
UGC creators em Mato Grosso.
Encontre creators que conhecem o público em todo o estado de Mato Grosso e receba conteúdo autêntico para as suas redes, o seu e-commerce e os seus anúncios. Tudo pela Simmark, o app de UGC.
três biomas, o maior agro do país e uma capital que não concentra a economia
Foto da capa: Flavio Andre/MTur Destinos, Wikimedia Commons, domínio público
Conteúdo local, feito por quem entende o público em Mato Grosso.
Mato Grosso tem 3,66 milhões de habitantes em 141 municípios e o terceiro maior território do país, com os três biomas dentro da mesma divisa: Amazônia no norte, Cerrado no centro e Pantanal no sudoeste. É o maior produtor de soja, de milho e de algodão do Brasil e tem o maior rebanho bovino, e é um dos raros estados em que a capital não manda na economia: Cuiabá responde por 14,3% do PIB estadual.
É um estado em que o dinheiro está espalhado. Sorriso tem 110 mil moradores e um PIB quase igual ao de Várzea Grande, que tem 300 mil; Rondonópolis, Sinop, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste e Campo Novo do Parecis são cidades médias com renda alta, shopping, concessionária, faculdade e um público que ninguém retrata. O calendário é a seca e a chuva: de maio a outubro o céu fica limpo, a Chapada enche de gente, o Pantanal seca e a onça desce para a margem do rio; de novembro a março chove forte e a estrada de terra fecha. Setembro é o mês mais duro, com a capital batendo recorde de calor e umidade de deserto, e é quando o cuiabano fala da nortada, o vento quente que anuncia a virada. O jeito de falar tem apócope, o "tchá" no lugar do chá e o "tchapa" no lugar de chapa, e se orgulha disso. E o mato-grossense perde a paciência rápido com campanha que confunde o estado com Mato Grosso do Sul, que trata o Pantanal como se fosse Bonito, que acha que aqui só tem fazenda, e que usa a floresta como papel de parede de alegação ambiental.
Creators em todo o estado de Mato Grosso falam a língua da sua audiência: usam as referências, os cenários e a forma de falar de quem está na região. Esse conteúdo autêntico converte mais do que a publicidade tradicional e cabe em qualquer canal da sua marca.
Na Simmark, a sua marca publica um briefing e escolhe creators em Mato Grosso pelo portfólio e pela região: a creator de Cuiabá que grava no Mercado do Porto e na Avenida do CPA, o rapaz de Várzea Grande que sai do turno perto do aeroporto Marechal Rondon, o agrônomo de Sorriso que abre a porta da colheitadeira, a família de Lucas do Rio Verde que faz a compra do mês, o guia de Poconé que roda a Transpantaneira, o pescador de Cáceres na temporada do rio Paraguai, a professora de Barra do Garças na praia do Araguaia. Você aprova quem grava, aprova o vídeo antes de pagar e usa o material onde quiser, sem prazo.
O cenário que os creators em Mato Grosso têm na mão.
Da paisagem ao detalhe do dia a dia: é esse repertório que aparece no conteúdo feito por quem vive em Mato Grosso.
Praça da República, CuiabáFoto: Prburley, Wikimedia Commons, CC BY 4.0
Cachoeira Véu de Noiva, Chapada dos GuimarãesFoto: Marinelson Almeida, Wikimedia Commons, CC BY 2.0
Rodovia Transpantaneira, PoconéFoto: Bernard Dupont, Wikimedia Commons, CC BY-SA 2.0
Gastronomia, turismo e setor automotivo puxam o UGC em Mato Grosso.
Cada mercado tem o seu jeito de vender em Mato Grosso. Veja os nichos mais fortes da região e como cada um usa UGC para converter.
Alimentos e bebidasMato Grosso colheu 30,4% da soja, 38,5% do milho e 72,3% do algodão do Brasil em 2025 e tem o maior rebanho bovino do país. Na mesa, mojica de pintado, peixe na telha, maria isabel, farofa de banana e doce de caju têm origem, ritual e nome próprio para filmar.
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Viagem e turismoO Parque Nacional da Chapada dos Guimarães bateu recorde em 2025, com 183.675 visitantes, e o Pantanal de Poconé e Porto Jofre atrai um turismo de observação de onça-pintada que é quase todo estrangeiro. Some as águas de Nobres, o Araguaia e a Amazônia de Alta Floresta e o estado tem quatro roteiros muito diferentes.
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AutomotivoAqui caminhonete, caminhão e máquina agrícola são ferramenta de trabalho, não hobby. A BR-163 é a espinha do escoamento de grãos do Centro-Oeste e Rondonópolis, segundo maior PIB do estado, é o entroncamento dela com a BR-364.
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Beleza e skincareCuiabá é a capital mais quente do Brasil e chegou a 41,4 graus com 12% de umidade em setembro de 2025. Protetor solar, hidratação, cabelo que sofre com sol e poeira e maquiagem que precisa aguentar o dia inteiro são conversa diária no estado.
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Do Show Safra à seca do Pantanal, o calendário do UGC em Mato Grosso.
Planeje as campanhas com antecedência: estes são os próximos momentos em que a região consome mais conteúdo de creator. Os eventos que já passaram saem da lista e ficam no calendário completo.
de 21 a 23 de outubro de 2026Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Mato Grosso e XVIII MECTI
Marca de educação, curso, papelaria ou tecnologia encontra aqui público jovem e professores reunidos por três dias, com muito conteúdo prático para creators gravarem.
de 5 a 7 de novembro de 2026, das 14h às 21hExpo Auto Mecânica Cuiabá
É a janela do ano para marcas de peças, óleo, acessórios e estética automotiva gravarem demonstração de produto com mecânico de verdade falando na câmera.
6 e 7 de novembro de 2026Expo Favela Innovation Mato Grosso
Reúne em dois dias dezenas de pequenos negócios de moda, beleza e comida com história forte, exatamente o perfil de creator que uma marca quer contratar para conteúdo de bairro.
de 25 a 27 de novembro de 2026Expominério
Feira B2B grande e concentrada, boa para marcas de equipamento, segurança do trabalho e serviços contratarem creator técnico para conteúdo de bastidor e depoimento.
29 de novembro de 2026, um domingoUTM Rondonópolis
Prova de trail entrega conteúdo de esforço real para marcas de suplemento, tênis, hidratação e roupa esportiva, com creator correndo e não posando.
19 e 20 de dezembro de 2026, com 5 km e 21 km no sábado e 10 km e 42 km na madrugada de domingo3ª Maratona e Meia Maratona de Cuiabá
A única maratona de 42 km da capital cria conteúdo de superação com data marcada, ideal para marca de nutrição esportiva ou clínica de recuperação.
O que os números dizem sobre fazer UGC em Mato Grosso.
Mato Grosso é o terceiro maior estado do Brasil em território e o primeiro em quase tudo o que sai da terra: 30,4% da soja, 38,5% do milho e 72,3% do algodão colhidos no país em 2025, mais o maior rebanho bovino, com 32,8 milhões de cabeças. São 3.658.649 habitantes em 141 municípios e um PIB de R$ 273,0 bilhões. Mesmo assim, quando uma marca fala com Mato Grosso, costuma falar com uma lavoura genérica vista de drone, ou confunde o estado com Mato Grosso do Sul. O UGC em Mato Grosso resolve isso por um caminho simples: quem mora aqui sabe que a estrada de terra fecha em dezembro, sabe que a onça só desce para a margem na seca, sabe que Sorriso não é interiorzinho e sabe a diferença entre mojica e peixe na telha.
- de habitantes em Mato Grosso, em 141 municípios, segundo o Censo 2022
- 3,66 mi
- de PIB do estado em 2023, com Cuiabá respondendo por apenas 14,3% do total
- R$ 273,0 bi
- do algodão colhido no Brasil em 2025 saiu de Mato Grosso, além de 38,5% do milho e 30,4% da soja
- 72,3%
- de cabeças de gado em 2024, o maior rebanho bovino do país, 13,8% do total brasileiro
- 32,8 mi
UGC em Mato Grosso começa por Cuiabá e Várzea Grande, e elas são uma coisa só
O Censo 2022 contou 3.658.649 moradores em Mato Grosso, distribuídos em 141 municípios e em 903.208 quilômetros quadrados, o terceiro maior território do país, com densidade de 4,05 habitantes por quilômetro quadrado. Cuiabá tem 650.877 moradores e Várzea Grande, do outro lado do rio Cuiabá, tem 300.078. Juntas somam 950.955 pessoas, ou 26% do estado, e funcionam como uma cidade só: quem mora em Várzea Grande trabalha em Cuiabá, o aeroporto Marechal Rondon fica do lado de lá e a ponte é rotina de segunda-feira de manhã.
No centro de Cuiabá, na Praça Pascoal Moreira Cabral, onde hoje funciona a Câmara Municipal, fica o marco do Centro Geodésico da América do Sul, o ponto determinado pelo marechal Cândido Rondon em 1909 e depois confirmado por cálculo do Exército. Nos anos 1970 ergueram um obelisco ali, com o marco original visível por dentro, e ele virou símbolo da cidade: está na bandeira de Cuiabá e no escudo do time. A poucos quilômetros dali está a Arena Pantanal, construída para a Copa do Mundo de 2014, onde o estado recebeu quatro jogos do Mundial e que hoje ancora um complexo com ginásio, piscina olímpica e quadra de areia.
Para a marca, isso quer dizer que o básico de um briefing cabe num dia de gravação, sem viagem: centro histórico, shopping, Avenida do CPA, Parque Mãe Bonifácia, Mercado do Porto, bairro residencial em Várzea Grande e um estádio de padrão internacional, tudo a menos de meia hora um do outro. Na Simmark, você escolhe os creators pelo portfólio e pela região e pede os três cenários no mesmo briefing. Se a dúvida ainda é o formato, comece por o que é UGC.

