Vista da cidade de Manaus a partir do rio Negro no fim da tarde, com os prédios do centro ao fundo e barcos de passageiros parados junto à orla.

UGC creators no Amazonas.

Encontre creators que conhecem o público em todo o estado do Amazonas e receba conteúdo autêntico para as suas redes, o seu e-commerce e os seus anúncios. Tudo pela Simmark, o app de UGC.

o maior estado do país, com uma capital industrial e o rio decidindo o calendário

Como funciona para marcas

Foto da capa: Kelly, Pexels

Por que fazer UGC no Amazonas

Conteúdo local, feito por quem entende o público no Amazonas.

O Amazonas tem 3,94 milhões de habitantes em 62 municípios e o maior território do país. Metade da população vive em Manaus, que concentra o Polo Industrial da Zona Franca, o sexto maior PIB municipal do Brasil e um mercado de consumo urbano que quase nunca aparece na publicidade nacional.

É um estado onde a estrada é o rio e a distância muda o calendário. De Manaus a Parintins são quase 370 quilômetros de água; de Manaus a Tabatinga, mais de mil. Em junho, o estado inteiro para para ver Garantido e Caprichoso se enfrentarem no Bumbódromo; em agosto, Manacapuru enche para a Ciranda; entre setembro e novembro o rio baixa e aparecem praias de areia branca dentro da cidade; entre março e julho a água sobe, entra na floresta e vira igapó. O amazonense fala baixo e rápido, chama o amigo de "mano" e de "primo", usa "chibata" e "peita" para elogiar, come tambaqui na brasa, sanduíche de tucumã no café da manhã e açaí grosso com farinha e peixe. E tem pouca paciência com campanha que confunde o Amazonas com o Pará, trata a floresta como papel de parede e nunca mostra a cidade de dois milhões de pessoas que existe no meio dela.

Creators em todo o estado do Amazonas falam a língua da sua audiência: usam as referências, os cenários e a forma de falar de quem está na região. Esse conteúdo autêntico converte mais do que a publicidade tradicional e cabe em qualquer canal da sua marca.

Na Simmark, a sua marca publica um briefing e escolhe creators no Amazonas pelo portfólio e pela região: a creator de Manaus que grava no Largo de São Sebastião e no Mercado Adolpho Lisboa, o rapaz que sai do turno de uma fábrica do Distrito Industrial, a família de Iranduba que atravessa a ponte do rio Negro para o fim de semana, a torcedora de Parintins em junho, o pescador de Barcelos na temporada do tucunaré, a professora de Tefé que mostra a farinha de Uarini chegando na mesa. Você aprova quem grava, aprova o vídeo antes de pagar e usa o material onde quiser, sem prazo.

Amazonas em cena

O cenário que os creators no Amazonas têm na mão.

Da paisagem ao detalhe do dia a dia: é esse repertório que aparece no conteúdo feito por quem vive no Amazonas.

  • Interior do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, em Manaus, com a estrutura de ferro e o vitral ao fundo, bancas de temperos e frutas e pessoas circulando entre os corredores.Mercado Adolpho Lisboa, Manaus

    Foto: Ridiculopathy, Wikimedia Commons, CC0

  • Apresentação no Bumbódromo de Parintins, com a figura do boi dançando no centro da arena e a galera e a batucada nas laterais.Bumbódromo, Parintins

    Foto: Ministério da Cultura, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

  • Praia da Ponta Negra, em Manaus, vista do rio Negro, com faixa de areia cheia de guarda-sóis e banhistas e os prédios do bairro ao fundo.Ponta Negra, Manaus

    Foto: Dennis G. Jarvis, Wikimedia Commons, CC BY-SA 2.0

Calendário no Amazonas

Do Boi Manaus ao Festival de Parintins, o calendário do UGC no Amazonas.

Planeje as campanhas com antecedência: estes são os próximos momentos em que a região consome mais conteúdo de creator. Os eventos que já passaram saem da lista e ficam no calendário completo.

  • Creator fotografando um prato de comida com o celular para publicar nas redes.7 a 11 de outubro de 2026, das 17h às 23h, entrada gratuita

    10ª Feira de Agronegócios da Universidade Nilton Lins

    Cinco dias de feira gratuita com público de massa e mais de cem expositores de alimento, bebida e produto regional, cenário pronto para creator gravar degustação, bastidor de estande e review de produto amazônico.

  • Creator gamer fazendo uma transmissão ao vivo de videogame com iluminação neon.9 e 10 de outubro de 2026, na Arena da Amazônia

    Samba Manaus, edição de despedida

    Última edição de um festival que lota a Arena da Amazônia, com alto volume de conteúdo espontâneo de look, encontro e experiência de arena que marca patrocina bem.

  • Creator fotografando um prato de comida com o celular para publicar nas redes.9, 10 e 11 de outubro de 2026, entrada gratuita

    Jungle Matsuri

    Festival gratuito de comida e cultura japonesa concentra praça de alimentação, concurso de cosplay e dança, formatos que rendem vídeo curto de prova de comida e transformação de look.

  • Creator fotografando um prato de comida com o celular para publicar nas redes.15 a 17 de outubro de 2026, das 14h às 22h, entrada gratuita

    FIPA, Feira Internacional de Panificação da Amazônia

    Segunda edição de uma feira B2B de panificação e confeitaria com público de dezenas de milhares, ideal para marca de ingrediente, equipamento e embalagem contratar creator de receita e bastidor.

  • Creator gravando um vídeo de treino em casa com o celular para uma marca fitness.17 de outubro de 2026, largada às 17h30, provas de 5 km e 10 km

    Hoka Sunset Run Manaus

    Corrida de marca esportiva com largada no pôr do sol sobre o Rio Negro entrega cenário de vídeo difícil de repetir em qualquer outra capital.

