Vista aérea da orla de Belém na baía do Guajará, com os galpões do Ver-o-Peso e da Estação das Docas, o Palacete Bolonha e os prédios do centro.

UGC creators no Pará.

Encontre creators que conhecem o público em todo o estado do Pará e receba conteúdo autêntico para as suas redes, o seu e-commerce e os seus anúncios. Tudo pela Simmark, o app de UGC.

a Amazônia que é cidade, mercado e sotaque, não paisagem de fundo

Como funciona para marcas
Por que fazer UGC no Pará

Conteúdo local, feito por quem entende o público no Pará.

O Pará tem 8,12 milhões de habitantes e 144 municípios, o maior PIB e a maior população da região Norte. É o maior produtor de açaí, cacau e cupuaçu do país, tem o maior rebanho de búfalos do Brasil no Marajó e uma capital que virou vitrine mundial depois de sediar a COP30.

Poucos estados mudam tanto de paisagem e de assunto em poucas horas de viagem. De manhã o Ver-o-Peso em Belém, com cheiro de erva, açaí e peixe fresco; à tarde a praia de água doce de Mosqueiro; no fim de semana o mar aberto de Salinópolis ou o búfalo andando na areia de Soure. Do outro lado do estado, Santarém e Alter do Chão vivem do Tapajós, e o Sul e o Sudeste vivem de minério, gado e soja. O paraense diz "égua" para tudo, chama o amigo de "mano" e "maninha", come tacacá em pé na esquina no fim da tarde e trata pato no tucupi e maniçoba como assunto de família, não de restaurante. É um mercado grande, orgulhoso e desconfiado de quem chega de fora com sotaque emprestado e foto de floresta no fundo.

Creators em todo o estado do Pará falam a língua da sua audiência: usam as referências, os cenários e a forma de falar de quem está na região. Esse conteúdo autêntico converte mais do que a publicidade tradicional e cabe em qualquer canal da sua marca.

Na Simmark, a sua marca publica um briefing e escolhe creators no Pará pelo portfólio e pela região: a creator de Belém que grava no Ver-o-Peso e na Estação das Docas, o rapaz de Ananindeua que mostra o produto chegando em casa, a família de Soure que vive de búfalo e queijo do Marajó, o lojista de Castanhal, a creator de Santarém que filma o Tapajós de Alter do Chão, o técnico de Parauapebas que sai do turno na mina. Você aprova quem grava, aprova o vídeo antes de pagar e usa o material onde quiser, sem prazo.

Pará em cena

O cenário que os creators no Pará têm na mão.

Da paisagem ao detalhe do dia a dia: é esse repertório que aparece no conteúdo feito por quem vive no Pará.

  • Erveira sorrindo na banca do Ver-o-Peso, cercada por frascos coloridos de perfumes e banhos de ervas pendurados.Ver-o-Peso, Belém

    Foto: Bruna Brandão, MTur Destinos via Wikimedia Commons, domínio público

  • Faixa de areia da Ilha do Amor, em Alter do Chão, com barraca de palha, guarda-sóis, banhistas e barcos de madeira parados no rio Tapajós.Ilha do Amor, Alter do Chão
  • Peças de cerâmica marajoara com grafismos geométricos penduradas na parede de treliça de um ateliê em Soure, com um vaso grande e bufalinhos de barro sobre as mesas.Ateliê de cerâmica marajoara, Soure

    Foto: Bruna Brandão/MTur, Wikimedia Commons, domínio público

Calendário no Pará

Do Círio de Nazaré ao Festival Psica, o calendário do UGC no Pará.

Planeje as campanhas com antecedência: estes são os próximos momentos em que a região consome mais conteúdo de creator. Os eventos que já passaram saem da lista e ficam no calendário completo.

  • Creator fotografando um prato de comida com o celular para publicar nas redes.Abertura oficial na terça-feira, 6 de outubro de 2026, com missa na Basílica Santuário e show na Praça Santuário; o arraial segue montado durante todo o ciclo do Círio, até o encerramento das romarias em 26 de outubro

    Abertura da Festa de Nazaré e Arraial de Nazaré

    Praça de alimentação com gastronomia regional, parque de diversões e stands por quase três semanas seguidas, o cenário mais fácil para marca de comida e bebida gravar UGC de consumo real.