Foto: Arne Müseler, Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0 DE
O calor de Cuiabá decide a que horas se grava
Em 3 de setembro de 2025, Cuiabá marcou 41,4 graus e seguiu como a capital brasileira mais quente, segundo o INMET. Dois dias antes tinha batido 40,9 graus, e a umidade relativa do ar chegou a 12%, a mais baixa entre as capitais e as cidades de Mato Grosso monitoradas. Doze por cento é umidade de deserto, e setembro é o mês em que isso acontece todo ano, no fim da seca, quando o cuiabano fala da nortada, o vento quente que sopra antes da chuva voltar.
Isso muda a produção de um jeito bem concreto. Entre onze da manhã e três da tarde a luz é dura, o calor derrete maquiagem, o celular superaquece e ninguém fica na rua. A janela boa é o começo da manhã e o fim da tarde, e é por isso que a agenda de gravação em Cuiabá parece a de uma cidade de praia. Um creator local já trabalha assim, sem ninguém precisar explicar, e sabe onde tem sombra, onde tem tomada e onde o vídeo não vai sair estourado.
E o clima também é pauta. Protetor solar, hidratante, água, garrafa térmica, tereré, ar-condicionado, película de janela, cabelo ressecado pela poeira da estrada de terra e pele que descasca em setembro são assunto de todo dia no estado, não tema de campanha de verão. Veja os formatos que funcionam em UGC de beleza e skincare.