  • Creator falando para a câmera em conteúdo educativo sobre um curso online.20 e 21 de outubro de 2026, das 9h às 17h, gratuito com inscrição prévia

    Senac Capacitar

    Mostra gratuita de profissões com público jovem reunido em dois dias, janela boa para escola, curso livre e plataforma de educação contratar depoimento e vídeo de bastidor.

Ver todos os eventos no Amazonas Mais 13 datas no calendário completo.
Guia de UGC no Amazonas

O que os números dizem sobre fazer UGC no Amazonas.

O Amazonas é o maior estado do Brasil em território e um dos menos retratados da publicidade nacional. São 3.941.613 habitantes em 62 municípios, um PIB de R$ 161,8 bilhões e uma capital que sozinha responde por quase 79% dessa economia, com o sexto maior PIB municipal do país. Mesmo assim, quando uma marca fala com o Norte, costuma falar com uma floresta genérica, um barco e uma trilha sonora de flauta. O UGC no Amazonas resolve isso por um caminho simples: quem mora aqui sabe a que horas o rio está bom para gravar, sabe o nome certo do peixe, sabe que Parintins tem duas cores e que nenhuma delas pode aparecer sozinha.

de habitantes no Amazonas, em 62 municípios, segundo o Censo 2022
3,94 mi
de PIB em Manaus em 2023, o 6º maior do país e 78,9% do PIB do estado
R$ 127,6 bi
de faturamento do Polo Industrial de Manaus em 2025, com 131.401 empregos diretos
R$ 227,6 bi
pessoas de cor ou raça indígena no estado, o maior número do Brasil, no Censo 2022
305 mil

UGC no Amazonas começa por Manaus, e Manaus é uma metrópole

O Censo 2022 contou 3.941.613 moradores no Amazonas, distribuídos em 62 municípios. Desses, 2.063.689 vivem em Manaus, a sétima maior população municipal do Brasil e a maior cidade da região Norte. É um caso raro no país: uma única cidade concentra 52,4% da população do estado inteiro. Em 2023, o PIB de Manaus foi de R$ 127,65 bilhões, o sexto maior entre os municípios brasileiros, à frente de Curitiba, Porto Alegre e Fortaleza, e equivalente a 78,9% do PIB estadual, que somou R$ 161,79 bilhões.

Quem nunca esteve aqui costuma imaginar uma vila ribeirinha. Manaus tem shopping, universidade, hospital de referência, trânsito de segunda-feira à tarde, delivery em toda esquina e bairros com identidade própria: o Centro histórico em volta do Largo de São Sebastião, a Ponta Negra de fim de tarde, a Cidade Nova e a Compensa com o comércio de bairro, o Adrianópolis com as marcas, a Zona Leste com o maior número de moradores e o Distrito Industrial, que emprega mais de 130 mil pessoas diretamente. Do outro lado da ponte do rio Negro, Iranduba e Manacapuru funcionam como extensão da capital.

Para a marca, isso significa que quase tudo o que um briefing pede cabe em um dia de gravação, sem viagem de barco. Na Simmark, você escolhe os creators pelo portfólio e pela região e pede no mesmo briefing um vídeo no centro, um na feira e um dentro de um apartamento da Zona Centro-Sul. Se a dúvida ainda é o formato, comece por o que é UGC.

Relógio Municipal no calçadão da Avenida Eduardo Ribeiro, no centro de Manaus, com lojas, carros estacionados e pedestres passando na calçada.
Relógio Municipal, centro de Manaus

Foto: Daniel Magalhaes, Pexels

A Zona Franca, o Polo Industrial e o consumidor que trabalha nele

O Polo Industrial de Manaus fechou 2025 com faturamento recorde de R$ 227,67 bilhões, alta de 11,02% sobre 2024, e média mensal de 131.401 empregos diretos, segundo a SUFRAMA. No primeiro semestre de 2026 o polo faturou R$ 121,76 bilhões, com média de 130.903 empregos. Os subsetores que puxam o resultado são bens de informática, com 22,01% do faturamento, duas rodas, com 19,77%, eletroeletrônico, com 15,90%, e químico, com 10,87%. Bebidas foi o segmento que mais cresceu no período, 48,05%.

Traduzindo para linguagem de marca: boa parte do celular, da TV, do ar-condicionado, do micro-ondas e quase toda a moto que o Brasil compra é montada aqui. E o público que trabalha nisso é um consumidor urbano, assalariado, com crédito, que compra eletrodoméstico parcelado, troca de moto, planeja a viagem de férias e acompanha lançamento de tecnologia como quem acompanha o próprio trabalho.

É um perfil que quase não aparece nas campanhas nacionais e que responde muito bem a conteúdo feito por gente igual a ele. Veja o que funciona em UGC de tecnologia e eletrônicos e em UGC automotivo.

Porto Flutuante de Manaus com barcos regionais de dois andares atracados lado a lado, passageiros embarcando na plataforma e lanchas amarradas na frente.
Porto Flutuante, Manaus

Foto: James Martins, Wikimedia Commons, CC BY 3.0

Quer creators no Amazonas na sua primeira campanha, em outubro?

O Encontro das Águas, o rio Negro e Anavilhanas

Logo abaixo de Manaus, a água preta do rio Negro encosta na água barrenta do Solimões e as duas correm lado a lado por quilômetros sem se misturar, por diferença de temperatura, densidade e velocidade. É o Encontro das Águas, e é uma das poucas imagens do Brasil que dispensam legenda: quem vê sabe na hora onde é.

Subindo o rio Negro, a cerca de 40 quilômetros da capital, fica o Parque Nacional de Anavilhanas, criado em 1981 e administrado pelo ICMBio, com sede em Novo Airão. São mais de 400 ilhas em um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, e o número muda conforme o nível da água, que oscila até dez metros entre a vazante e a enchente. Na seca aparecem praias; na cheia, a floresta fica com os troncos dentro d'água.

