiu do Maranhão
- 84,2%
UGC no Maranhão começa pela Ilha, e a Ilha são quatro cidades
O Censo 2022 contou 6.776.699 moradores no Maranhão, espalhados por 217 municípios e 329.651 quilômetros quadrados, com densidade de 20,56 habitantes por quilômetro quadrado. São Luís tem 1.037.775 moradores, e é a única capital brasileira fundada por franceses, em 1612. Mas ela não está sozinha: a Ilha do Maranhão abriga também São José de Ribamar, com 244.579 moradores, Paço do Lumiar, com 145.643, e Raposa, com 30.839. Somadas, as quatro cidades reúnem 1.458.836 pessoas, 21,5% do estado, e funcionam como uma coisa só.
Quem escreve briefing precisa entender esse desenho. São José de Ribamar é cidade dormitório e santuário ao mesmo tempo, com a basílica que recebe romaria; Paço do Lumiar concentra conjunto habitacional e comércio de bairro; Raposa é vila de pescador com palafita e artesanato de renda de bilro, a vinte minutos do shopping. Do outro lado, o Renascença e a Ponta d'Areia têm prédio novo, restaurante e a Avenida Litorânea, que é onde a cidade inteira caminha no fim da tarde.
Para a marca, isso quer dizer que um dia de gravação dá conta de cenários que parecem de estados diferentes: casario colonial de azulejo, praia urbana com quiosque, feira de bairro, condomínio novo e vila de pescador, tudo dentro de quarenta minutos de carro. Na Simmark, você escolhe os creators pelo portfólio e pela região e pede os três cenários no mesmo briefing. Se a dúvida ainda é o formato, comece por o que é UGC.

O Centro Histórico de São Luís é patrimônio da UNESCO desde 1997
O IPHAN tombou o centro histórico de São Luís em 1974, e em 1997 a UNESCO o inscreveu na Lista do Patrimônio Mundial, como exemplo excepcional de cidade colonial portuguesa com traçado preservado e arquitetura adaptada ao clima equatorial. A área tem cerca de 220 hectares e reúne, no perímetro do tombamento federal, cerca de mil edificações, a maioria civil, do período colonial e imperial. Segundo o IPHAN, é o maior conjunto urbano de azulejos dos séculos XVIII e XIX da América Latina.
O azulejo não estava ali por enfeite. Ele foi usado como revestimento térmico e impermeável, contra o calor e contra a chuva que bate de lado no litoral maranhense, e por isso cobre fachada inteira, e não só detalhe. Veio de Coimbra, do Porto e de Lisboa, pago pelo dinheiro do algodão e do arroz que fizeram de São Luís um dos principais portos exportadores do Brasil nos séculos XVIII e XIX. Andar pela Rua Portugal, pela Praia Grande e pelo Desterro é andar por uma paleta de azul, amarelo e branco que não existe em nenhuma outra capital. E é assunto sensível na cidade: parte desse casario está degradada, com risco de desabamento, e a conversa sobre restauro é permanente. Vale saber disso antes de escrever um briefing que trata o centro só como cenário bonito.
Para quem produz conteúdo, é um presente raro: fundo com textura, cor e identidade imediata, de graça, a céu aberto e sem estúdio. Um vídeo gravado na Rua Portugal é reconhecido como São Luís em dois segundos, e nenhum banco de imagem entrega isso. Veja os formatos que funcionam em UGC de moda e acessórios.

Foto: Prburley, Wikimedia Commons, CC BY 4.0
Quer creators no Maranhão na sua primeira campanha, em outubro?
Os Lençóis Maranhenses viraram patrimônio mundial em 2024
Em 26 de julho de 2024, em reunião do Comitê do Patrimônio Mundial em Nova Délhi, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses entrou na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO como bem natural. O efeito no mercado foi imediato e é mensurável: o parque recebeu 141 mil visitantes em 2019 e 440 mil em 2024, uma alta de 191%. Só Santo Amaro do Maranhão passou de 61 mil visitantes em 2021 para 297 mil em 2024. Entre janeiro e julho de 2025 foram 381.131 visitantes, contra 277.091 no mesmo período de 2024, alta de 37,55%.
Isso muda o perfil de quem chega. O visitante dos Lençóis hoje é nacional e estrangeiro, viaja com câmera, compra bota, mochila, roupa com proteção solar, óculos, protetor, garrafa térmica, seguro viagem e pacote de vários dias, e decide o roteiro pelo vídeo de quem está lá. Barreirinhas é a porta principal, com a estrutura de pousada e de operadores; Santo Amaro entra pelo lado oeste, mais rústico; Atins, na foz do rio Preguiças, virou destino de kitesurfe e de pousada pequena, com energia e sinal que ainda oscilam.
Para a marca, o ponto é que a duna vazia já foi filmada por todo mundo. O que falta é o vídeo com gente dentro: quem sobe descalço, quem se joga na água doce, quem passa o dia no jipe, quem trabalha como condutor. Veja UGC de viagem e turismo. Quem já roda campanha no Ceará costuma descobrir que a Rota das Emoções não termina em Jericoacoara: ela atravessa o Delta do Parnaíba e desemboca aqui.