Foto: Fabio Gomes, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Quer creators em Mato Grosso na sua primeira campanha, em outubro?
Chapada dos Guimarães fica a 60 quilômetros da capital
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, criado em 12 de abril de 1989 e administrado pelo ICMBio, recebeu 183.675 visitantes em 2025, o maior número desde o início do monitoramento, em 2010, superando por 83 pessoas o recorde anterior, de 2019. O Mirante do Véu de Noiva sozinho concentrou 68% de todas as visitas do ano.
A Cachoeira do Véu de Noiva, formada pelo rio Coxipó, é o cartão-postal, mas a região tem muito mais: o Morro de São Jerônimo, o Morro dos Ventos, a Cidade de Pedra, com paredões vermelhos que parecem uma cidade de arenito vista do mirante, o Vale do Rio Claro, o Portão do Inferno e o Circuito das Cachoeiras. Tudo isso fica a cerca de uma hora de carro do centro de Cuiabá, pela MT-251.
É o contraponto perfeito ao clichê de Mato Grosso. Não tem boi, não tem soja, não tem drone sobre a lavoura: tem paredão vermelho, queda d'água, trilha, roupa molhada e gente se jogando na água. Para marca de calçado, mochila, roupa esportiva, protetor, repelente, bebida isotônica, câmera de ação, óculos e seguro viagem, é cenário pronto e barato: o creator sai de Cuiabá de manhã, grava o dia inteiro e volta à noite, sem diária de viagem para a produção. Veja UGC de viagem e turismo.

Foto: Ajrjr74, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
O Pantanal mato-grossense, a Transpantaneira e Porto Jofre
O Pantanal ocupa 150.355 quilômetros quadrados no Brasil e existe em apenas dois estados, segundo o IBGE: Mato Grosso, onde cobre 7% do território estadual, e Mato Grosso do Sul, onde cobre 25%. Mato Grosso é o único estado do país que tem Amazônia, Cerrado e Pantanal dentro da mesma divisa, com a floresta no norte, o Cerrado no centro e no leste e a planície alagada no sudoeste, e isso importa para quem escreve briefing, porque significa três paisagens completamente diferentes dentro da mesma divisa.
A porta de entrada é Poconé, e dali sai a Transpantaneira, a MT-060, uma estrada de terra elevada com dezenas de pontes de madeira que vai até o distrito de Porto Jofre, no encontro dos rios Cuiabá e Piquiri. Ali fica o Parque Estadual Encontro das Águas, onde a concentração de onça-pintada é das maiores do planeta. Segundo Fernando Tortato, biólogo e pesquisador do Instituto Panthera, a melhor janela para ver o animal é de julho ao fim de setembro, na seca, quando a onça desce para a margem atrás de água e de presa, e o público desse turismo é cerca de 90% estrangeiro, principalmente norte-americano e europeu.
Para a marca, isso é um mercado de alto valor que quase não aparece em português. Entre janeiro e outubro de 2025, 22.595 estrangeiros desembarcaram no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, segundo a Sedec, com os Estados Unidos respondendo por 25,83% e Portugal por 17,46% desse fluxo. Quem vem a Porto Jofre compra câmera, lente teleobjetiva, binóculo, roupa técnica, bota, chapéu, repelente, seguro e hospedagem cara. E aqui vale um cuidado prático que um creator local resolve sozinho: o barco não persegue a onça, mantém distância, desliga o motor, e campanha que mostra embarcação em cima do animal é criticada por guias e pesquisadores da própria região. Na Simmark, você deixa isso escrito no briefing e escolhe quem já grava assim.

Foto: Queucer, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Cáceres, o rio Paraguai e a pesca esportiva
Cáceres tem 89.681 moradores e fica na beira do rio Paraguai, no sudoeste do estado, com centro histórico tombado, porto e a fronteira com a Bolívia logo adiante. É a outra porta do Pantanal, e é a capital da pesca esportiva do estado: em julho de 2026 a cidade realizou a 43ª edição do Festival Internacional de Pesca Esportiva, o FIPe, com provas de barranco para infantojuvenil, idosos e pessoas com deficiência e provas embarcadas de caiaque, canoa e motorizada nas águas do rio Paraguai.
Quatro décadas de festival criaram uma cadeia inteira em volta: barco, motor, vara, carretilha, isca, caixa térmica, camisa com proteção solar, pousada, guia, posto de gasolina e restaurante. É um público que viaja de longe, gasta bem e documenta tudo, e que responde muito mal a vídeo feito por quem nunca segurou um dourado.
É também um mercado que pede honestidade de calendário. Existe período de defeso, existe cota, existe regra de tamanho, e uma campanha que mostra peixe fora da regra vira problema. Um creator de Cáceres conhece a norma da temporada antes de você perguntar. Para marca de equipamento, bebida, alimento, seguro, veículo e turismo, é conteúdo com credibilidade embutida. Veja UGC de viagem e turismo.