Para marca de bebida, câmera, roupa técnica, calçado, óculos, hospedagem e aplicativo de viagem, é cenário que não se repete em nenhum outro estado. E é perto: dá para sair de Manaus de manhã, gravar e voltar no mesmo dia, sem diária de viagem para a produção.

Vista aérea do Encontro das Águas em Manaus, com a linha nítida entre a água escura do rio Negro e a água barrenta do rio Solimões e navios ancorados no trecho escuro.
Encontro das Águas, Manaus

Foto: Portal da Copa, Wikimedia Commons, CC BY 3.0 BR

A seca e a cheia mudam o calendário de gravação

No Amazonas, o rio é o calendário. O Porto de Manaus mede o nível do rio Negro desde 1902, e os dois extremos da série estão a menos de quatro anos um do outro: a maior cheia registrada foi de 30,02 metros, em 16 de junho de 2021, e a menor seca foi de 12,11 metros, em 9 de outubro de 2024. São quase 18 metros de diferença entre um retrato e outro do mesmo lugar.

Na prática, existem duas paisagens e dois calendários. Entre setembro e novembro, na vazante, surgem praias de areia branca em Manaus, em Iranduba e no baixo rio Negro, e é a melhor janela do ano para conteúdo de praia, bebida gelada, moda praia, protetor solar e caixa de som. Entre março e julho, na cheia, a água entra na mata e cria o igapó, com árvores dentro do rio, cenário de canoa, silêncio e luz filtrada, ótimo para conteúdo contemplativo, de turismo e de produto ao ar livre.

Esse detalhe separa o briefing que funciona do que dá errado. Pedir praia de rio em maio é pedir algo que não existe. Um creator local sabe disso antes de você perguntar, e é por isso que combinar mês, cenário e clima com quem mora aqui poupa refação. Para pensar formatos, vale olhar formatos de UGC.

Vista aérea de um banco de areia exposto na vazante do rio, em Barcelos, no Amazonas, com a água escura de um lado, a água clara do outro e a floresta ao redor.
Praia de rio na vazante, Barcelos

Foto: Ivo Brasil, Pexels

Parintins, o boi e a regra de ouro: Garantido e Caprichoso na mesma medida

Parintins tem 96.372 moradores e fica a quase 370 quilômetros de Manaus, rio abaixo. Na última semana de junho, em três noites, a cidade recebe o Festival Folclórico de Parintins, a disputa entre os bois-bumbás Garantido, de vermelho, e Caprichoso, de azul, dentro do Bumbódromo. O Complexo Cultural do Boi Bumbá do Médio Amazonas e Parintins foi registrado pelo IPHAN no Livro das Celebrações em novembro de 2018, como Patrimônio Cultural do Brasil, e o inventário mostrou que o boi vive em mais de oitenta conjuntos espalhados por oito municípios, não só na ilha.

Aqui está o cuidado que nenhuma marca pode ignorar. A torcida é dividida ao meio e a rivalidade é levada a sério a vida inteira, dentro da mesma família. Campanha que veste uma cor só, que usa só o vermelho ou só o azul, que chama um boi de favorito ou que publica só a imagem de um deles perde metade do público e costuma ser cobrada nos comentários. A regra prática é simples: os dois aparecem, com o mesmo espaço, o mesmo tempo de tela e o mesmo tom, ou nenhum aparece e a campanha fala do entorno.

E há muito entorno para gravar: a viagem de barco ou de avião, a hospedagem lotada, o comércio da ilha, o ensaio nos currais, a comida, o figurino, a maquiagem, a arquibancada, a volta para casa. Na Simmark, você deixa essa regra escrita no briefing e escolhe creators de Parintins e de Manaus que já sabem lidar com ela, porque cresceram dentro dela.

Vista aérea da cidade de Parintins às margens do rio Amazonas, com as ruas e casas do centro, a orla de pedras e barcos atracados.
Parintins, no rio Amazonas

Foto: Mário Oliveira, Ministério do Turismo, Wikimedia Commons, domínio público

Manacapuru, Itacoatiara e o interior que fica perto de Manaus

Manacapuru tem 101.883 moradores e fica a cerca de uma hora e meia de Manaus por estrada, depois da ponte do rio Negro. No último fim de semana de agosto acontece o Festival de Cirandas, no Parque do Ingá, o segundo maior festival folclórico do estado, com os grupos Flor Matizada, Guerreiros Mura e Tradicional. É saia rodada, cor forte e arquibancada cheia, com um detalhe prático a favor da produção: fica perto, dá para ir e voltar de carro.

Itacoatiara, com 103.598 moradores, é o segundo município mais populoso do Amazonas e tem o terceiro maior PIB do estado, R$ 3,32 bilhões em 2023. A economia gira em torno do porto: o terminal da Hermasa Navegação da Amazônia, do grupo Amaggi, em operação desde 1997, embarca soja e milho que descem o rio Madeira vindos de Porto Velho e seguem para o exterior. É uma cidade de logística, comércio e serviço, com público assalariado e rotina de interior.

Esse é o Amazonas que quase nunca aparece em anúncio e que compra bastante: lojista, caminhoneiro, funcionário público, professora, motorista de aplicativo, revendedora. Um creator de Manacapuru ou de Itacoatiara fala com essa gente sem precisar traduzir nada, e o vídeo custa menos do que levar produção da capital.