A janela das lagoas cheias e as regras que um creator local já conhece
A foto que todo mundo tem na cabeça, duna branca com lagoa azul, só existe alguns meses por ano. A chuva no litoral maranhense cai de janeiro a junho, a água se acumula entre as dunas porque o lençol freático é raso, e as lagoas atingem o volume máximo de julho a setembro. Fora dessa janela, boa parte delas está seca ou baixa. Escrever um briefing de campanha para outubro esperando lagoa cheia é o erro mais comum de quem nunca foi.
O outro ponto é a capacidade de carga, e ele é novo. Depois do salto de visitação, a administração do parque, ligada ao ICMBio, montou um projeto para definir o Número Balizador da Visitação, o teto de pessoas que a área suporta sem dano. A discussão é feita com as prefeituras de Barreirinhas, Santo Amaro e Primeira Cruz, com universidades federais e com o Sebrae, o risco ambiental em foco é a contaminação do lençol freático, e o controle já começou a aparecer nos editais de credenciamento de operadores. Até setembro de 2026 não havia um número único publicado como limite, mas o assunto está na mesa.
Na prática, isso significa que a produção precisa de gente local. Um creator de Barreirinhas ou de Santo Amaro trabalha com operador credenciado, sabe que não se sai da trilha, sabe que não se entra na lagoa com protetor recém-passado, sabe a hora em que o sol deixa a areia intransitável e sabe que drone tem regra. Na Simmark, você deixa isso escrito no briefing e escolhe quem já grava assim, em vez de descobrir a regra depois da campanha no ar.

Foto: Julio Cesar Gonçalves Corrêa, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Tutóia, o Delta do Parnaíba e a Rota das Emoções
A leste dos Lençóis, na divisa com o Piauí, fica o Delta do Parnaíba, um dos poucos deltas em mar aberto das Américas. O lado maranhense é Tutóia, com 53.356 moradores, e dali saem os barcos que entram nos igarapés de mangue, passam por ilha de duna e chegam aos bancos de areia.
Tutóia é uma das pontas da Rota das Emoções, o roteiro que liga Jericoacoara, no Ceará, ao Delta do Parnaíba, entre o Piauí e o Maranhão, e aos Lençóis Maranhenses. É um circuito vendido em pacote fechado, percorrido de jipe 4x4 e de barco, e isso cria um público específico: gente que viaja de quatro a dez dias, gasta com transporte, hospedagem, passeio e equipamento, e documenta cada trecho.
Para marca de câmera, roupa de secagem rápida, repelente, protetor, chinelo, caixa de som à prova d'água, cooler, seguro e aplicativo de viagem, o delta entrega o que a duna não entrega: água escura, mangue, barco, pescador, caranguejo e um pôr do sol que é o momento mais gravado do passeio. Um creator de Tutóia ou de Barreirinhas cobre os dois cenários na mesma semana, sem diária de produção vinda de fora.

Foto: Otávio Nogueira, Wikimedia Commons, CC BY 2.0
A Chapada das Mesas, em Carolina, é o Maranhão que ninguém espera
No centro-sul do estado, a mais de 800 quilômetros da capital e já dentro do Cerrado, está o Parque Nacional da Chapada das Mesas, criado em 2005, com 160.046 hectares nos municípios de Carolina, Riachão e Estreito. Carolina, com 24.062 moradores, é a cidade-base, na beira do rio Tocantins e colada na divisa com o Tocantins.
O nome vem do relevo: morros de topo plano, cortados em mesa, que sobem do Cerrado. Entre eles caem a Cachoeira de São Romão, as Cachoeiras do Prata, o Poço Azul de água transparente, o Morro do Chapéu e o complexo particular da Pedra Caída. É um repertório visual de cânion vermelho e água verde que não tem nada a ver com a imagem que o Brasil faz do Maranhão.
Um aviso prático que muda o planejamento: segundo o ICMBio, o parque não tem infraestrutura de apoio à visitação nem controle de entrada, e a recomendação é contratar condutor local. O acesso às principais quedas é de caminhonete 4x4 por estrada de terra. Levar produção de fora é caro e arriscado; contratar quem já roda aquela estrada toda semana resolve. Para pensar o formato antes de escrever o briefing, vale olhar formatos de UGC.

