
UGC creators em Mato Grosso do Sul.
Encontre creators que conhecem o público em todo o estado de Mato Grosso do Sul e receba conteúdo autêntico para as suas redes, o seu e-commerce e os seus anúncios. Tudo pela Simmark, o app de UGC.
o estado onde a água manda no calendário, a fronteira manda no sotaque e o agro manda na renda
Foto da capa: Flavio Andre/MTur, Wikimedia Commons, uso livre com atribuição
Conteúdo local, feito por quem entende o público em Mato Grosso do Sul.
Mato Grosso do Sul tem 2,76 milhões de habitantes em apenas 79 municípios e concentra cerca de 65% do Pantanal, o que dá ao estado uma economia de gado, soja, milho, cana e celulose e, ao mesmo tempo, o destino de ecoturismo mais organizado do Brasil, em Bonito. É um dos poucos estados em que a capital pesa de verdade: Campo Grande tem 898.100 moradores, quase um terço da população, e 22,9% do PIB estadual.
É um estado de fronteira, e isso aparece em tudo. A Bolívia começa em Corumbá e o Paraguai começa no meio da rua em Ponta Porã, sem rio, sem muro e sem cerca: só a Avenida Internacional com uma faixa pintada no chão. Daí vêm a polca paraguaia, a guarânia, o chamamé, a chipa vendida na esquina, a sopa paraguaia que não é sopa e o tereré que se toma o dia inteiro. Em Campo Grande, a imigração okinawana que chegou a partir de 1908 deixou o sobá, servido em banca de feira e virado patrimônio cultural da cidade em 2006. O calendário do estado é a água: de julho a novembro o Pantanal seca, o bicho aparece na margem e a Estrada Parque fica boa; de dezembro a março a planície alaga e a mesma estrada pede 4x4. E o sul-mato-grossense perde a paciência rápido com campanha que confunde o estado com Mato Grosso, que trata Bonito e Pantanal como se fossem o mesmo lugar (são 300 quilômetros e duas paisagens diferentes), que chama siriri e rasqueado de cultura daqui (são de Cuiabá) e que usa o Pantanal como papel de parede de alegação ambiental.
Creators em todo o estado de Mato Grosso do Sul falam a língua da sua audiência: usam as referências, os cenários e a forma de falar de quem está na região. Esse conteúdo autêntico converte mais do que a publicidade tradicional e cabe em qualquer canal da sua marca.
Na Simmark, a sua marca publica um briefing e escolhe creators em Mato Grosso do Sul pelo portfólio e pela região: a creator de Campo Grande que grava na Feira Central e na Rua 14 de Julho, o guia de Bonito que já tem voucher e horário marcado no Rio da Prata, o barqueiro de Corumbá que sai do Porto Geral no rio Paraguai, o estudante da UFGD em Dourados, o operador de Três Lagoas que trabalha no polo de celulose, a família de Ponta Porã que vive com um pé em cada país, o peão de Aquidauana na fazenda pantaneira. Você aprova quem grava, aprova o vídeo antes de pagar e usa o material onde quiser, sem prazo.
O cenário que os creators em Mato Grosso do Sul têm na mão.
Da paisagem ao detalhe do dia a dia: é esse repertório que aparece no conteúdo feito por quem vive em Mato Grosso do Sul.
Feira Central, Campo GrandeFoto: Fronteira, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Rio Sucuri, BonitoFoto: Paulo Freitas, Pexels
Estrada Parque do Pantanal, CorumbáFoto: Flavio Andre/MTur Destinos, Wikimedia Commons, domínio público
Gastronomia, turismo e setor automotivo puxam o UGC em Mato Grosso do Sul.
Cada mercado tem o seu jeito de vender em Mato Grosso do Sul. Veja os nichos mais fortes da região e como cada um usa UGC para converter.
Alimentos e bebidasO estado tem 18,74 milhões de cabeças de gado, quase sete para cada morador, e colheu 55,26 milhões de toneladas de cana em 2025, o quarto maior volume do país. Na mesa, sobá, chipa, sopa paraguaia, puchero, espetinho e churrasco pantaneiro têm nome, origem e ritual para filmar.
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Viagem e turismoBonito recebeu 293.712 turistas em 2025 e registrou 880.669 visitas a atrativos, com ticket médio de R$ 240,29 por passeio. Some o Pantanal de Corumbá, Miranda e Aquidauana e o estado tem dois roteiros completamente diferentes a 300 quilômetros um do outro.
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AutomotivoAqui caminhonete e caminhão são ferramenta de trabalho. A BR-163 e a BR-262 cortam o estado, o Vale da Celulose enche a estrada de carreta e a Rota Bioceânica deve puxar um fluxo inicial estimado em 250 caminhões por dia por Porto Murtinho.
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Beleza e skincareSol forte, poeira do latossolo vermelho que deu à capital o apelido de Cidade Morena, rio o ano inteiro e umidade que despenca na seca. Protetor, hidratante, cabelo que sofre com cloro, sol e água de rio e maquiagem que precisa aguentar o calor são conversa diária.
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Da Expogrande ao inverno de Bonito, o calendário do UGC em Mato Grosso do Sul.
Planeje as campanhas com antecedência: estes são os próximos momentos em que a região consome mais conteúdo de creator. Os eventos que já passaram saem da lista e ficam no calendário completo.
outubro de 2026 (mês anunciado no calendário oficial; dia ainda não divulgado)Festa Caipira de Bonito
Comida típica, barraquinha e público familiar dão material farto para marcas de alimentos e bebidas gravarem conteúdo de degustação com creators locais.
de 18 a 28 de outubro de 2026Novenário de São Judas Tadeu e Festa das Nações
Dez cozinhas nacionais lado a lado em praça gratuita criam um cenário pronto para marcas de alimentos, bebidas e delivery testarem receitas e depoimentos em vídeo.
de 29 de outubro a 8 de novembro de 2026Expogenética MS
Onze dias com rodeio internacional, cerca de 25 leilões e entrada gratuita concentram um público enorme de moda country, agro e consumo na capital.
novembro de 2026 (mês anunciado no calendário oficial; abertura com decoração e chegada do Papai Noel)Natal Mais Bonito
A decoração natalina de uma cidade turística rende cenário noturno bonito e barato para marcas de decoração, moda e presentes.
sábado, 7 de novembro de 2026, das 6h às 12h30Circuito Sesc Trail, Etapa Bonito
Prova de trilha em meio à natureza entrega cenário e esforço real para marcas de suplemento, tênis, hidratação e roupa esportiva.
20 e 21 de novembro de 2026Festival da Guavira
A guavira é fruto símbolo de Mato Grosso do Sul e o festival abre espaço para marcas de bebida, doce e cosmético natural contarem uma história regional.
O que os números dizem sobre fazer UGC em Mato Grosso do Sul.
Mato Grosso do Sul tem 2.757.013 habitantes em 79 municípios, um PIB de R$ 184,40 bilhões e um jeito de se organizar que quase nenhum outro estado tem: Campo Grande, Dourados e Três Lagoas somam 42% do PIB estadual, e o resto está espalhado por cidades de 20 mil a 50 mil moradores que exportam grão, gado, celulose e turismo. É o estado com 65% do Pantanal, com o destino de ecoturismo mais controlado do país, em Bonito, com a terceira maior população indígena do Brasil e com uma fronteira que começa no meio da rua. Mesmo assim, quando uma marca fala com Mato Grosso do Sul, costuma falar com uma arara em cima de um galho, ou confunde o estado com Mato Grosso. O UGC em Mato Grosso do Sul resolve isso por um caminho simples: quem mora aqui sabe que Bonito exige voucher com hora marcada, sabe que a Estrada Parque alaga em janeiro, sabe que sobá se come de hashi em banca de feira e sabe que siriri é de Cuiabá.
- de habitantes em Mato Grosso do Sul, em apenas 79 municípios, segundo o Censo 2022
- 2,76 mi
- de PIB do estado em 2023, com Campo Grande respondendo por 22,9% e Dourados por 11,0%
- R$ 184,4 bi
- turistas em Bonito em 2025, com 880.669 visitas a atrativos e ticket médio de R$ 240,29 por passeio
- 293.712
- de cabeças de gado em 2024, quase sete para cada morador do estado
- 18,7 mi
UGC em Mato Grosso do Sul começa por Campo Grande, e ela pesa mais do que parece
O Censo 2022 contou 2.757.013 moradores em Mato Grosso do Sul, espalhados por 357.142 quilômetros quadrados e por apenas 79 municípios, o que dá uma densidade de 7,72 habitantes por quilômetro quadrado. Campo Grande sozinha tem 898.100 moradores, quase um terço do estado, e um PIB de R$ 42,27 bilhões em 2023, ou 22,9% de tudo o que o estado produz. É uma capital que manda de verdade, ao contrário do que acontece no estado vizinho.
A cidade é chamada de Cidade Morena pela cor vermelha do latossolo, e é das mais arborizadas do país, com avenida inteira florida entre julho e setembro. Dentro do Parque das Nações Indígenas, o maior parque urbano do estado, fica o Bioparque Pantanal, inaugurado em 28 de março de 2022: é o maior aquário de água doce do mundo, com quase 5 milhões de litros de água em 19 mil metros quadrados, e a visita é agendada. A poucos minutos dali, a Feira Central, fundada em 1925 e instalada desde 2006 no prédio da antiga Estação Ferroviária, serve sobá em banca até de madrugada.
Para a marca, isso quer dizer que o básico de um briefing cabe num dia de gravação, sem viagem: feira, parque, aquário, calçadão da Rua 14 de Julho, Mercadão Municipal, shopping, bairro residencial e o polo atacadista que abastece o interior inteiro, tudo a menos de meia hora um do outro. Na Simmark, você escolhe os creators pelo portfólio e pela região e pede os cenários todos no mesmo briefing. Se a dúvida ainda é o formato, comece por o que é UGC.