Foto: Flavio Andre/MTur Destinos, Wikimedia Commons, domínio público
O Araguaia no leste: praia de rio, Barra do Garças e o Roncador
No leste do estado, na divisa com Goiás e com Tocantins, corre o Araguaia. Barra do Garças, com 69.210 moradores, fica exatamente onde o rio das Garças encontra o Araguaia, colada em Aragarças e Pontal do Araguaia, do lado goiano, e é a cidade-base da região. Mais ao norte, o rio passa por Cocalinho, São Félix do Araguaia e Santa Terezinha.
Entre julho e setembro, na estiagem, o rio baixa e aparecem bancos de areia branca que viram praia de rio, com barraca, camping, som, barco e temporada de férias. É um cenário de verão que acontece no meio do inverno e que quase ninguém fora da região conhece. Barra do Garças ainda tem o Parque Estadual da Serra Azul, com cachoeira e trilha logo acima da cidade, e o Roncador, a serra que virou lenda de expedição e de misticismo e que rende um repertório visual que nenhum banco de imagem tem.
Para marca de bebida, caixa de som, protetor, moda praia, churrasco, veículo, camping e aplicativo de viagem, é o mesmo tipo de vídeo que se faz no litoral, só que com água doce, areia branca e um público regional que ninguém está disputando. Para pensar o formato antes de escrever o briefing, vale olhar formatos de UGC. Um creator de Barra do Garças entrega isso por uma fração do custo de levar produção de fora.

Foto: Wellyngton Nunes, Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0
O agro de Mato Grosso: primeiro lugar em soja, milho, algodão e boi
Os números da Produção Agrícola Municipal de 2025 do IBGE colocam Mato Grosso em primeiro lugar nas três lavouras que mais pesam no país. O estado colheu 50,17 milhões de toneladas de soja, 30,4% de tudo o que o Brasil produziu; 54,30 milhões de toneladas de milho, 38,5% do total nacional; e 7,17 milhões de toneladas de algodão herbáceo em caroço, 72,3% da colheita brasileira. No algodão a distância é brutal: o segundo colocado, a Bahia, fica em 18,5%. Na pecuária, a Pesquisa da Pecuária Municipal de 2024 registrou 32.853.368 cabeças de gado em Mato Grosso, 13,8% do rebanho brasileiro e o maior do país, à frente do Pará e de Goiás. São cerca de nove bois para cada morador do estado.
Esses números viram cidade. Sorriso, com 110.635 moradores, é o maior produtor de milho do Brasil, com 3,78 milhões de toneladas em 2025, e o segundo maior produtor de soja entre todos os municípios brasileiros, com 2,34 milhões de toneladas. Campo Novo do Parecis, Querência, Nova Mutum e Sapezal também estão entre os oito maiores produtores de soja do país. É por isso que o PIB de Sorriso, R$ 13,75 bilhões em 2023, chega perto do de Várzea Grande, que tem quase o triplo da população.
Para a marca, o ponto é este: o agro mato-grossense não é paisagem, é um consumidor com renda alta, que compra caminhonete, máquina, drone, insumo, crédito, seguro, eletrônico, viagem e educação para os filhos, e que reconhece na hora quando o vídeo foi feito por alguém que nunca entrou numa lavoura. Um creator de Sorriso, de Primavera do Leste ou de Campo Verde grava dentro da cabine, no armazém, na revenda e na cozinha de casa, com a linguagem certa. Veja os formatos em UGC automotivo e em UGC de alimentos e bebidas. Para campanhas de feira, vale olhar também a Agrishow e a ExpoZebu, que atraem produtor mato-grossense todo ano.

Foto: Roosevelt Pinheiro/Agência Brasil, Wikimedia Commons, CC BY 3.0 BR
Sinop, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis e a BR-163
A BR-163 é a espinha do estado. Ela desce de Santarém, no Pará, corta Mato Grosso de norte a sul e é a rota principal de escoamento de grãos do Centro-Oeste, com cerca de 3,5 mil quilômetros. Ao longo dela nasceram, em menos de cinquenta anos, cidades inteiras: Sinop, com 196.312 moradores e PIB de R$ 11,74 bilhões, Sorriso, Lucas do Rio Verde, com 83.798 moradores e R$ 8,24 bilhões, e Nova Mutum. No sul, Rondonópolis, com 244.911 moradores e R$ 16,57 bilhões, é o segundo maior PIB do estado e o entroncamento da BR-163 com a BR-364.
A logística está mudando debaixo dos pés. A Rumo está construindo a Ferrovia de Mato Grosso, projeto de 730 quilômetros entre Rondonópolis, Cuiabá e Lucas do Rio Verde, com investimento anunciado de até R$ 15 bilhões. A primeira fase, de 162 quilômetros, sai de Rondonópolis até um terminal entre Dom Aquino e Campo Verde, tem capacidade para até 10 milhões de toneladas de grãos por ano e estava prevista para entrar em operação no segundo semestre de 2026. O trecho até Lucas do Rio Verde é esperado para 2028.
Essas cidades são o Brasil que quase nunca aparece em anúncio e que compra muito: gente que veio do Sul nos anos 1970 e 1980, que fala com sotaque gaúcho e paranaense no meio do Cerrado, que tem renda alta, frota nova, shopping, faculdade particular e comércio forte. Um creator de Sinop ou de Lucas do Rio Verde fala com esse público sem traduzir nada, e o vídeo sai por menos do que custa mandar produção de Cuiabá. Veja UGC de e-commerce e achadinhos.