Apresentação noturna no Festival de Cirandas de Manacapuru, com alegorias gigantes iluminadas na arena e o público assistindo das arquibancadas.
Festival de Cirandas, Manacapuru

Foto: Baderneiro, Wikimedia Commons, CC0

Presidente Figueiredo e as cachoeiras a 130 quilômetros da capital

Presidente Figueiredo fica a 130 quilômetros de Manaus pela AM-010 e é conhecida como a terra das cachoeiras. Segundo o Ministério do Turismo, já foram catalogadas mais de cem cachoeiras de tamanhos e formatos diferentes, além de corredeiras e grutas, com atrativos estruturados como a Cachoeira do Berro D'Água, o complexo Iracema Falls, a Cachoeira dos Pássaros e o Parque do Urubuí.

É o contraponto perfeito ao clichê do Amazonas. Não tem barco, não tem rio largo, não tem floresta vista de cima: tem pedra, queda d'água, trilha, roupa molhada e gente se jogando na água. É o cenário que uma marca de calçado, mochila, roupa esportiva, repelente, protetor, bebida isotônica, câmera de ação ou seguro viagem procura e raramente encontra no Norte.

Como o trecho é rodoviário, o custo de produção cai muito: um creator de Manaus sai de manhã, grava um dia inteiro e volta à noite. A cidade também é o segundo maior município produtor de guaraná do país, com 230 toneladas colhidas em 2025, atrás apenas de Maués.

Cachoeira da Iracema, em Presidente Figueiredo, com a água caindo em cortina sobre a rocha avermelhada e a mata fechada nas duas margens.
Cachoeira da Iracema, Presidente Figueiredo

Tefé, Coari e o Médio Solimões

Subindo o Solimões, o estado muda de escala. Tefé tem 73.669 moradores e é a porta de entrada da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, a primeira do Brasil nessa categoria e o lugar onde nasceu, em 1999, o manejo comunitário do pirarucu. Coari, com 70.616 moradores, tem o segundo maior PIB municipal do estado, R$ 3,89 bilhões em 2023, puxado pela Província Petrolífera de Urucu, a maior reserva terrestre de petróleo e gás natural do país, descoberta pela Petrobras em 1986.

São cidades médias com aeroporto, comércio, escola técnica, renda de royalties ou de manejo, e uma rotina que não se parece com a da capital: o transporte é o barco, a internet oscila, a compra chega por via fluvial e o preço do frete entra na conta de tudo. Mais acima ainda, Tabatinga, com 66.764 moradores, faz tríplice fronteira com a Colômbia e o Peru, e tem um comércio de fronteira com público de três países.

Para marca de alimento, higiene, energia solar, eletrodoméstico, telefonia, banco e seguro, esse interior é um mercado real e mal atendido, que reage bem a alguém de casa explicando o produto. E é o tipo de vídeo que produção de fora não consegue fazer: o deslocamento sozinho consome o orçamento.

Orla de Tefé no fim da tarde, com dezenas de canoas de madeira encostadas na beira do lago, moradores e motos na faixa de areia e os casarões antigos da cidade ao fundo.
Orla de Tefé, no Médio Solimões

Foto: sgt-bartos, Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0

Pesca esportiva no rio Negro e o turismo de selva

A pesca esportiva movimenta cerca de R$ 70 milhões por ano no Amazonas, segundo a Confederação Brasileira de Pesca Esportiva, e Barcelos, no médio rio Negro, é referência mundial em tucunaré-açu. A temporada acompanha o rio baixo, em geral de agosto a março, e leva pescadores brasileiros e estrangeiros para barcos-hotel, flutuantes e pousadas em Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro, Novo Airão e Tefé.

Ao lado disso existe o turismo de selva, com lodges no rio Negro e no Solimões que vendem pacote de dois a quatro dias com trilha, canoa, observação de aves e pesca. O turismo no estado cresceu 12,4% em 2025, o maior avanço do país, com 379.662 visitantes, alta de 14,15% sobre 2024, e receita direta estimada em R$ 755 milhões entre janeiro e outubro. O aeroporto Eduardo Gomes movimentou 2.895.792 passageiros no ano, com o fluxo internacional dobrando.

É um público de alto poder aquisitivo, que compra equipamento caro, roupa técnica, óculos polarizado, repelente, bota, mochila, câmera e seguro. E é um conteúdo que precisa de quem está no barco, não de quem viu foto: o vídeo bom aqui é o do guia, do piloteiro, do pescador local. Veja UGC de viagem e turismo.

Casa flutuante de madeira com telhado de palha ancorada num braço do rio Negro, perto de Manaus, com hóspedes sentados no deque e a floresta fechada na margem ao fundo.
Flutuante no rio Negro, Manaus

Foto: James Martins, Wikimedia Commons, CC BY 3.0

Povos indígenas do Amazonas: o que uma marca pode e o que não pode fazer

O Amazonas tem a maior população indígena do Brasil. No Censo 2022, 305.243 pessoas se declararam de cor ou raça indígena no estado, mais do que o triplo do segundo colocado, o Mato Grosso do Sul. Os quatro municípios com mais indígenas do Brasil ficam todos aqui: São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, com 45.919, Tabatinga, com 27.518, São Paulo de Olivença, com 19.890, e Manaus, com 18.854. Ou seja, parte importante dessa população vive em área urbana, na capital, e não apenas em terra indígena.

Existe uma linha clara entre respeito e exploração, e ela é fácil de enxergar. O que não se faz: usar pessoa indígena como cenário de produto, gravar em aldeia sem autorização da comunidade, publicar rosto sem consentimento por escrito, pintar figurante com grafismo para imitar identidade que não é dele, usar a palavra tribo, tratar cultura viva como fantasia e pagar em produto ou em visibilidade. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e o povo, combinar o uso da imagem antes de gravar, pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator e deixar a pessoa contar a própria história, no tempo dela.

Existe um bom exemplo de protagonismo econômico no próprio estado. Em 20 de outubro de 2020 o INPI reconheceu a Terra Indígena Andirá-Marau, do povo Sateré-Mawé, como Denominação de Origem do guaraná nativo, a primeira Denominação de Origem do Brasil concedida para uso de um povo indígena. É disso que uma campanha honesta fala: de quem produz, do que recebe e do que a marca comprou, com nome e contrato.