Foto: Rodrigocabral2019, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Bonito, Jardim e Bodoquena: a água transparente que não se improvisa
Bonito tem 23.659 moradores e recebeu 293.712 turistas em 2025, segundo o Anuário Estatístico do Observatório do Turismo e Eventos de Bonito. Foram 880.669 visitas a atrativos no ano, ticket médio de R$ 240,29 por passeio, o maior da série histórica, 36.388 desembarques no aeroporto regional e 53% de ocupação hoteleira média. São Paulo responde por 34,95% dos visitantes brasileiros.
O destino não é só Bonito. A Gruta do Lago Azul, com 75.376 visitantes em 2025, a maior visitação em cinco anos, fica no município de Bonito. Mas o Rio da Prata, que tem a flutuação mais longa da região, e o Buraco das Araras, a maior dolina da América do Sul, com cerca de 100 metros de profundidade e 160 de diâmetro, ficam em Jardim, com 23.981 moradores. A Boca da Onça, com a maior cachoeira do estado, fica em Bodoquena, com 8.567. A Lagoa Misteriosa, caverna alagada com mais de 220 metros de profundidade, também é de Jardim. Chamar tudo de Bonito é o primeiro erro que denuncia quem não é da região.
Para marca de calçado, mochila, roupa de secagem rápida, protetor, repelente, câmera de ação, caixa estanque, óculos, bebida isotônica e seguro viagem, é cenário pronto e com público comprador chegando o ano inteiro. E é um dos poucos lugares do Brasil onde a água é limpa o bastante para o produto aparecer dentro dela sem tratamento de cor. Veja UGC de viagem e turismo.