Foto: Roosevelt Pinheiro/Agência Brasil, Wikimedia Commons, CC BY 3.0 BR
A Amazônia mato-grossense: Alta Floresta e o norte do estado
Acima do paralelo que corta Sinop, Mato Grosso vira Amazônia. É a parte do estado que ninguém imagina quando pensa em Mato Grosso: floresta fechada, rios de água escura, calor úmido e cidades que nasceram de projetos de colonização nos anos 1970. Alta Floresta, com 58.613 moradores, é a mais conhecida delas e se firmou como polo de observação de aves no sul da Amazônia, com o Cristalino Lodge funcionando na região desde 1992 e duas torres de observação de 50 metros de altura dentro da reserva.
A temporada de ecoturismo no norte vai de maio a outubro, a mesma estiagem que abre a Chapada e seca o Pantanal. É um turismo de nicho, caro, com público estrangeiro e brasileiro especializado, que compra binóculo, teleobjetiva, tripé, roupa de secagem rápida, bota, repelente e pacote de vários dias.
Para a marca, o valor do norte é o contraste dentro do mesmo estado. Dá para montar uma campanha com lavoura plana em Sorriso, paredão vermelho na Chapada, planície alagada em Poconé e floresta fechada em Alta Floresta, tudo com creators de Mato Grosso, sem nenhum banco de imagem. Na Simmark, você filtra por região no mesmo briefing e recebe os quatro vídeos com direitos de uso vitalícios.

Foto: Aline Gama Baptista, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Desmatamento em Mato Grosso: o cuidado que evita greenwashing
Gravar em Mato Grosso coloca a sua marca no meio do assunto mais vigiado da comunicação brasileira, e aqui o dado é desconfortável. Segundo o PRODES, do INPE, a taxa consolidada de desmatamento na Amazônia Legal em 2025 foi de 5.731 quilômetros quadrados, uma queda de 12,07% sobre os 6.518 de 2024. Oito dos nove estados da Amazônia Legal reduziram o desmatamento naquele ano. Mato Grosso foi a única exceção, com alta de 26,73%.
Em 24 de outubro de 2025 o CONAR aprovou a revisão do artigo 36 e do Anexo U do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que tratam de apelos de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. As regras passaram a exigir evidência verificável, qualificadores claros e transparência sobre metas, ciclo de vida e limitações da alegação. Traduzindo: num estado que é ao mesmo tempo o maior produtor de grãos do país e o único da Amazônia Legal com alta de desmatamento em 2025, dizer que o produto é sustentável porque o vídeo tem mata atrás é exatamente o que a norma quer impedir.
Três cuidados resolvem quase tudo, e vale deixá-los escritos antes de o creator começar. Primeiro, não usar floresta como cenário de alegação: se a marca não tem rastreabilidade, o vídeo não fala de meio ambiente. Segundo, se tem rastreabilidade, mostrar o caminho em vez de afirmar o resultado, com a fazenda, o lote, o certificado, o nome de quem produziu e o que mudou para aquela família. Terceiro, não transformar queimada e estiagem em imagem bonita, porque atinge gente de verdade. A alternativa honesta rende mais, e é justamente o que o UGC faz melhor que a publicidade tradicional, porque quem fala é quem está lá.

Foto: Pedro Biondi/Agência Brasil, Wikimedia Commons, CC BY 3.0 BR
Povos indígenas do Xingu e de Mato Grosso: o que uma marca pode e o que não pode
No Censo 2022, 56.687 pessoas se declararam de cor ou raça indígena em Mato Grosso, o sétimo maior número do país. Parte delas vive na Terra Indígena Parque do Xingu, criada em 1961, a primeira terra indígena demarcada pela União, com 2,64 milhões de hectares espalhados por nove municípios mato-grossenses: Canarana, Feliz Natal, Gaúcha do Norte, Marcelândia, Nova Ubiratã, Paranatinga, Querência, São Félix do Araguaia e São José do Xingu. São 16 povos de famílias linguísticas diferentes, entre eles Aweti, Ikpeng, Kalapalo, Kamaiurá, Kuikuro, Trumai, Wauja e Yawalapiti, e cerca de 6.177 pessoas segundo o dado censitário de 2022. Fora do Xingu, o estado tem ainda Xavante, Bororo, Paresi, Rikbaktsa, Nambikwara, Karajá e outros povos, e muita gente indígena morando em cidade.
Existe uma linha clara entre respeito e exploração, e ela é fácil de enxergar. O que não se faz: usar pessoa indígena como cenário de produto, gravar em aldeia sem autorização formal da comunidade, publicar rosto sem consentimento por escrito, caracterizar figurante com grafismo de um povo que não é o dele, usar a palavra tribo, tratar cultura viva como fantasia, chamar de folclore e pagar em produto ou em visibilidade. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e o povo corretamente, combinar o uso da imagem antes de gravar, pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator e deixar a pessoa contar a própria história, no tempo dela.
Vale registrar um detalhe que costuma passar batido: dezesseis povos não são um povo só, e generalizar Xingu como se fosse uma cultura única é o mesmo erro de tratar o Nordeste como um estado. Se a campanha vai falar de origem, de artesanato, de semente, de óleo ou de alimento vindo de território indígena, o mínimo é nomear o povo, a associação e o acordo comercial. É conteúdo mais difícil de produzir e muito mais difícil de contestar.