Alcântara: ruína colonial, base espacial e o maior percentual quilombola do país
Do outro lado da Baía de São Marcos, a pouco mais de uma hora de barco de São Luís, está Alcântara, com 18.467 moradores. A cidade tem conjunto arquitetônico e paisagístico tombado pelo IPHAN, o pelourinho na Praça da Matriz e as ruínas da Igreja de São Matias, que ficaram inacabadas e viraram o cartão-postal do lugar. Foi ali que a aristocracia do algodão construiu sobrados no século XIX e ali que a Festa do Divino Espírito Santo se consolidou, com as caixeiras.
Alcântara também abriga o Centro de Lançamento de Alcântara, criado em 1983. A escolha do lugar foi técnica: a 2,3 graus de latitude, quase em cima do Equador, o lançamento aproveita melhor a rotação da Terra e chega a economizar até 30% de combustível. O que raramente aparece junto é o outro lado dessa história: a implantação, decidida ainda na ditadura e executada a partir de 1982, deslocou compulsoriamente 312 famílias quilombolas de 32 comunidades que viviam na beira do mar, levadas para agrovilas no interior do município. A disputa sobre o território durou quatro décadas e só foi encaminhada em acordo com a União em 2024.
E Alcântara é, segundo o Censo 2022, o município brasileiro com a maior proporção de população quilombola: 15.608 dos seus 18.467 moradores, ou 84,52%. O segundo colocado do país, Berilo, em Minas Gerais, tem 58,37%. Isso não é curiosidade estatística, é o contexto de qualquer gravação feita lá. Ruína bonita, foguete e comunidade quilombola estão no mesmo mapa, e a marca que filma só a ruína está contando um terço da história.

Foto: Mauricioalexandre55, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Imperatriz e o centro-sul: a outra metade da economia maranhense
São Luís responde por 28,4% do PIB do estado, o que deixa quase três quartos da economia fora da capital. O segundo polo é Imperatriz, com 273.110 moradores e PIB de R$ 9,48 bilhões em 2023, na beira do rio Tocantins, na divisa com o Tocantins e a cerca de 630 quilômetros de São Luís por estrada. É o maior entroncamento comercial do interior maranhense, com comércio, serviços, construção, energia e agro, e atende também gente do Pará e do Tocantins que atravessa para comprar.
Logo depois vêm Timon, com 174.465 moradores, que é praticamente um bairro de Teresina do outro lado do rio Parnaíba, Caxias, com 156.973, Codó, com 114.275, Açailândia, com 106.550, Bacabal, com 103.711, e Balsas, com 101.767. São sete cidades de mais de cem mil habitantes fora da Ilha, com shopping, faculdade, concessionária, atacado e público que quase nunca vê alguém parecido com ele num anúncio.
Tem ainda o caso que resume o estado: Santo Antônio dos Lopes tem 14.304 moradores e o quarto maior PIB do Maranhão, R$ 5,18 bilhões, por causa do Complexo Termelétrico Parnaíba, o maior parque termelétrico a gás natural do país, com cerca de 1,9 gigawatt de capacidade instalada. Um município minúsculo com economia de cidade grande. Para uma marca, o recado é direto: campanha para o Maranhão que só grava na capital deixa a maior parte do dinheiro do estado de fora. Na Simmark, dá para pedir creators de Imperatriz, Caxias, Timon e Balsas no mesmo briefing da capital.

Balsas, Tasso Fragoso e a soja do MATOPIBA maranhense
O sul do Maranhão é a ponta noroeste do MATOPIBA, a fronteira agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Segundo a Produção Agrícola Municipal de 2025 do IBGE, o estado colheu 4.423.088 toneladas de soja e 2.712.134 toneladas de milho. Balsas é o maior produtor, com 649.654 toneladas de soja, seguida por Tasso Fragoso, com 607.827, Açailândia, com 292.209, e Alto Parnaíba, com 219.183.
O detalhe que revela o tamanho disso: Tasso Fragoso tem 8.862 moradores e o nono maior PIB do estado, R$ 2,62 bilhões. Balsas tem 101.767 moradores e o terceiro, R$ 7,53 bilhões, à frente de cidades com o triplo da população. É um Cerrado que foi aberto em quarenta anos, povoado em boa parte por famílias vindas do Sul e do Sudeste, com renda alta, frota nova, revenda de máquina, faculdade particular e comércio forte.
Para a marca, o agro maranhense não é paisagem, é consumidor: caminhonete, pneu, máquina, drone, insumo, crédito, seguro, eletrônico, viagem e educação para os filhos. E é um público que percebe na hora quando o vídeo foi feito por alguém que nunca entrou numa lavoura. Um creator de Balsas grava dentro da cabine, no armazém e na cozinha de casa com a linguagem certa. Veja UGC automotivo.