Foto: Flavio Andre/MTur Destinos, Wikimedia Commons, domínio público
Quer creators em Mato Grosso do Sul na sua primeira campanha, em outubro?
O voucher único de Bonito muda a produção de conteúdo, e é bom saber disso antes
Em Bonito, nenhum atrativo vende entrada na portaria. O sistema de voucher único foi criado em 1995: o Conselho Municipal de Turismo, o COMTUR, aprovado pela Lei Municipal 695/95, deliberou na primeira reunião, em 14 de novembro de 1995, a Resolução Normativa 001/95, que instituiu o sistema. O voucher é documento oficial e fiscal, emitido apenas por agência receptiva credenciada no COMTUR, e traz o nome do visitante, o atrativo, a data, a hora, o transporte, o guia designado, um código e o número de pessoas.
A razão é capacidade de carga: cada rio, gruta, trilha e balneário tem um teto diário de visitantes, definido para a nascente não assorear, a trilha não desgastar e o peixe não sumir. Foi esse controle que manteve a água transparente por trinta anos. O modelo tem críticos, e vale registrar: em 11 de setembro de 2026, o Campo Grande News publicou artigo defendendo abrir a venda direta, mantendo o controle de capacidade, sob o argumento de que a intermediação obrigatória virou reserva de mercado. Enquanto a regra é essa, ela vale para todo mundo.
Na prática, para quem faz conteúdo isso significa três coisas. Primeiro, não existe gravação improvisada: dia, hora e número de pessoas são fechados com antecedência, através de agência, e atraso faz perder o horário. Segundo, o guia é obrigatório, e ele decide o que pode e o que não pode dentro do atrativo, inclusive drone e equipamento extra. Terceiro, um creator que já mora em Bonito resolve tudo isso sozinho, porque conhece as agências, sabe qual atrativo libera filmagem comercial e sabe em que mês a água fica mais clara. É exatamente o tipo de coisa que você deixa escrito no briefing e escolhe quem já sabe fazer: na Simmark, você aprova o creator pelo portfólio antes de a produção começar.

Foto: Flavio Andre/MTur Destinos, Wikimedia Commons, domínio público
O Pantanal sul: Corumbá, Ladário, Miranda e Aquidauana
O Pantanal ocupa cerca de 98 mil quilômetros quadrados em Mato Grosso do Sul, 27% do território estadual, e o estado concentra aproximadamente 65% do bioma. Corumbá, com 96.268 moradores, é o maior município do estado em área, cerca de 18% do território sul-mato-grossense, o décimo primeiro maior do Brasil, e abriga sozinha cerca de 60% do Pantanal do estado. Por isso é chamada de Capital do Pantanal. Colada nela fica Ladário, com 21.522 moradores e a base naval do 6º Distrito, na beira do rio Paraguai.
Corumbá não é só natureza. Tem centro histórico com casario do século XIX, Porto Geral, comércio de fronteira com a Bolívia logo adiante, carnaval de rua com escolas de samba e o Festival América do Sul, que junta Brasil, Bolívia e Paraguai na mesma programação. Mais ao sul, Miranda, com 25.536 moradores, e Aquidauana, com 46.803, são as portas de entrada rodoviárias do Pantanal pela BR-262, com fazendas pantaneiras que recebem hóspede, boiada, cavalo pantaneiro e peão de verdade trabalhando.
Para a marca, o Pantanal sul é um cenário de alto valor que quase não aparece em português. Quem vem para cá compra câmera, lente, binóculo, bota, chapéu, repelente, roupa com proteção solar, seguro e hospedagem cara, e reconhece na hora quando o vídeo foi feito por alguém que nunca entrou numa fazenda. Um creator de Corumbá, de Miranda ou de Aquidauana entrega isso por uma fração do custo de levar produção de Campo Grande.

Foto: Tiago Bellato, Pexels
Cheia e seca: a água decide quando se grava no Pantanal
O Pantanal tem dois estados, e eles produzem vídeos diferentes. De julho a novembro é a seca: a água baixa, o peixe fica preso nas lagoas marginais, a ave se concentra para comer, o jacaré e a capivara aparecem na margem e a Estrada Parque, a MS-184 e MS-228 entre o Buraco das Piranhas e Corumbá, fica trafegável sem veículo especial. É a janela de imagem do ano. De dezembro a março é a cheia: a planície vira lâmina de água, a paisagem fica cheia de ave aquática, a estrada de terra exige 4x4 e boa parte do acesso passa a ser de barco. De março a junho é a vazante, quando a lagoa recua e a estrada reaparece.
Isso muda o orçamento de um jeito bem concreto. Em julho, um creator sai de Corumbá de manhã, roda a Estrada Parque e volta à noite com material de sobra. Em janeiro, o mesmo trajeto pede 4x4, guia, barco e um dia inteiro a mais, e a chance de chuva forte no meio da gravação é alta. Quem mora aqui já sabe disso e coloca no cronograma sem ninguém precisar perguntar.
E o clima também é pauta de produto. Repelente, protetor, roupa com proteção UV, bota de cano alto, capa de chuva, caixa estanque, power bank, rádio, cooler e pneu são compra sazonal com data marcada no estado inteiro, e rendem vídeo de preparação, de lista de bagagem e de teste em campo. Para programar a produção com o calendário certo, vale olhar a página de eventos.