Foto: Douglas Wialin Menezes de Oliveira, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Siriri, cururu, viola de cocho e rasqueado: a cultura que o vídeo pode usar
O Modo de Fazer Viola-de-Cocho foi registrado pelo IPHAN no Livro dos Saberes em 2005, como Patrimônio Cultural do Brasil, num registro que vale para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O nome vem da técnica: a caixa de som é escavada num tronco inteiro, a mesma técnica do cocho de dar ração ao animal. O inventário que levou ao registro foi feito em oito municípios mato-grossenses, Cuiabá, Santo Antônio do Leverger, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Jangada, Nobres, Rosário Oeste e Diamantino.
A viola acompanha duas coisas que andam juntas. O cururu é o canto de desafio, ligado ao santo, cantado em roda por violeiros que improvisam verso em cima do verso do outro. O siriri é a dança de roda, de casais, com saia rodada e ganzá, e é o que a gente vê em festa de escola, de bairro e de igreja no estado inteiro. Os dois aparecem por inteiro na Festa de São Benedito, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, em Cuiabá, uma festa com mais de 280 anos, patrimônio cultural imaterial de Mato Grosso, que junta missa, procissão, o Tchá cô Bolo cuiabano e comida partilhada, com o ponto alto no primeiro domingo de julho. Já o rasqueado cuiabano é o gênero de música e de dança mais popular da capital, e é o que toca em bar e em festa.
Para a marca, isso é repertório e não folclore de fundo. Um vídeo que usa viola de cocho, siriri ou rasqueado com quem sabe tocar e dançar soa como Mato Grosso na primeira nota, e um que usa sertanejo genérico soa como qualquer lugar. A regra prática é simples: contratar músico e dançarino de verdade, creditar o grupo e não usar a roupa de festa como fantasia de figurante.

Foto: Túllio F, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
A mesa mato-grossense: mojica de pintado, peixe na telha e maria isabel
Comida é o assunto que mais circula nas redes do estado, e ela tem nome próprio. A mojica de pintado, o peixe cozido com pedaços de mandioca, é o prato mais citado como cartão de visita da cozinha mato-grossense. O peixe na telha, pacu ou pintado assado sobre telha de barro, é o jeito mais tradicional de servir peixe de rio. A maria isabel, arroz com charque, é prato de origem pantaneira, de quem passava o dia fora com comida que não estraga. A farofa de banana, feita com banana-da-terra madura, é o contraponto doce que vai junto.
E tem mais coisa que o vídeo genérico nunca mostra: o doce de caju em calda, o bolo de arroz, o furrundu de mamão verde com rapadura e gengibre, a ventrecha de pacu, o caldo de piranha, a chicha e o tereré, o mate gelado que em Cuiabá se toma o dia inteiro por causa do calor. O Mercado do Porto é o endereço de referência da capital para peixe e prato regional, e é onde a gravação de comida se resolve numa manhã.
Dois detalhes evitam vídeo com cara de forasteiro. O primeiro é não confundir Mato Grosso com Mato Grosso do Sul: sobreposições existem, mas o sobá, a sopa paraguaia e o chipa são marca da mesa sul-mato-grossense, e não assinam a cozinha daqui. O segundo é o nome certo do peixe, do pintado ao pacu e ao piraputanga, que só quem é de casa acerta de primeira. Veja UGC de alimentos e bebidas.

Foto: MTur Destinos, Wikimedia Commons, domínio público
Criadores de conteúdo em Mato Grosso: sotaque, hábitos e ideias de vídeo
O jeito de falar do mato-grossense da região de Cuiabá é reconhecível na primeira frase. O chiado transforma o chá em tchá e a chapa em tchapa, as palavras perdem sílaba no fim, o tratamento é direto e o ritmo é mais lento que o do Centro-Sul. No norte e no médio-norte, ao longo da BR-163, o sotaque muda de novo: Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde foram povoadas por famílias do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, e o gaúcho e o paranaense continuam ali, no meio do Cerrado, no chimarrão de fim de tarde e no nome das ruas.
É um estado onde quase todo mundo tem alguém na roça, mesmo morando em apartamento na capital. O carro é caminhonete, o fim de semana é chácara, cachoeira ou rio, o tereré é rotina, e o assunto de comércio é o preço do insumo e o câmbio, porque isso mexe com a cidade inteira. Os criadores de conteúdo em Mato Grosso usam isso a favor da marca, porque o público reconhece na hora quem é de casa e quem chegou de avião na véspera.
Algumas ideias que você pode colocar direto no briefing, cada uma com o gancho dos primeiros segundos:
- Manhã no Mercado do Porto escolhendo pintado e pacu, para faca, panela, tempero, bolsa térmica ou mercado. Gancho: "Sete da manhã em Cuiabá. Vou te ensinar a escolher pintado."
- Rotina de trabalho em setembro, com 41 graus e 12% de umidade, para protetor, hidratante, garrafa térmica, ar-condicionado ou bebida. Gancho: "Hoje deu 41 graus aqui. Isso é o que eu carrego na bolsa."
- Subida até o Mirante do Véu de Noiva com o celular na mão, para calçado, mochila, câmera, óculos ou repelente. Gancho: "Uma hora de Cuiabá e o Brasil muda de cor."
- Travessia da Transpantaneira contando as pontes de madeira, para caminhonete, pneu, câmera de ação, seguro ou hospedagem. Gancho: "São dezenas de pontes de madeira até Porto Jofre. Vem comigo."
- Amanhecer no barco em Porto Jofre esperando a onça aparecer na margem, para lente, binóculo, roupa técnica, bota ou pacote de viagem. Gancho: "Cinco da manhã, motor desligado. É agora que ela aparece."
- Dia de colheita dentro da cabine em Sorriso, para máquina, peça, lubrificante, crédito, seguro ou aplicativo de gestão. Gancho: "São 14 horas dentro dessa cabine. Olha o que salva o meu dia."
- Compra do mês em Lucas do Rio Verde, cidade que cresceu em trinta anos, para varejo, alimento, higiene, maquininha ou cartão. Gancho: "Essa cidade não existia quando meu pai nasceu. Hoje eu faço compra assim."
- Praia de rio no Araguaia em julho, com areia branca no meio do inverno, para bebida, caixa de som, protetor, moda praia ou churrasco. Gancho: "Isso aqui é praia, mas é rio, e é julho."
- Roda de siriri numa festa de bairro em Cuiabá, com viola de cocho tocando, para moda, bebida, telefonia ou banco. Gancho: "Esse instrumento é feito de um tronco só. Escuta o som."
- Chegada do caminhão graneleiro na balança de um armazém da BR-163, para pneu, filtro, rastreador, combustível ou seguro de carga. Gancho: "Nove horas de estrada até aqui. Te mostro o que não pode faltar."