Canoeiro remando sozinho numa canoa de madeira estreita pelo rio Negro, no Amazonas, com moitas de vegetação alagada de um lado e céu azul com nuvens ao fundo.
Canoa no rio Negro

Foto: Lucia Barreiros da Silva, Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0

A mesa amazonense: tambaqui, pirarucu, tucumã e farinha de Uarini

Comida é o assunto que mais circula nas redes do estado, e ela tem nome próprio. Tambaqui na brasa com farinha, pirarucu de manejo, sanduíche de tucumã no café da manhã, com queijo coalho e pão francês, açaí grosso comido com farinha e peixe, cupuaçu em suco e em doce, jaraqui frito, caldeirada, x-caboquinho e a farinha de Uarini, aquela de bago grande e torrada, que cruje na boca.

A farinha de Uarini tem Indicação de Procedência concedida pelo INPI, que abrange Tefé, Uarini, Alvarães e Maraã e três unidades de conservação, e virou Patrimônio Cultural Imaterial do Amazonas pela Lei estadual nº 6.794, de 2024. É a terceira Indicação Geográfica do estado, ao lado do guaraná de Maués e dos peixes ornamentais do rio Negro. O açaí e o cupuaçu também são daqui, mas convém saber o tamanho: em 2025 o Amazonas colheu 96.175 toneladas de açaí, 4,8% do país, e 3.426 toneladas de cupuaçu, 8,9%, enquanto o Pará concentra a maior parte da produção nacional dos dois.

Dois detalhes evitam vídeo com cara de forasteiro. O primeiro é não confundir o Amazonas com o Pará: jambu e tacacá são marca registrada da mesa paraense, circulam em Manaus, mas não são o que assina a cozinha amazonense. O segundo é o nome certo das coisas, do jaraqui ao tucumã, que só quem é de casa acerta de primeira. Veja UGC de alimentos e bebidas.

Banca de peixe do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, em Manaus, com mantas de pirarucu salgado penduradas e postas sobre o balcão e bandejas de peixe em salmoura na frente.
Banca de peixe no Mercado Adolpho Lisboa, Manaus

Foto: Ridiculopathy, Wikimedia Commons, CC0

Guaraná de Maués e pirarucu manejado: origem que se comprova

Maués, a cerca de 270 quilômetros de Manaus, é a terra do guaraná e o maior município produtor do Brasil: 461 toneladas colhidas em 2025, com valor de produção de R$ 20,7 milhões, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE. Vale registrar a nuance, porque ela costuma aparecer errada nos textos de marca: o maior estado produtor de guaraná é a Bahia, com 62,1% da colheita nacional de 2025, e o Amazonas vem em segundo, com 33,4%. O que Maués tem, e ninguém mais tem, é a origem da planta, a Indicação de Procedência concedida pelo INPI em 2018 e a tradição Sateré-Mawé do waraná.

O pirarucu de manejo é a outra história de origem do estado. O modelo começou em 1999, no Médio Solimões, com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá: como o peixe respira ar e sobe à superfície a cada quinze ou vinte minutos, pescadores treinados fazem a contagem anual dos adultos, e a cota do ano seguinte fica em torno de 30% do que foi contado. É uma cadeia que envolve comunidades inteiras, com rastreabilidade e data de pesca.

Para marca de alimento, bebida, suplemento, cosmético com ativos amazônicos e varejo, isso é conteúdo pronto e verificável: a colheita, a torrefação do guaraná no forno de barro, o bastão ralado na língua do pirarucu, a despesca, a pesagem, o gelo. É origem que se filma e se comprova, e é o contrário de uma alegação genérica de sustentabilidade.

Cacho de frutos de guaraná ainda no pé em Maués, no Amazonas, com as cápsulas vermelhas e amarelas abertas entre as folhas verdes da planta.
Guaraná no pé, Maués

Criadores de conteúdo no Amazonas: sotaque, cultura e ideias de vídeo

Em 27 de julho de 2026, na 48ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, em Busan, a UNESCO inscreveu o conjunto Teatros da Amazônia, formado pelo Teatro Amazonas, em Manaus, e pelo Theatro da Paz, em Belém, na Lista do Patrimônio Mundial. É o primeiro bem cultural da região Norte na lista e a 26ª inscrição brasileira. O Teatro Amazonas foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896, no auge do ciclo da borracha, e tombado pelo IPHAN em 1966. O Mercado Municipal Adolpho Lisboa, com estrutura de ferro trazida de Liverpool e desenho inspirado no Les Halles de Paris, foi inaugurado em 15 de julho de 1883 e tombado pelo IPHAN em 1987.

A cultura popular é igualmente forte fora dos prédios históricos. O boi-bumbá organiza o ano inteiro em Parintins e no Médio Amazonas, a ciranda faz o mesmo em Manacapuru, e o som que toca em festa de Manaus mistura toada, brega, forró e o que chega de Belém. O amazonense fala baixo e rápido, usa "mano" e "primo" para qualquer pessoa, diz "chibata" e "peita" quando algo é muito bom e trata "égua" como coisa de vizinho, não de casa. É um jeito de falar que combina com vídeo curto e afasta a voz de locutor: os criadores de conteúdo no Amazonas usam isso a favor da marca, porque o público reconhece na hora quem é de casa.