Foto: Flávio André/MTur, Wikimedia Commons, domínio público
Dourados e o sul do estado: agro, universidade e uma cidade que não é interior pequeno
Dourados tem 243.367 moradores e PIB de R$ 20,26 bilhões, 11,0% do total do estado, o segundo maior. Fica a 220 quilômetros de Campo Grande e a cerca de 120 da fronteira com o Paraguai, e é a maior cidade do interior sul-mato-grossense. A economia é agro de alta tecnologia, soja e milho, mais agroindústria, frigorífico e esmagadora, com a Expoagro puxando negócio uma vez por ano.
O que diferencia Dourados de outras cidades do agro é a universidade. A Universidade Federal da Grande Dourados, criada em 2005, e a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul levam milhares de estudantes e pesquisadores para a cidade, que virou polo médico regional e tem vida noturna, república, aluguel de kitnet, mercado de estágio e um consumo jovem que não existe em cidade de porte parecido.
Para a marca, é duas audiências no mesmo lugar: o produtor com renda alta que compra máquina, picape, insumo, crédito e seguro, e o universitário que compra notebook, celular, delivery, academia, roupa e viagem barata. São dois briefings diferentes, gravados na mesma cidade, com creators diferentes. Veja UGC de e-commerce e achadinhos e UGC automotivo.

Foto: Cmasi, Wikimedia Commons, CC0
Ponta Porã e a fronteira seca: o que vira conteúdo e o que não vira
Ponta Porã tem 92.017 moradores e forma com Pedro Juan Caballero, no Paraguai, uma das maiores conurbações de fronteira seca da América Latina: mais de 215 mil pessoas somadas e mais de 11 quilômetros de linha divisória sem rio, sem muro e sem cerca. A divisa é a Avenida Internacional, com uma faixa no chão marcando onde um país termina e o outro começa. Dá para almoçar de um lado e tomar café do outro sem perceber a troca.
Isso produz uma cultura própria, e ela é o conteúdo. Gente que fala português, espanhol e guarani na mesma frase, dinheiro nas duas moedas, chipa vendida na esquina de manhã, tereré a tarde inteira, polca paraguaia tocando no rádio, feriado dobrado e um jeito de negociar que é de lá e de cá ao mesmo tempo. Para marca de alimento, bebida, telefonia, serviço financeiro, moda e educação, é um repertório que nenhuma capital entrega.
E aqui vale um cuidado que evita dor de cabeça. Fronteira não é sinônimo de compra irregular, e usar descaminho, contrabando ou muambeiro como gancho de vídeo é péssimo para a marca e ruim para a cidade. O que rende, e rende muito, é a vida binacional: o bilinguismo, a comida, a música, o comércio formal, a rotina de quem estuda de um lado e trabalha do outro. Deixe isso escrito no briefing: na Simmark, o que não pode aparecer entra na campanha antes de o creator ligar a câmera.

Foto: Alceu Mauro Denes, Wikimedia Commons, CC BY 3.0
Três Lagoas, Ribas do Rio Pardo e o Vale da Celulose
Três Lagoas tem 132.152 moradores e o terceiro maior PIB do estado, R$ 14,76 bilhões em 2023. Fica na divisa com São Paulo, na margem do rio Paraná, e é o centro do que a região chama de Vale da Celulose. Mato Grosso do Sul produz cerca de 7,6 milhões de toneladas de celulose por ano e é o maior produtor do Brasil: são a Suzano e a Eldorado Brasil em Três Lagoas, com 3,25 e 1,8 milhão de toneladas por ano, e a Suzano em Ribas do Rio Pardo, com 2,55 milhões.
A Unidade Cerrado, em Ribas do Rio Pardo, começou a operar em 21 de julho de 2024 e é a maior linha única de produção de celulose do mundo. O investimento anunciado foi de R$ 22,2 bilhões, sendo R$ 15,9 bilhões na fábrica e R$ 6,3 bilhões em base florestal e logística, com cerca de 10 mil trabalhadores no pico da obra e 3 mil na operação. Ribas do Rio Pardo, que tinha 23.150 moradores no Censo 2022, passou a ter a maior área florestal municipal do país, com cerca de 380,7 mil hectares. O estado tem cerca de 1,5 milhão de hectares de floresta plantada, o segundo do Brasil.
Esse é o Brasil que quase nunca aparece em anúncio e que compra muito: gente que chegou de fora para trabalhar, com carteira assinada, salário acima da média, aluguel caro, frota nova, academia cheia e comércio novo abrindo todo mês. Um creator de Três Lagoas ou de Ribas do Rio Pardo fala com esse público sem traduzir nada. Para marca de eletrônico, móvel, alimento, banco, seguro, veículo e educação, é um mercado em formação com concorrência baixa.

Foto: Rafael Deminicis, Wikimedia Commons, CC BY 4.0
Soja, milho, cana e gado: o agro sul-mato-grossense em números
A Produção Agrícola Municipal de 2025 do IBGE coloca Mato Grosso do Sul entre os cinco maiores do país nas três lavouras que mais pesam. O estado colheu 13,12 milhões de toneladas de soja, o quinto maior volume do Brasil e 7,9% do total nacional; 13,93 milhões de toneladas de milho, o quarto maior e 9,9% do país; e 55,26 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, também o quarto maior, atrás apenas de São Paulo, Goiás e Minas Gerais. A cana virou açúcar e etanol em usinas espalhadas por Nova Andradina, Rio Brilhante, Maracaju, Naviraí e Sidrolândia.
Na pecuária, a Pesquisa da Pecuária Municipal de 2024 registrou 18.744.820 cabeças de gado em Mato Grosso do Sul, o quinto maior rebanho do país e 7,9% do total brasileiro. Dividido pela população do estado, dá quase sete bois para cada morador, a quarta maior proporção do Brasil. Campo Grande é sede da Embrapa Gado de Corte, e a genética de corte produzida aqui é vendida para o país inteiro.
Para a marca, o ponto é este: o agro sul-mato-grossense não é paisagem, é um consumidor com renda alta, que compra caminhonete, máquina, drone, insumo, crédito, seguro, eletrônico, viagem e faculdade para os filhos, e que reconhece na hora quando o vídeo foi feito por alguém que nunca entrou numa lavoura ou num curral. Um creator de Maracaju, de Sidrolândia, de Rio Brilhante ou de Chapadão do Sul grava dentro da cabine, no curral, na revenda e na cozinha de casa, com a linguagem certa. Veja UGC de alimentos e bebidas.