Foto: Otávio Nogueira, Wikimedia Commons, CC BY 2.0
Açailândia, a Estrada de Ferro Carajás e o Porto do Itaqui
Uma linha de trem atravessa o Maranhão de ponta a ponta e explica boa parte da geografia econômica do estado. A Estrada de Ferro Carajás liga Parauapebas e Marabá, no Pará, ao porto em São Luís. Segundo a Vale, o trem de passageiros percorre cerca de 861 quilômetros, atende 27 municípios entre os dois estados e tem três partidas semanais em cada sentido, com embarque maranhense em Açailândia, Santa Inês e São Luís. É um dos últimos trens de passageiros de longa distância do Brasil, e por si só já é pauta.
Na outra ponta, o Porto do Itaqui bateu recorde atrás de recorde. No primeiro semestre de 2025 movimentou 17,2 milhões de toneladas, 10% mais que no mesmo período de 2024 e o melhor primeiro semestre da sua história, puxado por soja, que cresceu 17%, fertilizantes, que cresceram 14%, e carvão, que cresceu 61%. Em agosto de 2025 o porto movimentou 3.859.290 toneladas em um único mês, recorde mensal.
E tem o lado que uma campanha precisa enxergar antes de gravar. Açailândia cresceu na beira da ferrovia com um distrito industrial de usinas de ferro-gusa. O povoado de Piquiá de Baixo, com cerca de 1.100 moradores, conviveu quase vinte anos com pó de minério e fuligem, e só em outubro de 2024 as 312 famílias assinaram contrato para serem reassentadas no bairro novo de Piquiá da Conquista. Chaminé não é cenário bonito no Maranhão, e comunidade impactada não é pano de fundo. Quem é da região sabe disso e evita o erro sozinho. Quem roda campanha no Pará vai reconhecer a mesma ferrovia do outro lado da divisa.

Foto: marcusrg, Wikimedia Commons, CC BY 2.0
Bumba meu boi do Maranhão: patrimônio da humanidade desde 2019
Em 11 de dezembro de 2019 o Comitê Intergovernamental da UNESCO inscreveu, por unanimidade, o Complexo Cultural do Bumba-meu-boi do Maranhão na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Antes disso, em 2011, o bem já tinha sido registrado como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN.
O ciclo tem quatro etapas, e cada uma é um tipo diferente de conteúdo: os ensaios, que começam meses antes; o batismo, na véspera de São João; as apresentações públicas, que tomam junho inteiro; e a morte do boi, que fecha o ciclo. Os grupos se organizam em sotaques, que são estilos com instrumentação, toada e indumentária próprias, como o de zabumba, o de matraca da Ilha, o de orquestra, o de baixada e o da Costa de Mão. Chamar tudo de bumba meu boi sem distinguir o sotaque é o equivalente a tratar o Nordeste como um estado só.
Para a marca, isso é repertório e não folclore de fundo. O couro bordado de canutilho e miçanga é artesanato de meses; a toada tem autor; o brincante tem nome. A regra prática é simples: contratar o grupo, creditar, pagar como se paga qualquer outro creator e não usar a roupa como fantasia de figurante. E não confundir com o boi-bumbá de Parintins, no Amazonas, que é outra festa, outro calendário e outro formato.

Foto: Mauricioalexandre55, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Tambor de crioula, Festa do Divino e o reggae de São Luís
O tambor de crioula foi registrado pelo IPHAN no Livro das Formas de Expressão em 20 de novembro de 2007, como Patrimônio Cultural do Brasil, e revalidado em 2021. É roda de matriz africana, com três tambores, coreiras de saia rodada e a punga, a umbigada que passa a vez de uma dançante para a outra. Acontece em rua, em terreiro e em festa de santo, no litoral e no interior.
A Festa do Divino Espírito Santo é a outra ponta. Chegou com colonos portugueses e açorianos no século XVII, se firmou em Alcântara no século XIX e hoje ocorre em São Luís e em dezenas de cidades. O elemento mais forte são as caixeiras, mulheres devotas que cantam e tocam a caixa em todas as etapas da festa, do levantamento do mastro à derrubada. Em São Luís, são em geral mulheres negras com mais de cinquenta anos, moradoras de bairros periféricos, e guardam um repertório que não está escrito em lugar nenhum.
E tem o reggae. A Lei federal 14.668, de 11 de setembro de 2023, declarou São Luís a Capital Nacional do Reggae. O ritmo chegou pelo rádio e pelo porto no fim dos anos 1970, pegou na periferia e criou duas coisas que não existem em outro lugar: as radiolas, paredes de caixa de som montadas na rua, e um jeito de dançar reggae a dois. O Museu do Reggae, aberto em 2018 no Centro Histórico, é o único do gênero fora da Jamaica. Para marca de bebida, moda, calçado, som, telefonia e beleza, é cenário, trilha e público no mesmo lugar. Veja UGC de games e entretenimento.