Algumas ideias que você pode colocar direto no briefing, cada uma com o gancho dos primeiros segundos:

  • Café da manhã com sanduíche de tucumã na banca do bairro, para padaria, laticínio, café, tempero ou delivery. Gancho: "Se você acha que isso é abacate, senta que eu te explico."
  • Volta do turno no Distrito Industrial, da fábrica para casa de moto, para capacete, moto, ferramenta, ar-condicionado ou crédito. Gancho: "Saí da linha às cinco. O que salva o meu trajeto até em casa."
  • Praia de rio na vazante, com a areia que só existe alguns meses, para bebida, protetor, moda praia ou caixa de som. Gancho: "Essa praia some em janeiro. Corre que ainda dá tempo."
  • Canoa dentro do igapó na cheia, com as árvores na água, para câmera, mochila, roupa impermeável ou hospedagem. Gancho: "Estou remando por cima de uma floresta. Olha o tronco aqui embaixo."
  • Feira de peixe de manhã cedo, do jaraqui ao tambaqui, para faca, panela, bolsa térmica, tempero ou mercado. Gancho: "Seis da manhã na feira. Vou te ensinar a escolher tambaqui."
  • Véspera do festival em Parintins, com as duas torcidas se preparando lado a lado, para bebida, maquiagem, moda ou telefonia. Gancho: "Metade da minha família é vermelha, metade é azul. E hoje a casa é essa."
  • Estrada da AM-010 até as cachoeiras de Presidente Figueiredo, para calçado, mochila, protetor, repelente ou câmera de ação. Gancho: "Duas horas de Manaus e eu estou embaixo de uma cachoeira."
  • Compra de mês chegando de barco no interior, para alimento, higiene, eletrodoméstico ou aplicativo de pagamento. Gancho: "Aqui a compra do mês chega de balsa. Te mostro como eu organizo."
  • Torrefação artesanal do guaraná em Maués, com o bastão sendo ralado, para bebida, suplemento, café ou cosmético. Gancho: "Esse pó custa caro por um motivo. Vem ver como ele nasce."
  • Fim de tarde na Ponta Negra com a cidade inteira na orla, para bebida, tênis, roupa esportiva ou aplicativo de transporte. Gancho: "Cinco e meia na Ponta Negra é quando Manaus sai de casa."
Teatro Amazonas iluminado à noite em Manaus, visto da esquina da praça, com a fachada rosa e branca acesa e a cúpula de mosaico colorido no alto.
Teatro Amazonas, Manaus

Foto: Susan Valentim, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Amazônia em campanha de marca: como não cair em greenwashing

Gravar no Amazonas coloca a sua marca perto do assunto mais vigiado da comunicação brasileira. Em 24 de outubro de 2025 o CONAR aprovou a revisão do artigo 36 e do Anexo U do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que tratam de apelos de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. As regras passaram a exigir evidência verificável, qualificadores claros e transparência sobre metas, ciclo de vida e limitações da alegação. Ou seja: dizer que o produto é sustentável porque o vídeo tem floresta atrás é exatamente o que a norma quer evitar.

Três cuidados resolvem a maior parte dos problemas, e vale deixá-los escritos antes de o creator começar. Primeiro, a floresta não é cenário: o Amazonas é fábrica, porto, feira, cidade de dois milhões de pessoas e interior que vive de comércio, e as pessoas do vídeo estão trabalhando ou vivendo, não posando de natureza. Segundo, povos indígenas e comunidades ribeirinhas não são ilustração: entram com nome, consentimento, contexto e pagamento, como qualquer outro participante. Terceiro, a cheia e a seca extremas afetam gente de verdade, com comunidade isolada e alagação, então não se transforma tragédia em cenário bonito.

A alternativa honesta rende mais. Em vez de afirmar que a marca protege a Amazônia, mostre de onde vem o ingrediente, quem produz, quanto foi pago e o que muda para aquela família. Esse é o tipo de conteúdo que o UGC faz melhor do que a publicidade tradicional, porque quem fala é quem está lá.

Vista aérea da floresta amazônica no Amazonas, com um rio barrento serpenteando entre a mata fechada e bancos de areia expostos nas curvas.
Floresta e rio no Amazonas

Marketing de influência no Amazonas ou UGC? Como montar a campanha

Os dois caminhos existem no estado, e a diferença está no uso do vídeo. No marketing de influência, você paga pelo alcance: o post sai no perfil de um dos influenciadores amazonenses, para o público dele, e vive o tempo que o combinado permitir. No UGC, você paga pelo vídeo e usa nos seus canais e nos seus anúncios quantas vezes quiser. A comparação completa está em UGC x influenciador.

Na Simmark, você publica o briefing, escolhe o nicho e as regiões e define quanto quer investir por vídeo. Creators do Amazonas se candidatam, e você aprova quem grava pelo portfólio, não pelo número de seguidores. O guia de como escrever um briefing de UGC e o de quanto pagar por UGC ajudam a começar, e o post sobre direitos de uso em UGC explica por que o vídeo aprovado é seu para usar onde quiser, sem prazo.

O calendário amazonense ajuda a programar a produção: junho é Parintins, agosto é a Ciranda de Manacapuru, de setembro a novembro é a vazante e a praia de rio, de agosto a março é a temporada de pesca no rio Negro, novembro traz a Black Friday e de março a julho o igapó. O calendário completo está em eventos. Marcas que já rodam campanha no Pará costumam descobrir que o Amazonas pede outro repertório: outra comida, outro sotaque, outra relação com o rio e uma capital industrial no meio da floresta.

A plataforma abre em outubro de 2026, com isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026 para quem entrar antes: .

Vista aérea da Ponte Rio Negro ligando Manaus a Iranduba, com a pista curvando sobre os pilares, a torre estaiada ao fundo e nuvens altas sobre a cidade.
Ponte Rio Negro, Manaus

Foto: Ivo Brasil, Wikimedia Commons, CC0

Sua marca na primeira leva de campanhas no Amazonas.

A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro e tem isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.