A Rota Bioceânica sai de Porto Murtinho e muda o mapa do estado
Porto Murtinho tem 12.859 moradores e virou endereço de obra internacional. A ponte estaiada que liga a cidade a Carmelo Peralta, no Paraguai, tem 1.294 metros de extensão e 21 de largura, mais 13,1 quilômetros de acessos rodoviários com quatro pontes intermediárias, uma delas de cerca de 700 metros sobre área alagada. Em julho de 2025 a obra estava com 75% de execução, e ao longo de 2026 entrou na fase de acabamento, com as duas margens já unidas e entrega prevista para o próprio ano.
A ponte é uma peça de um corredor rodoviário de mais de 2.400 quilômetros que liga o Brasil, pelo Paraguai e pela Argentina, aos portos chilenos de Antofagasta e Iquique, no Pacífico. A promessa é reduzir em até 30% o custo logístico e em até 15 dias o tempo de transporte em relação à rota marítima pelo Canal do Panamá, com fluxo inicial estimado pela Receita Federal em 250 caminhões por dia.
Para uma marca, isso é um acontecimento que ainda não tem conteúdo em português. Posto, borracharia, oficina, restaurante de beira de estrada, pousada, rastreador, seguro de carga, aplicativo de frete, curso de espanhol, casa de câmbio e maquininha vão viver disso. E é o tipo de história que funciona melhor contada por quem está lá, no primeiro caminhão, do que por um anúncio institucional. Veja UGC automotivo.

Foto: Saul Schramm, Governo de Mato Grosso do Sul
Chamamé, polca paraguaia e tereré: a cultura que o vídeo pode usar
O chamamé foi registrado como bem de natureza imaterial de Mato Grosso do Sul pelo Decreto estadual 15.708, de 30 de junho de 2021, no Livro de Registro dos Saberes, nos termos da Lei estadual 3.522 de 2008. O gênero nasceu em Corrientes, na Argentina, chegou ao estado com a migração ligada à Guerra do Paraguai e ao ciclo da erva-mate, e foi inscrito pela UNESCO na lista do patrimônio cultural imaterial da humanidade em 2020, em candidatura argentina. Campo Grande foi reconhecida por lei federal, em 2022, como Capital Nacional do Chamamé, e o Dia Estadual do Chamamé, instituído pela Lei estadual 3.837 de 2009, é 19 de setembro, a data em que morreu o argentino Transito Cocomarola.
O tereré é o outro pilar. Em 29 de junho de 2023, a Assembleia Legislativa declarou o tereré patrimônio imaterial e cultural do Estado de Mato Grosso do Sul. A UNESCO já havia reconhecido, em 17 de dezembro de 2020, as práticas e saberes tradicionais do tereré na cultura do pohã ñana, em candidatura do Paraguai. Aqui ele é rotina: guampa, bomba, erva, gelo, a roda que passa de mão em mão no trabalho, na praça e na fila. Junto com ele vêm a polca paraguaia, a guarânia e a dança de salão.
E vale dizer o que não é daqui, porque é o erro mais comum. Siriri, cururu e rasqueado são de Mato Grosso, da região de Cuiabá, e não assinam a cultura sul-mato-grossense. A viola de cocho, registrada pelo IPHAN no Livro dos Saberes em 2005, é um registro compartilhado pelos dois estados. A regra prática para o vídeo é simples: contratar músico e dançarino de verdade, creditar o grupo, não usar roupa de festa como fantasia de figurante e não trocar chamamé por sertanejo genérico, porque o público local percebe na primeira nota.

Foto: Flávio André/MTur, Wikimedia Commons, domínio público
A mesa sul-mato-grossense: sobá, chipa, espetinho, sopa paraguaia e puchero
O sobá é o prato que explica Campo Grande. Veio com a imigração okinawana, que chegou à região a partir de 1908, era comida de casa e virou comida de rua na Feira Central. Em 18 de julho de 2006, o Decreto municipal 9.685 o transformou em patrimônio cultural imaterial da cidade. A Feira Central, fundada em 1925, virou patrimônio imaterial municipal em 2017, e é onde se come sobá de hashi, com caldo, macarrão, ovo, cebolinha e tiras de carne, em banca, no barulho, sentado em banco comprido ao lado de estranho.
O resto da mesa vem da fronteira e do campo. A chipa, o pão de queijo paraguaio de polvilho, é vendida em cesta na rua e no ônibus. A sopa paraguaia não é sopa: é um bolo salgado de fubá, queijo e cebola. O puchero é o cozido de carne com legumes que atravessa a fronteira. O espetinho de gado é a comida de fim de tarde de Campo Grande inteira, com pimenta e vinagrete. E o churrasco pantaneiro, feito com carne no espeto grande e sal grosso, é ritual de fazenda em Miranda, Aquidauana e Corumbá. Some a caribéu, a farofa de banana e o doce de leite, e a cozinha do estado tem repertório de sobra.
Dois detalhes evitam vídeo com cara de forasteiro. O primeiro é não confundir a mesa daqui com a de Mato Grosso: mojica de pintado, peixe na telha e maria isabel são de lá. O segundo é o nome certo, do sobá à chipa e à sopa paraguaia, e a maneira de comer, que só quem é de casa acerta de primeira. Para marca de alimento, bebida, utensílio, tempero, delivery e supermercado, é conteúdo com credibilidade embutida. Veja UGC de alimentos e bebidas.