Foto: Rosenbergmesquita, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Marketing de influência em Mato Grosso ou UGC? Como montar a campanha
Os dois caminhos existem no estado, e a diferença está no uso do vídeo. No marketing de influência, você paga pelo alcance: o post sai no perfil de um dos influenciadores mato-grossenses, para o público dele, e vive o tempo que o combinado permitir. No UGC, você paga pelo vídeo e usa nos seus canais e nos seus anúncios quantas vezes quiser. A comparação completa está em UGC x influenciador.
Na Simmark, você publica o briefing, escolhe o nicho e as regiões e define quanto quer investir por vídeo. Creators de Mato Grosso se candidatam, e você aprova quem grava pelo portfólio, não pelo número de seguidores. O guia de como escrever um briefing de UGC e o de quanto pagar por UGC ajudam a começar, e o post sobre direitos de uso em UGC explica por que o vídeo aprovado é seu para usar onde quiser, sem prazo.
O calendário mato-grossense ajuda a programar a produção: de maio a outubro é a seca, com céu limpo, Chapada cheia, águas claras em Nobres e estrada de terra aberta; de julho a setembro a onça fica na margem em Porto Jofre e o Araguaia vira praia; março traz o Show Safra em Lucas do Rio Verde; julho tem o FIPe em Cáceres e a Festa de São Benedito em Cuiabá; novembro traz a Black Friday; e de novembro a março chove forte e muita estrada de terra sai do briefing. O calendário completo está em eventos. Marcas que já rodam campanha em Goiás costumam descobrir que Mato Grosso pede outro repertório, e quem vem do Pará descobre que a Amazônia daqui divide o estado com o Cerrado e o Pantanal.
A plataforma abre em outubro de 2026, com isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026 para quem entrar antes: .

Foto: Flavio Andre/MTur, Wikimedia Commons, uso livre com atribuição
Sua marca na primeira leva de campanhas em Mato Grosso.
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro e tem isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.
Fontes dos números
- IBGE, Censo 2022, população residente e área territorial (SIDRA, tabelas 4709 e 4714)
- IBGE, PIB dos Municípios 2023 (SIDRA, tabela 5938)
- IBGE, Produção Agrícola Municipal 2025, soja, milho e algodão herbáceo (SIDRA, tabela 1612)
- IBGE, Pesquisa da Pecuária Municipal 2024, efetivo de bovinos (SIDRA, tabela 3939)
- IBGE, Censo 2022, população residente por cor ou raça (SIDRA, tabela 9605)
- Olhar Direto, Parque Nacional da Chapada dos Guimarães bate recorde histórico de visitantes, com dados do ICMBio
- ICMBio, Parque Nacional da Chapada dos Guimarães
- IBGE, define bioma predominante em cada município brasileiro, com a área e a distribuição do Pantanal
- Diário do Estado MT, onças-pintadas impulsionam o turismo no Pantanal, com Fernando Tortato, do Instituto Panthera
- CircuitoMT, Cuiabá registra 41,4 graus e segue como a capital mais quente do país, com dados do INMET
- Prefeitura de Cáceres, FIPe, Festival Internacional de Pesca Esportiva
- UDOP, Rumo inicia obras de ferrovia de 730 km e R$ 15 bi em Mato Grosso
- CNN Brasil, maior obra ferroviária do país avança em Mato Grosso, com a primeira fase de 162 km
- INPE, sistema aponta 5.731 km² de desmatamento na Amazônia em 2025, com Mato Grosso como única alta
- CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, artigo 36 e Anexo U
- Propmark, CONAR atualiza código e define regras éticas contra o greenwashing na publicidade
- Instituto Socioambiental, Terra Indígena Parque do Xingu, área, municípios e povos
- IPHAN, Modo de Fazer Viola-de-Cocho, registrado no Livro dos Saberes em 2005
- Prefeitura de Cuiabá, Festa de São Benedito, tradição centenária em Cuiabá
- ipatrimônio, Marco Geodésico da América do Sul, em Cuiabá
- Secretaria de Esportes de Mato Grosso, Complexo Arena Pantanal
- Cristalino Lodge, torres de observação de aves em Alta Floresta
- CenárioMT, turismo internacional em Mato Grosso cresce em 2025, com dados da Sedec e do DataHub MT
- Show Safra BR-163, feira do agro em Lucas do Rio Verde
Esse pode ser o seu cenário.