Como funciona para marcas →
Fontes dos números
  1. IBGE, Censo 2022, população residente (SIDRA, tabela 4709)
  2. IBGE, PIB dos Municípios 2023 (SIDRA, tabela 5938)
  3. Portal Zona Franca, Polo Industrial de Manaus supera R$ 227 bilhões de faturamento em 2025, com dados da SUFRAMA
  4. IBGE, Censo 2022, população residente por cor ou raça (SIDRA, tabela 9605)
  5. SUFRAMA, PIM fatura R$ 121,8 bilhões no primeiro semestre de 2026
  6. Agência Gov, Teatros da Amazônia são reconhecidos pela UNESCO como Patrimônio Mundial Cultural
  7. ipatrimônio, Teatro Amazonas, inaugurado em 1896 e tombado pelo IPHAN em 1966
  8. Biblioteca Nacional, Mercado Municipal Adolpho Lisboa, inaugurado em 1883
  9. IPHAN, Complexo Cultural do Boi Bumbá do Médio Amazonas e Parintins, Patrimônio Cultural do Brasil
  10. Portal Amazônia, cheia recorde do rio Negro em Manaus, 30,02 metros em junho de 2021
  11. Portal Amazônia, seca recorde do rio Negro em Manaus, 12,11 metros em outubro de 2024
  12. ICMBio, Parque Nacional de Anavilhanas
  13. Ministério do Turismo, Presidente Figueiredo e as cachoeiras do Amazonas
  14. IBGE, Produção Agrícola Municipal 2025, guaraná, açaí e cupuaçu (SIDRA, tabela 1613)
  15. Embrapa, guaraná de Maués e o selo de Indicação de Procedência do INPI
  16. Portal Amazônia, guaraná nativo dos Sateré-Mawé e a Denominação de Origem da Terra Indígena Andirá-Marau
  17. Instituto Mamirauá, farinha de Uarini recebe Indicação Geográfica
  18. IDAM, farinha de Uarini declarada Patrimônio Cultural do Amazonas pela Lei nº 6.794/2024
  19. Revista Amazônia, manejo comunitário do pirarucu na Reserva Mamirauá
  20. Revista Cenarium, turismo do Amazonas avança 12,4% em 2025 e lidera o crescimento no Brasil
  21. Portal Tucumã, pesca esportiva movimenta R$ 70 milhões por ano no Amazonas, com dados da CBPE
  22. Embrapa Territorial, terminal portuário de Itacoatiara e o escoamento de grãos pelo rio Madeira
  23. Festival de Ciranda de Manacapuru, histórico e edições
  24. CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, artigo 36 e Anexo U
  25. Propmark, CONAR atualiza código e define regras éticas contra o greenwashing na publicidade
Onde gravar no Amazonas

Esse pode ser o seu cenário.

Fachada do Teatro Amazonas em Manaus, com as colunas do pórtico, a cúpula de mosaico colorido e o céu azul com nuvens brancas atrásVista aérea do arquipélago de Anavilhanas, com centenas de ilhas de floresta verde recortadas pelos canais de água escura do rio NegroApresentação noturna no bumbódromo de Parintins, com a figura do boi de chifres brancos dançando no centro da arena e brincantes fantasiados ao redorVista aérea da Praia da Ponta Negra em Manaus, com a faixa de areia clara acompanhando a margem do rio Negro e os prédios do bairro entre a mataCachoeira de Iracema em Presidente Figueiredo, com a água branca caindo em cortina larga sobre a rocha e a mata fechada nas duas margensVista aérea da Praia da Lua em Manaus, com o banco de areia curvo cercado pela água escura do rio Negro e a floresta ao fundoEncontro das Águas em Manaus, com a linha reta e nítida entre a água escura do rio Negro e a água barrenta do rio Solimões e a floresta na margem ao fundoTeatro Amazonas, Manaus
Creators no Amazonas

Os creators certos no Amazonas.

Beleza, moda, fitness, alimentação, casa, tech e muito mais. Encontre creators no Amazonas que já falam a língua do seu público.

Creator de beleza fazendo uma live sobre maquiagem e mostrando produtos para o público.Beleza e Skincare
Nicho

Beleza e Skincare

Um conteúdo, todo lugar

Seu conteúdo, onde você quiser.

Cada vídeo e cada foto que você recebe é seu para usar onde quiser: redes sociais, e-commerce, marketplaces e anúncios. Você produz uma vez e aproveita em todos os canais.

Sem pagar de novo por cada formato.
Logo do Instagram, onde a marca publica o conteúdo UGC em Reels e Stories.Instagram
Logo do Mercado Livre, onde a marca usa vídeos e fotos UGC nos anúncios de produto.Mercado Livre
Logo do YouTube, onde os vídeos UGC viram conteúdo e anúncios.YouTube
Logo do Pinterest, onde fotos de produto UGC inspiram e vendem.Pinterest
Logo da Shopee, onde a marca aplica conteúdo UGC nas páginas de produto.Shopee
Logo do WhatsApp, onde a marca usa conteúdo UGC no catálogo e no status.WhatsApp
Logo do LinkedIn, onde a marca leva conteúdo autêntico para o público profissional.LinkedIn
Logo do Instagram, onde a marca publica o conteúdo UGC em Reels e Stories.Instagram
Logo do Mercado Livre, onde a marca usa vídeos e fotos UGC nos anúncios de produto.Mercado Livre
Logo do YouTube, onde os vídeos UGC viram conteúdo e anúncios.YouTube
Logo do Pinterest, onde fotos de produto UGC inspiram e vendem.Pinterest
Logo da Shopee, onde a marca aplica conteúdo UGC nas páginas de produto.Shopee
Logo do WhatsApp, onde a marca usa conteúdo UGC no catálogo e no status.WhatsApp
Logo do LinkedIn, onde a marca leva conteúdo autêntico para o público profissional.LinkedIn
Logo do TikTok, onde os vídeos UGC alcançam milhões de pessoas.TikTok
Logo da Amazon, onde a marca usa conteúdo UGC nas listagens de produto.Amazon
Logo do Facebook, onde a marca distribui o conteúdo dos creators.Facebook
Logo do Threads, mais um canal para o conteúdo autêntico da marca.Threads
Logo do X (Twitter), onde a marca compartilha conteúdo de creators.X
Logo do Snapchat, mais um destino para o conteúdo UGC da marca.Snapchat
Logo do TikTok, onde os vídeos UGC alcançam milhões de pessoas.TikTok
Logo da Amazon, onde a marca usa conteúdo UGC nas listagens de produto.Amazon
Logo do Facebook, onde a marca distribui o conteúdo dos creators.Facebook
Logo do Threads, mais um canal para o conteúdo autêntico da marca.Threads
Logo do X (Twitter), onde a marca compartilha conteúdo de creators.X
Logo do Snapchat, mais um destino para o conteúdo UGC da marca.Snapchat