Foto: Flávio André/MTur, Wikimedia Commons, CC BY 2.0
Povos indígenas de Mato Grosso do Sul: o que uma marca pode e o que não pode
No Censo 2022, Mato Grosso do Sul registrou 116.346 pessoas indígenas, a terceira maior população indígena do Brasil, atrás apenas do Amazonas e da Bahia, e há presença indígena nos 79 municípios do estado. Os dois maiores povos são os Guarani-Kaiowá, que estão entre os quatro maiores povos indígenas do país, com cerca de 38,6 mil falantes da língua, e os Terena. A Reserva Indígena de Dourados, demarcada no começo do século XX, reúne famílias Kaiowá, Guarani e Terena numa área pequena, com densidade de cerca de 432 habitantes por quilômetro quadrado, nove vezes a média do município.
É preciso dizer com todas as letras que o estado tem conflito fundiário aberto. De um lado, comunidades que fazem retomadas para recuperar o tekoha, a terra onde se vive; do outro, produtores que alegam propriedade das áreas. Há processos em curso, demarcações pendentes e registro de violência. Isso não é pano de fundo bonito para campanha, não é assunto que uma marca resolve num vídeo de trinta segundos, e romantizar a situação é ofensivo para quem está dentro dela.
A linha entre respeito e exploração é clara. O que não se faz: usar pessoa indígena como cenário de produto, gravar em aldeia sem autorização formal da comunidade, publicar rosto sem consentimento por escrito, caracterizar figurante com grafismo de um povo que não é o dele, usar a palavra tribo, tratar cultura viva como fantasia e pagar em produto ou em visibilidade. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e o povo corretamente, combinar o uso da imagem antes de gravar, pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator e deixar a pessoa contar a própria história, no tempo dela. Se a campanha vai falar de artesanato, de semente, de erva ou de alimento vindo de território indígena, o mínimo é nomear o povo, a associação e o acordo comercial. Na Simmark, o contrato e os direitos de uso ficam escritos antes de a câmera ligar.

Foto: Sintegrity, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Pantanal, queimada e CONAR: o cuidado que evita greenwashing
Gravar em Mato Grosso do Sul coloca a sua marca no meio do assunto mais vigiado da comunicação brasileira. O estado é ao mesmo tempo a vitrine do Pantanal, com 27% do território dentro do bioma, e uma potência de gado, soja, cana e celulose. Fogo é parte do noticiário todo ano: entre 1º de janeiro e 16 de junho de 2024, o fogo consumiu 114,97 mil hectares do Pantanal sul-mato-grossense, segundo levantamento do Cemtec com dados de satélite, e o acesso difícil é o maior obstáculo ao combate.
Em 24 de outubro de 2025, o CONAR aprovou a revisão do artigo 36 e do Anexo U do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que tratam de apelos de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. As regras passaram a exigir evidência verificável, qualificadores claros e transparência sobre metas, ciclo de vida e limitações da alegação. Traduzindo: dizer que o produto é sustentável porque o vídeo tem Pantanal atrás é exatamente o que a norma quer impedir.
Três cuidados resolvem quase tudo, e vale deixá-los escritos antes de o creator começar. Primeiro, não usar o bioma como cenário de alegação: se a marca não tem rastreabilidade, o vídeo não fala de meio ambiente. Segundo, se tem rastreabilidade, mostrar o caminho em vez de afirmar o resultado, com a fazenda, o lote, o certificado, o nome de quem produziu e o que mudou ali. Terceiro, não transformar queimada e enchente em imagem bonita, porque atinge gente de verdade. A alternativa honesta rende mais, e é justamente o que o UGC faz melhor que a publicidade tradicional, porque quem fala é quem está lá.

Foto: Munique Bassoli, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Criadores de conteúdo em Mato Grosso do Sul: sotaque, hábitos e ideias de vídeo
O jeito de falar do sul-mato-grossense tem menos chiado que o do vizinho do norte e muito mais fronteira. Palavra em espanhol e em guarani entra na frase sem aviso: tereré, guampa, chipa, tekoha, che. O ritmo é mais lento que o do Centro-Sul, o tratamento é direto, e no sul do estado, perto de Dourados, Amambai e Ponta Porã, o portunhol é rotina de comércio. No leste, em Três Lagoas e Paranaíba, o sotaque puxa para o paulista, porque a divisa com São Paulo é ali.
É um estado em que quase todo mundo tem alguém no campo, mesmo morando em apartamento na capital. O fim de semana é chácara, rio, pesqueiro ou fazenda; o tereré é o dia inteiro; o espetinho é de fim de tarde; o carro é caminhonete; e o assunto de comércio é a cotação da arroba, o preço do insumo e o câmbio, porque isso mexe com a cidade inteira. Os criadores de conteúdo em Mato Grosso do Sul usam isso a favor da marca, porque o público reconhece na hora quem é de casa e quem chegou de avião na véspera.
Algumas ideias que você pode colocar direto no briefing, cada uma com o gancho dos primeiros segundos:
- Sobá de madrugada na Feira Central, comendo de hashi em banco comprido, para tempero, panela, utensílio, delivery ou maquininha. Gancho: "Onze da noite em Campo Grande. Isso aqui é o nosso macarrão japonês."
- Dia de flutuação em Bonito mostrando como funciona o voucher e o horário marcado, para roupa de secagem rápida, caixa estanque, protetor ou óculos. Gancho: "Aqui você não compra entrada na porta. Te explico por quê."
- Amanhecer na Estrada Parque do Pantanal contando as pontes de madeira até Corumbá, para picape, pneu, câmera de ação, repelente ou seguro. Gancho: "São cem quilômetros de terra até o rio Paraguai. Vem comigo."
- Roda de tereré no fim da tarde, explicando guampa, bomba e a ordem de quem bebe primeiro, para bebida, garrafa térmica, gelo, mercado ou moda. Gancho: "Se você fizer isso errado aqui, todo mundo percebe."
- Travessia a pé da Avenida Internacional em Ponta Porã, com dois países na mesma quadra, para telefonia, banco, câmbio, curso de idioma ou viagem. Gancho: "Esse lado é Brasil. Esse lado é Paraguai. E eu moro no meio."
- Dia de trabalho no polo de celulose em Três Lagoas, com turno, alojamento e cidade nova, para alimento, bota, uniforme, eletrônico ou banco. Gancho: "Essa fábrica mudou uma cidade inteira em dois anos."
- Compra do mês em Dourados comparando preço dos dois lados da fronteira legal, para varejo, higiene, cartão ou aplicativo. Gancho: "Sou de Dourados. Olha o que eu compro aqui e o que eu compro lá."
- Rotina de peão em fazenda pantaneira em Aquidauana, com cavalo, boiada e comida na brasa, para roupa de trabalho, chapéu, faca, churrasco ou veículo. Gancho: "Cinco da manhã no Pantanal. O gado não espera."
- Avenida florida de Campo Grande no fim do inverno, com a cidade inteira parando para fotografar, para moda, beleza, celular ou imobiliária. Gancho: "Dura três semanas por ano. É agora."
- Visita ao Bioparque Pantanal, o maior aquário de água doce do mundo, para família, calçado, mochila, celular ou educação. Gancho: "O maior aquário de água doce do mundo fica em Campo Grande. Vem ver."