Foto: Heyalanzito, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
A mesa maranhense: arroz de cuxá, torta de camarão, juçara e doce de espécie
Comida é o assunto que mais circula nas redes do estado, e aqui ela tem nome próprio e origem clara. O arroz de cuxá é o prato-símbolo de São Luís: arroz branco com o molho de cuxá, feito de vinagreira, uma folha ácida de origem africana, com gergelim torrado, camarão seco e farinha d'água. Veio das cozinhas de mulheres negras escravizadas e virou identidade da cidade. Ao lado dele estão a torta de camarão, a peixada maranhense, o caranguejo, o arroz de jaçanã e a juçara.
A juçara merece parágrafo próprio porque é onde o vídeo de fora se entrega. É o mesmo fruto que o Sudeste chama de açaí, mas no Maranhão se chama juçara, se toma com farinha e açúcar e, para muita gente, acompanha peixe frito ou camarão no mesmo prato. Chamar de açaí, servir em tigela com granola e morango e dizer que é maranhense é o tipo de erro que o comentário corrige em cinco minutos.
O endereço de gravação é a Casa das Tulhas, a feira da Praia Grande, onde se compra juçara, farinha d'água, pimenta e camarão seco, e o Mercado Central logo ao lado. Fora da capital, o doce de espécie de Alcântara, doce de coco em massa folhada, é tradição de festa. E o guaraná Jesus, refrigerante rosa criado em São Luís em 1927, é presença obrigatória na mesa. Veja UGC de alimentos e bebidas.

Foto: MPMrocha, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Babaçu, quilombolas e povos indígenas: o que uma marca pode e o que não pode
O Maranhão é o segundo estado do Brasil em população quilombola: 269.168 pessoas, 3,97% dos moradores do estado, atrás só da Bahia, segundo o Censo 2022. E é o primeiro em número de localidades quilombolas, com 2.025 das 8.441 do país, quase um quarto do total. No mesmo Censo, 54.682 pessoas se declararam indígenas no estado, entre povos como os Guajajara, que são o maior deles, os Ka'apor, os Gavião Pykobjê, os Krikati, os Awá Guajá e os Krenyê.
O babaçu é o fio que liga muita dessa gente à economia. Em 2024, segundo o IBGE, o Brasil extraiu 25.572 toneladas de amêndoa de babaçu, e 21.542 delas, ou 84,2%, saíram do Maranhão. Quem faz esse trabalho são as quebradeiras de coco babaçu, em grande parte mulheres, que tiram do coco o óleo, o sabão, o carvão, a farinha do mesocarpo e a matéria-prima de cosmético. É cadeia real, com associação, cooperativa e preço, não é cena bonita de documentário.
A linha entre respeito e exploração é fácil de enxergar. O que não se faz: usar pessoa quilombola ou indígena como cenário de produto, gravar em comunidade sem autorização formal, publicar rosto sem consentimento por escrito, tratar cultura viva como fantasia, usar a palavra tribo, falar em nome de quem mora lá e pagar em produto ou em visibilidade. O que se faz: contratar, nomear a pessoa, a comunidade e o povo corretamente, combinar o uso da imagem antes de gravar, pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator e deixar a pessoa contar a própria história. Se a campanha fala de origem, de óleo, de semente ou de artesanato vindo de território quilombola, o mínimo é nomear a associação e o acordo comercial. Dá mais trabalho e é muito mais difícil de contestar.

Foto: Marcelo Cavallari, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
A menor renda do país: como falar do Maranhão sem caricatura
Em 2025, segundo a PNAD Contínua do IBGE, o rendimento domiciliar per capita do Brasil foi de R$ 2.316. O do Maranhão foi de R$ 1.219, o menor de todas as unidades da federação, pouco mais de um quarto do Distrito Federal, que ficou em R$ 4.538. O Índice de Gini do rendimento do trabalho no estado foi de 0,514, acima dos 0,491 do país. São dados difíceis, e fingir que não existem é a primeira maneira de errar.
A segunda maneira de errar é o oposto: transformar isso em estética. Casa de taipa filmada como textura, criança descalça como imagem de campanha, tom de pena, legenda de superação e a marca no canto. Isso não passa em nenhum grupo de WhatsApp maranhense sem virar comentário, e a conta chega rápido. A régua prática é simples: se a pessoa filmada não puder assistir ao vídeo pronto e se orgulhar, o vídeo está errado.
O que funciona é bem mais banal e bem mais eficiente. Preço explicado com honestidade, comparação com o que a pessoa já compra, produto que resolve um problema concreto, parcelamento dito com clareza, rendimento e durabilidade mostrados de verdade. É um estado onde a decisão de compra passa por conversa, por indicação de quem é conhecido e por confiança, e onde marca que promete demais perde na primeira entrega. É exatamente o terreno do UGC: o vídeo de uma pessoa real vale mais que o comercial bonito. Veja UGC de e-commerce e achadinhos e, para calibrar o orçamento, quanto pagar por UGC.