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Cada vídeo e cada foto que você recebe é seu para usar onde quiser: redes sociais, e-commerce, marketplaces e anúncios. Você produz uma vez e aproveita em todos os canais.
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Facebook
ThreadsComo encontrar creators em Mato Grosso pela Simmark.
A Simmark abre em outubro de 2026. Na lista de espera, você é avisado na abertura e já pode publicar a sua primeira campanha. Os creators em Mato Grosso se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um e pelo nicho que precisa.
- 1Entre na lista de espera
- 2Publique a campanha quando a plataforma abrir, em outubro
- 3Escolha entre os creators em Mato Grosso que se candidatarem
Mato Grosso · MTCreators disponíveisPerguntas sobre UGC em Mato Grosso.
Quais nichos mais contratam UGC em Mato Grosso?
Alimentos e bebidas, Viagem e turismo, Automotivo e Beleza e skincare são os que mais pedem conteúdo em Mato Grosso. Cada um tem uma página com o tipo de vídeo que funciona e exemplos: alimentos e bebidas, viagem e turismo, automotivo e beleza e skincare.
Qual a melhor época para fazer campanha de UGC em Mato Grosso?
O pico de demanda em Mato Grosso vai do Show Safra à seca do Pantanal. É quando mais marcas querem conteúdo ao mesmo tempo, então vale publicar o briefing algumas semanas antes, para escolher os creators com calma e ter o material pronto na hora certa.
Preciso de um creator que more em Mato Grosso?
Depende do que o vídeo precisa mostrar. Para um produto que chega pelo correio, creators de qualquer lugar do país gravam bem. Para mostrar um lugar, um evento ou o jeito de falar de quem vive em Mato Grosso, quem mora ali entrega o que ninguém de fora consegue encenar. Na Simmark dá para buscar creators por cidade, além de nicho, para achar quem está perto.
Como encontrar criadores de conteúdo em Mato Grosso fora de Cuiabá?
Na Simmark, você publica a campanha e escolhe os creators pela região, então dá para pedir gente de Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Cáceres, Primavera do Leste, Barra do Garças, Alta Floresta e Poconé no mesmo briefing, junto com a capital. A escolha é pelo portfólio e pelas avaliações de outras marcas, não pelo número de seguidores. Isso importa num estado onde a capital responde por só 14,3% do PIB e cidades de 80 mil moradores têm renda alta e comércio forte.
Vale fazer marketing de influência em Mato Grosso ou contratar UGC?
Depende do objetivo. Se você quer aparecer no perfil de alguém com público grande no estado, é marketing de influência. Se você quer vídeos para usar nos seus anúncios, no site e nas redes da marca, é UGC. Muitas marcas que estão entrando no Centro-Oeste começam pelo UGC porque o mesmo vídeo serve para vários canais, fica com a marca sem prazo de uso e permite testar cenários muito diferentes dentro do mesmo orçamento, de lavoura em Sorriso a paredão vermelho na Chapada dos Guimarães e planície alagada em Poconé.
Qual a melhor época do ano para gravar UGC em Mato Grosso?
De maio a outubro, na seca, o céu fica limpo, a luz é previsível, a estrada de terra está aberta e os principais cenários funcionam: a Chapada dos Guimarães recebeu 183.675 visitantes em 2025, as águas de Nobres ficam transparentes, o Araguaia vira praia de rio e, entre julho e setembro, a onça-pintada desce para a margem em Porto Jofre. Setembro é o mês mais quente e mais seco, com Cuiabá marcando 41,4 graus e 12% de umidade em 2025, então a gravação se concentra no começo da manhã e no fim da tarde. De novembro a março chove forte e muita estrada de terra deixa de ser opção.
Posso gravar com povos indígenas de Mato Grosso na minha campanha?
Só com consentimento, contexto e pagamento, e nunca como cenário. O Censo 2022 contou 56.687 pessoas de cor ou raça indígena no estado, e só a Terra Indígena Parque do Xingu reúne 16 povos diferentes em nove municípios. O que não se faz: gravar em aldeia sem autorização formal da comunidade, publicar rosto sem acordo por escrito, caracterizar figurante com grafismo de um povo, usar a palavra tribo, tratar dezesseis povos como se fossem uma cultura só ou pagar em produto. O que se faz: contratar, nomear a pessoa e o povo, combinar o uso da imagem antes e pagar o mesmo que se pagaria a qualquer outro creator.
Influenciadores mato-grossenses funcionam para uma campanha nacional?
Funcionam, e por um motivo prático: Mato Grosso é o único estado com Amazônia, Cerrado e Pantanal dentro da mesma divisa, e isso dá quatro repertórios visuais que nenhum outro lugar entrega junto. Lavoura de soja a perder de vista, paredão vermelho e cachoeira na Chapada, ponte de madeira e onça na Transpantaneira e floresta fechada em Alta Floresta. Na Simmark, os direitos de uso são vitalícios e valem em qualquer canal: redes sociais, anúncio pago, site, e-commerce e ponto de venda.
Como encontrar creators em Mato Grosso antes do lançamento?
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado na abertura e já pode publicar a primeira campanha: os creators em Mato Grosso se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um. .
Cidades em Mato Grosso
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