Foto: Gabfilhodagal, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Marketing de influência em Mato Grosso do Sul ou UGC? Como montar a campanha
Os dois caminhos existem no estado, e a diferença está no uso do vídeo. No marketing de influência em Mato Grosso do Sul, você paga pelo alcance: o post sai no perfil de um dos influenciadores sul-mato-grossenses, para o público dele, e vive o tempo que o combinado permitir. No UGC, você paga pelo vídeo e usa nos seus canais e nos seus anúncios quantas vezes quiser. A comparação completa está em UGC x influenciador.
Na Simmark, você publica o briefing, escolhe o nicho e as regiões e define quanto quer investir por vídeo. Creators de Mato Grosso do Sul se candidatam, e você aprova quem grava pelo portfólio, não pelo número de seguidores. O guia de como escrever um briefing de UGC e o de quanto pagar por UGC ajudam a começar, e o post sobre direitos de uso em UGC explica por que o vídeo aprovado é seu para usar onde quiser, sem prazo. Para escolher o formato antes de escrever, vale olhar formatos de UGC.
O calendário sul-mato-grossense ajuda a programar a produção: de julho a novembro é a seca, com a Estrada Parque aberta e o bicho na margem do rio; de julho a setembro os ipês abrem na capital; em agosto vêm o Festival do Sobá, o aniversário de Campo Grande, no dia 26, e o Festival de Inverno de Bonito; em novembro chega a Black Friday; de dezembro a março o Pantanal alaga e boa parte das estradas de terra sai do briefing; e em fevereiro o carnaval de rua de Corumbá puxa volume de conteúdo. O calendário completo está em eventos. Marcas que já rodam campanha em Mato Grosso descobrem que aqui o repertório é outro, e quem vem de Goiás ou de São Paulo encontra um público de fronteira que nenhuma das duas praças reproduz.
A plataforma abre em outubro de 2026, com isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026 para quem entrar antes: .

Foto: Rubens Costa Marques, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Sua marca na primeira leva de campanhas em Mato Grosso do Sul.
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro e tem isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.
Fontes dos números
- IBGE, Censo 2022, população residente (SIDRA, tabela 4709)
- IBGE, PIB dos Municípios 2023 (SIDRA, tabela 5938)
- Prefeitura de Bonito, Anuário Estatístico do Turismo de Bonito, ano base 2025, do Observatório do Turismo e Eventos de Bonito
- IBGE, Pesquisa da Pecuária Municipal 2024, efetivo de bovinos (SIDRA, tabela 3939)
- IBGE, Produção Agrícola Municipal 2025, soja, milho e cana-de-açúcar (SIDRA, tabela 1612)
- IBGE, Censo 2022, área territorial e densidade demográfica (SIDRA, tabela 4714)
- Agência Brasil, Censo 2022, Brasil tem 1,69 milhão de indígenas, com a distribuição por estado
- Prefeitura de Bonito, Gruta do Lago Azul registra a maior visitação dos últimos cinco anos
- Revista da UEMG, o voucher único como instrumento componente da gestão da atividade turística em Bonito
- Campo Grande News, Bonito e o voucher único, artigo de Luiz Del Vigna de 11 de setembro de 2026
- Campo Grande News, a extensão do Pantanal em Mato Grosso do Sul e o desafio contra o fogo, com dados do Cemtec, do Lasa e do INPE
- Prefeitura Municipal de Corumbá, dados geográficos do município
- Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, turismo na Estrada Parque e a melhor época de visita
- Perfil News, Vale da Celulose, Mato Grosso do Sul e a capacidade instalada do setor
- Perfil News, Vale da Celulose avança e transforma Três Lagoas em potência florestal
- Suzano, início de operação da maior linha de produção de celulose do mundo, em Ribas do Rio Pardo
- Semadesc, Mato Grosso do Sul, ponte internacional da Rota Bioceânica, execução e prazo
- Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, chamamé registrado como bem de natureza imaterial do estado
- Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Campo Grande é reconhecida oficialmente como a Capital Nacional do Chamamé
- Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Dia Estadual do Chamamé em 19 de setembro
- Correio do Estado, tereré é declarado patrimônio cultural e imaterial de Mato Grosso do Sul
- Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, tereré eleito patrimônio imaterial da humanidade pela UNESCO
- Made in Japan, sobá de Campo Grande, patrimônio cultural imaterial pelo Decreto municipal 9.685 de 2006
- Bioparque Pantanal, governo de Mato Grosso do Sul
- Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, Ponta Porã, o turismo e a cultura de fronteira
- Universidade Federal da Grande Dourados, sobre Dourados
- Instituto Socioambiental, o modo de vida guarani kaiowá na Reserva Indígena de Dourados
- CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, artigo 36 e Anexo U
- Propmark, CONAR atualiza código e define regras éticas contra o greenwashing na publicidade
Esse pode ser o seu cenário.