Foto: Douglas Junior/MTur, Wikimedia Commons, domínio público
Criadores de conteúdo no Maranhão: sotaque, hábitos e ideias de vídeo
O jeito de falar do maranhense da Ilha é reconhecível na primeira frase. O tratamento é o tu, e conjugado direito: tu vais, tu queres, tu viste. É uma das poucas regiões do país onde isso sobreviveu na fala do dia a dia, e o ouvido de fora estranha. Some a isso o vocabulário próprio, em que o açaí é juçara e a farinha é d'água. No sul do estado, em Imperatriz, Balsas e Carolina, a fala muda e encosta no Tocantins e no Pará, e em Timon já é quase o sotaque de Teresina. Um estado, vários sotaques.
É também um estado de rotina ao ar livre e de vida de bairro. O fim de tarde é a Litorânea, o domingo é praia ou sítio, junho é arraial, a radiola toca no quintal e a feira de bairro continua sendo onde se compra comida. Os criadores de conteúdo no Maranhão usam isso a favor da marca, porque o público percebe na hora quem é de casa e quem chegou de avião na véspera para gravar a duna.
Algumas ideias que você pode colocar direto no briefing, cada uma com o gancho dos primeiros segundos:
- Manhã na Casa das Tulhas comprando juçara, farinha d'água e camarão seco, para panela, tempero, mercado, bolsa térmica ou eletroportátil. Gancho: "Aqui a gente não chama de açaí. Vem ver como se toma juçara."
- Volta pela Rua Portugal com o azulejo como fundo, para moda, calçado, bolsa, óculos ou maquiagem. Gancho: "Essa parede tem mais de cem anos e é o melhor fundo de vídeo do Brasil."
- Fim de tarde na Avenida Litorânea entre quem corre e quem caminha, para tênis, roupa de treino, suplemento, garrafa ou relógio. Gancho: "Cinco e meia da tarde em São Luís. A cidade inteira está aqui."
- Subida da duna antes do sol nascer em Barreirinhas, para calçado, mochila, câmera, protetor ou óculos. Gancho: "Falta uma hora para o sol. Isso é o que eu levo para os Lençóis."
- Dia inteiro de jipe entre Barreirinhas e Atins, para pneu, caixa de som, cooler, capa impermeável ou seguro viagem. Gancho: "Três horas de areia até Atins. Te mostro o que não pode faltar."
- Travessia de barco até Alcântara e caminhada até as ruínas de São Matias, para app de viagem, chapéu, protetor, câmera ou hospedagem. Gancho: "Uma hora de barco e você cai em 1850."
- Banho de cachoeira na Chapada das Mesas, em Carolina, para moda praia, roupa de secagem rápida, repelente, bota ou câmera de ação. Gancho: "Isso também é Maranhão, e fica a mais de 800 km da praia."
- Passeio de barco no Delta do Parnaíba saindo de Tutóia, para pesca, cooler, boné, protetor ou bebida. Gancho: "Esse rio não desemboca num lago. Ele abre direto no mar aberto."
- Noite de arraial em junho, com bumba meu boi passando, para bebida, comida, moda, maquiagem ou telefonia. Gancho: "São 70 dias de São João. Hoje é a noite do batismo do boi."
- Roda de tambor de crioula num quintal, para som, moda, bebida ou banco. Gancho: "Esses três tambores são patrimônio do Brasil. Escuta."
- Compra do mês no centro de Imperatriz, comparando preço, para varejo, alimento, higiene, maquininha ou cartão. Gancho: "Segunda maior cidade do estado. Olha quanto rende R$ 200 aqui."
- Dia de colheita dentro da cabine em Balsas, para máquina, peça, lubrificante, crédito, seguro ou aplicativo de gestão. Gancho: "Maranhão também é soja. São 12 horas dentro dessa cabine."
- Embarque no trem de passageiros da Estrada de Ferro Carajás em Açailândia, para mochila, câmera, fone, lanche ou app de viagem. Gancho: "Ainda existe trem de passageiros no Brasil. Vem comigo nesse."