Como encontrar creators no Amazonas pela Simmark.

A Simmark abre em outubro de 2026. Na lista de espera, você é avisado na abertura e já pode publicar a sua primeira campanha. Os creators no Amazonas se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um e pelo nicho que precisa.

  1. 1Entre na lista de espera
  2. 2Publique a campanha quando a plataforma abrir, em outubro
  3. 3Escolha entre os creators no Amazonas que se candidatarem
Ver como funciona
Notebook aberto no painel da marca na Simmark, com a lista de creators e o filtro por nicho e localizaçãoAmazonas · AMCreators disponíveis

Perguntas sobre UGC no Amazonas.

Quais nichos mais contratam UGC no Amazonas?

Tecnologia e eletrônicos, Automotivo, Alimentos e bebidas e Viagem e turismo são os que mais pedem conteúdo no Amazonas. Cada um tem uma página com o tipo de vídeo que funciona e exemplos: tecnologia e eletrônicos, automotivo, alimentos e bebidas e viagem e turismo.

Qual a melhor época para fazer campanha de UGC no Amazonas?

O pico de demanda no Amazonas vai do Boi Manaus ao Festival de Parintins. É quando mais marcas querem conteúdo ao mesmo tempo, então vale publicar o briefing algumas semanas antes, para escolher os creators com calma e ter o material pronto na hora certa.

Preciso de um creator que more no Amazonas?

Depende do que o vídeo precisa mostrar. Para um produto que chega pelo correio, creators de qualquer lugar do país gravam bem. Para mostrar um lugar, um evento ou o jeito de falar de quem vive no Amazonas, quem mora ali entrega o que ninguém de fora consegue encenar. Na Simmark dá para buscar creators por cidade, além de nicho, para achar quem está perto.

Como encontrar criadores de conteúdo no Amazonas fora de Manaus?

Na Simmark, você publica a campanha e escolhe os creators pela região, então dá para pedir gente de Parintins, Itacoatiara, Manacapuru, Tefé, Coari, Maués, Presidente Figueiredo, Tabatinga e Iranduba no mesmo briefing, junto com Manaus. A escolha é pelo portfólio e pelas avaliações de outras marcas, não pelo número de seguidores. Isso importa num estado onde a estrada é o rio: o creator local resolve um deslocamento que a produção de fora não consegue pagar.

Vale fazer marketing de influência no Amazonas ou contratar UGC?

Depende do objetivo. Se você quer aparecer no perfil de alguém com público grande no estado, é marketing de influência. Se você quer vídeos para usar nos seus anúncios, no site e nas redes da marca, é UGC. Muitas marcas que estão entrando no Norte começam pelo UGC porque o mesmo vídeo serve para vários canais, fica com a marca sem prazo de uso e permite testar cenários bem diferentes, de fábrica no Distrito Industrial a praia de rio na vazante, dentro do mesmo orçamento.

Como uma marca deve tratar o Festival de Parintins numa campanha?

Tratando Garantido e Caprichoso exatamente igual. A torcida é dividida ao meio e a rivalidade atravessa famílias inteiras, então vestir uma cor só, dar destaque a um dos bois ou sugerir favorito custa metade do público. O caminho seguro é falar do entorno: a viagem, a hospedagem, o comércio da ilha, a comida, o figurino, a maquiagem, a arquibancada. Na Simmark, você deixa essa regra escrita no briefing e escolhe creators de Parintins e de Manaus que convivem com isso a vida inteira.

Posso gravar com povos indígenas do Amazonas na minha campanha?

Só com consentimento, contexto e pagamento, e nunca como cenário. O estado tem a maior população indígena do Brasil, 305.243 pessoas de cor ou raça indígena no Censo 2022, e parte relevante dela vive em cidade, inclusive em Manaus. O que não se faz: gravar em aldeia sem autorização da comunidade, publicar rosto sem acordo por escrito, caracterizar figurante com grafismo de um povo, usar a palavra tribo ou pagar em produto. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e o povo, combinar o uso da imagem antes e pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator.

Influenciadores amazonenses funcionam para uma campanha nacional?

Funcionam, e por um motivo prático: o repertório visual do Amazonas não se parece com o de nenhum outro estado. Encontro das Águas, praia de rio que aparece e some, floresta alagada, cachoeira a duas horas da capital, feira de peixe, linha de montagem e Teatro Amazonas na mesma cidade. Na Simmark, os direitos de uso são vitalícios e valem em qualquer canal: redes sociais, anúncio pago, site, e-commerce e ponto de venda.

Como encontrar creators no Amazonas antes do lançamento?

A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado na abertura e já pode publicar a primeira campanha: os creators no Amazonas se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um. .

Cidades no Amazonas

Cada página traz os cenários, o calendário e os nichos daquela cidade.

Pronto para receber conteúdo de creators no Amazonas?