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ThreadsComo encontrar creators em Mato Grosso do Sul pela Simmark.
A Simmark abre em outubro de 2026. Na lista de espera, você é avisado na abertura e já pode publicar a sua primeira campanha. Os creators em Mato Grosso do Sul se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um e pelo nicho que precisa.
- 1Entre na lista de espera
- 2Publique a campanha quando a plataforma abrir, em outubro
- 3Escolha entre os creators em Mato Grosso do Sul que se candidatarem
Mato Grosso do Sul · MSCreators disponíveisPerguntas sobre UGC em Mato Grosso do Sul.
Quais nichos mais contratam UGC em Mato Grosso do Sul?
Alimentos e bebidas, Viagem e turismo, Automotivo e Beleza e skincare são os que mais pedem conteúdo em Mato Grosso do Sul. Cada um tem uma página com o tipo de vídeo que funciona e exemplos: alimentos e bebidas, viagem e turismo, automotivo e beleza e skincare.
Qual a melhor época para fazer campanha de UGC em Mato Grosso do Sul?
O pico de demanda em Mato Grosso do Sul vai da Expogrande ao inverno de Bonito. É quando mais marcas querem conteúdo ao mesmo tempo, então vale publicar o briefing algumas semanas antes, para escolher os creators com calma e ter o material pronto na hora certa.
Preciso de um creator que more em Mato Grosso do Sul?
Depende do que o vídeo precisa mostrar. Para um produto que chega pelo correio, creators de qualquer lugar do país gravam bem. Para mostrar um lugar, um evento ou o jeito de falar de quem vive em Mato Grosso do Sul, quem mora ali entrega o que ninguém de fora consegue encenar. Na Simmark dá para buscar creators por cidade, além de nicho, para achar quem está perto.
Como encontrar criadores de conteúdo em Mato Grosso do Sul fora de Campo Grande?
Na Simmark, você publica a campanha e escolhe os creators pela região, então dá para pedir gente de Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Bonito, Aquidauana, Miranda, Naviraí, Maracaju, Nova Andradina, Chapadão do Sul e Ribas do Rio Pardo no mesmo briefing, junto com a capital. A escolha é pelo portfólio e pelas avaliações de outras marcas, não pelo número de seguidores. Isso importa num estado com só 79 municípios, em que Dourados sozinha responde por 11,0% do PIB e Três Lagoas por 8,0%.
Vale fazer marketing de influência em Mato Grosso do Sul ou contratar UGC?
Depende do objetivo. Se você quer aparecer no perfil de alguém com público grande no estado, é marketing de influência. Se você quer vídeos para usar nos seus anúncios, no site e nas redes da marca, é UGC. Muitas marcas que estão entrando no Centro-Oeste começam pelo UGC porque o mesmo vídeo serve para vários canais, fica com a marca sem prazo de uso e permite testar cenários muito diferentes dentro do mesmo orçamento, de rio transparente em Bonito a planície alagada em Corumbá e fábrica de celulose em Três Lagoas.
Qual a melhor época do ano para gravar UGC em Mato Grosso do Sul?
De julho a novembro, na seca, o Pantanal baixa, a fauna se concentra na margem, a Estrada Parque fica trafegável sem veículo especial e a água de Bonito costuma ficar mais clara. É também quando os ipês abrem em Campo Grande, entre julho e setembro, e quando acontecem o Festival do Sobá e o Festival de Inverno de Bonito, em agosto. De dezembro a março vem a cheia: a planície alaga, muita estrada de terra exige 4x4 e boa parte do acesso ao Pantanal passa a ser de barco, o que encarece a produção.
Dá para gravar conteúdo de marca em Bonito? Como funciona o voucher único?
Dá, mas com planejamento. Desde 1995, por resolução do Conselho Municipal de Turismo de Bonito, nenhum atrativo vende entrada na portaria: a visita é agendada por agência receptiva credenciada, que emite o voucher único com data, hora, guia designado e número de pessoas, porque cada rio, gruta e trilha tem teto diário de visitantes. Na prática, não existe gravação improvisada, o guia é obrigatório e cada atrativo tem a própria regra para filmagem comercial e drone. Por isso vale contratar creator que já mora em Bonito ou em Jardim: ele resolve agência, horário e autorização sem você entrar nessa fila.
Posso gravar com povos indígenas de Mato Grosso do Sul na minha campanha?
Só com consentimento, contexto e pagamento, e nunca como cenário. O Censo 2022 registrou 116.346 pessoas indígenas no estado, a terceira maior população indígena do país, com presença nos 79 municípios e com os Guarani-Kaiowá entre os quatro maiores povos do Brasil. O estado tem conflito fundiário aberto, com demarcações pendentes e processos em curso, então romantizar a situação é ofensivo. O que não se faz: gravar em aldeia sem autorização formal da comunidade, publicar rosto sem acordo por escrito, caracterizar figurante com grafismo de um povo, usar a palavra tribo ou pagar em produto. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e o povo, combinar o uso da imagem antes e pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator.
Influenciadores sul-mato-grossenses funcionam para uma campanha nacional?
Funcionam, e por um motivo prático: Mato Grosso do Sul entrega quatro repertórios visuais muito diferentes a poucas horas de distância. Rio de água transparente em Bonito e Jardim, planície alagada e boiada no Pantanal de Corumbá e Aquidauana, lavoura e curral em Maracaju e Chapadão do Sul e fronteira urbana com o Paraguai em Ponta Porã. Na Simmark, os direitos de uso são vitalícios e valem em qualquer canal: redes sociais, anúncio pago, site, e-commerce e ponto de venda.
Como encontrar creators em Mato Grosso do Sul antes do lançamento?
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado na abertura e já pode publicar a primeira campanha: os creators em Mato Grosso do Sul se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um. .
Cidades em Mato Grosso do Sul
Cada página traz os cenários, o calendário e os nichos daquela cidade.
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