Foto: Otávio Nogueira, Wikimedia Commons, CC BY 2.0
Marketing de influência no Maranhão ou UGC? Como montar a campanha
Os dois caminhos existem no estado, e a diferença está no uso do vídeo. No marketing de influência, você paga pelo alcance: o post sai no perfil de um dos influenciadores maranhenses, para o público dele, e vive o tempo que o combinado permitir. No UGC, você paga pelo vídeo e usa nos seus canais e nos seus anúncios quantas vezes quiser. A comparação completa está em UGC x influenciador.
Na Simmark, você publica o briefing, escolhe o nicho e as regiões e define quanto quer investir por vídeo. Creators do Maranhão se candidatam, e você aprova quem grava pelo portfólio, não pelo número de seguidores. O guia de como escrever um briefing de UGC ajuda a começar, e o post sobre direitos de uso em UGC explica por que o vídeo aprovado é seu para usar onde quiser, sem prazo.
O calendário maranhense ajuda a programar a produção: de janeiro a junho chove no litoral e enche as lagoas; fevereiro traz o Carnaval; maio tem a Festa do Divino; junho é o São João, que em 2026 teve 70 dias de programação e mais de 700 atrações; de julho a setembro as lagoas dos Lençóis ficam cheias e o parque recebe o pico do ano; setembro tem o aniversário de São Luís; novembro traz a Black Friday; e dezembro fecha com o Réveillon na Litorânea. O calendário completo está em eventos.
A plataforma abre em outubro de 2026, com isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026 para quem entrar antes: .

Foto: Márcio Carvalho, Pexels
Sua marca na primeira leva de campanhas no Maranhão.
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro e tem isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.
Fontes dos números
- IBGE, Censo 2022, população residente e área territorial (SIDRA, tabelas 4709 e 4714)
- IBGE, PIB dos Municípios 2023 (SIDRA, tabela 5938)
- Exame, Lençóis Maranhenses avaliam limitar visitas após salto de 191% no turismo, com dados do ICMBio e da prefeitura de Santo Amaro
- IBGE, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2024, amêndoa de babaçu (SIDRA, tabela 289)
- IBGE, Censo 2022, população residente por cor ou raça (SIDRA, tabela 9605)
- IBGE, Censo 2022, população total e quilombola (SIDRA, tabela 10089)
- IBGE, Censo 2022, Brasil possui 8.441 localidades quilombolas, 24% delas no Maranhão
- IBGE, rendimento domiciliar per capita 2025 para Brasil e unidades da federação (PNAD Contínua)
- IBGE, Índice de Gini do rendimento do trabalho por unidade da federação (SIDRA, tabela 7453)
- IBGE, Produção Agrícola Municipal 2025, soja e milho (SIDRA, tabela 1612)
- ICMBio, Parque dos Lençóis Maranhenses recebe título de Patrimônio Mundial da UNESCO
- ONU News, Lençóis Maranhenses entram para a lista do Patrimônio Mundial da UNESCO
- UNESCO, Centro Histórico de São Luís, Lista do Patrimônio Mundial, inscrição de 1997
- IPHAN, Centro Histórico de São Luís
- UNESCO, Bumba Meu Boi do Maranhão é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade
- IPHAN, Tambor de Crioula do Maranhão, registrado no Livro das Formas de Expressão em 2007
- Senado Federal, São Luís é reconhecida como Capital Nacional do Reggae, Lei 14.668 de 2023
- Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão, São João do Maranhão terá mais de 700 atrações em 70 dias de festança
- ICMBio, Parque Nacional da Chapada das Mesas
- Porto do Itaqui, melhor primeiro semestre da história, com 17,2 milhões de toneladas
- Ministério de Portos e Aeroportos, Porto do Itaqui atinge recorde histórico com 3,85 milhões de toneladas em um único mês
- Vale, trem de passageiros da Estrada de Ferro Carajás
- Eneva, Complexo Termelétrico Parnaíba, em Santo Antônio dos Lopes
- Comciência, A base espacial de Alcântara
- National Geographic Brasil, ampliação da base espacial de Alcântara e as famílias quilombolas deslocadas
- O Eco, Piquiá, um povoado coberto por pó de ferro na Amazônia, em Açailândia
- Justiça Global, famílias de Piquiá de Baixo assinam contratos de reassentamento em Piquiá da Conquista
- O Imparcial, aeroportos do Maranhão registram crescimento do fluxo aéreo, com dados do Observatório do Turismo do Maranhão
Esse pode ser o seu cenário.





Lagoa nos Lençóis Maranhenses, BarreirinhasOs creators certos no Maranhão.
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TikTok
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Facebook
ThreadsComo encontrar creators no Maranhão pela Simmark.
A Simmark abre em outubro de 2026. Na lista de espera, você é avisado na abertura e já pode publicar a sua primeira campanha. Os creators no Maranhão se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um e pelo nicho que precisa.
- 1Entre na lista de espera
- 2Publique a campanha quando a plataforma abrir, em outubro
- 3Escolha entre os creators no Maranhão que se candidatarem
Maranhão · MACreators disponíveisPerguntas sobre UGC no Maranhão.
Quais nichos mais contratam UGC no Maranhão?
Viagem e turismo, Alimentos e bebidas, Beleza e skincare e E-commerce e achadinhos são os que mais pedem conteúdo no Maranhão. Cada um tem uma página com o tipo de vídeo que funciona e exemplos: viagem e turismo, alimentos e bebidas, beleza e skincare e e-commerce e achadinhos.
Qual a melhor época para fazer campanha de UGC no Maranhão?
O pico de demanda no Maranhão vai do Carnaval de São Luís aos Lençóis cheios. É quando mais marcas querem conteúdo ao mesmo tempo, então vale publicar o briefing algumas semanas antes, para escolher os creators com calma e ter o material pronto na hora certa.
Preciso de um creator que more no Maranhão?
Depende do que o vídeo precisa mostrar. Para um produto que chega pelo correio, creators de qualquer lugar do país gravam bem. Para mostrar um lugar, um evento ou o jeito de falar de quem vive no Maranhão, quem mora ali entrega o que ninguém de fora consegue encenar. Na Simmark dá para buscar creators por cidade, além de nicho, para achar quem está perto.
Como encontrar criadores de conteúdo no Maranhão fora de São Luís?
Na Simmark, você publica a campanha e escolhe os creators pela região, então dá para pedir gente de Imperatriz, Timon, Caxias, Codó, Açailândia, Bacabal, Balsas, Barreirinhas, Carolina, Tutóia e Alcântara no mesmo briefing, junto com a capital. A escolha é pelo portfólio e pelas avaliações de outras marcas, não pelo número de seguidores. Isso importa num estado onde São Luís responde por 28,4% do PIB e sete cidades fora da Ilha passam de cem mil habitantes.
Vale fazer marketing de influência no Maranhão ou contratar UGC?
Depende do objetivo. Se você quer aparecer no perfil de alguém com público grande no estado, é marketing de influência. Se você quer vídeos para usar nos seus anúncios, no site e nas redes da marca, é UGC. Muitas marcas que estão entrando no Nordeste começam pelo UGC porque o mesmo vídeo serve para vários canais, fica com a marca sem prazo de uso e permite testar cenários muito diferentes dentro do mesmo orçamento, de casario de azulejo em São Luís a duna com lagoa em Barreirinhas e cachoeira de Cerrado em Carolina.
Qual a melhor época do ano para gravar UGC no Maranhão?
Para os Lençóis Maranhenses, de julho a setembro, quando as lagoas estão cheias depois da estação chuvosa e o parque recebe o pico de visitação: foram 440 mil visitantes em 2024, contra 141 mil em 2019. Para conteúdo de cultura, junho é o mês do São João, que em 2026 teve 70 dias de programação e mais de 700 atrações no estado. Para o Centro Histórico de São Luís, para Alcântara e para a Chapada das Mesas, o segundo semestre é mais previsível, porque de janeiro a junho chove forte no litoral e a estrada de terra do sul complica.
Posso gravar com comunidades quilombolas do Maranhão na minha campanha?
Só com consentimento, contexto e pagamento, e nunca como cenário. O Maranhão tem 269.168 pessoas quilombolas, a segunda maior população do país, e 2.025 localidades quilombolas, quase um quarto de todas as do Brasil. Em Alcântara, 84,52% dos moradores são quilombolas, a maior proporção entre os municípios brasileiros. O que não se faz: gravar em comunidade sem autorização formal, publicar rosto sem acordo por escrito, falar em nome de quem mora lá ou pagar em produto. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e a comunidade, combinar o uso da imagem antes e pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator.
Influenciadores maranhenses funcionam para uma campanha nacional?
Funcionam, e por um motivo prático: o Maranhão tem dois títulos da UNESCO, o Centro Histórico de São Luís desde 1997 e os Lençóis Maranhenses desde 2024, e entrega repertórios visuais que nenhum outro estado junta no mesmo mapa. Casario colonial de azulejo português, mar de dunas com lagoa, delta de mangue, cânion e cachoeira de Cerrado, ruína colonial com base de lançamento ao lado. Na Simmark, os direitos de uso são vitalícios e valem em qualquer canal: redes sociais, anúncio pago, site, e-commerce e ponto de venda.
Como encontrar creators no Maranhão antes do lançamento?
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado na abertura e já pode publicar a primeira campanha: os creators no Maranhão se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um. .
Cidades no Maranhão
Cada página traz os cenários, o calendário e os nichos daquela cidade.
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