  • Creator fazendo um tour online pela casa e mostrando a decoração dos ambientes.De quinta-feira, 8, a quarta-feira, 14 de outubro de 2026, das 10h às 22h (no dia 11, das 15h às 22h por causa do Círio)

    Feira de Artesanato do Círio

    Sete dias de peças autorais de decoração, cerâmica e fibras amazônicas em um único lugar, ideal para creator gravar produto artesanal com contexto de origem.

  • Creators gravando conteúdo de viagem ao ar livre em uma cidade durante um passeio.Sexta-feira, 9 de outubro de 2026, com saída do cortejo às 18h

    Auto do Círio

    Cortejo noturno com alegorias, dança e figurino elaborado, um dos melhores cenários visuais do calendário paraense para vídeo curto.

  • Creator gamer fazendo uma transmissão ao vivo de videogame com iluminação neon.Sexta-feira, 9 de outubro de 2026, véspera da Trasladação do Círio

    Festival Lambateria

    Festa de lambada com público jovem e figurino forte na sexta mais cheia do ano em Belém, boa para marca de bebida, moda e áudio.

  • Creator de viagem com câmera e smartphone registrando um ponto turístico.Sábado, 10 de outubro de 2026, concentração às 9h e saída por volta das 11h, logo após a Romaria Fluvial

    Arrastão do Círio

    Cortejo gratuito do Arraial do Pavulagem pelo centro histórico, com luz de manhã e multidão colorida, formato que rende conteúdo de rua com alta taxa de compartilhamento.

  • Creator fazendo maquiagem e mostrando a aplicação do produto de perto para a câmera.Sábado, 10 de outubro de 2026, na madrugada seguinte à passagem da Trasladação; a organização confirmou outubro e a tradição fixa o sábado que antecede o Círio

    Festa da Chiquita

    Noite de maquiagem, peruca e figurino autoral na praça mais icônica de Belém, vitrine natural para marca de beleza e maquiagem.

Ver todos os eventos no Pará Mais 9 datas no calendário completo.
Guia de UGC no Pará

O que os números dizem sobre fazer UGC no Pará.

O Pará é o maior mercado da região Norte e um dos mais mal representados da publicidade brasileira. São 8.120.131 habitantes em 144 municípios, um PIB de R$ 254,5 bilhões e uma capital que acabou de receber o mundo inteiro numa conferência da ONU. Mesmo assim, boa parte do conteúdo de marca que circula por aqui ainda foi gravado em outro estado, com sotaque de outro lugar e floresta como papel de parede. É exatamente aí que o UGC no Pará ganha vantagem: quem mora aqui sabe onde grava, sabe a hora da chuva, sabe o nome certo das coisas e é reconhecido na hora por quem assiste.

de habitantes no Pará, o estado mais populoso do Norte, segundo o Censo 2022
8,12 mi
de PIB estadual em 2023, o 12º do país e o maior da região Norte
R$ 254,5 bi
do açaí colhido no Brasil em 2025 saiu do Pará, o maior produtor do país
92,9%
búfalos no estado em 2024, 42,9% do rebanho brasileiro, a maior parte no Marajó
775 mil

UGC no Pará: Belém, Ananindeua e a Região Metropolitana

O Censo 2022 contou 8.120.131 moradores no Pará, o nono estado mais populoso do Brasil e o maior do Norte. Quase 2,25 milhões deles vivem nos sete municípios da Região Metropolitana de Belém: Belém, com 1.303.403, Ananindeua, com 478.778, Castanhal, com 192.256, Marituba, com 111.785, Santa Izabel do Pará, com 73.019, Benevides, com 63.567, e Santa Bárbara do Pará, com 21.087. Belém sozinha teve o maior PIB do estado em 2023, R$ 40,5 bilhões, e Ananindeua, o quarto, R$ 11,5 bilhões.

É uma metrópole que cabe num raio curto e muda de cara a cada quinze minutos. O Ver-o-Peso, conjunto tombado pelo IPHAN em 1977 e apontado como a maior feira livre a céu aberto da América Latina, começa antes do sol nascer, com peixe, erva, açaí, tacacá e cheiro de tudo ao mesmo tempo. A poucos metros ficam a Estação das Docas, a Cidade Velha com o Forte do Presépio e a Catedral da Sé, o Mangal das Garças e o Ver-o-Rio, onde a cidade senta para ver o pôr do sol na baía do Guajará. Mais para fora, Ananindeua e Marituba são bairro e cidade ao mesmo tempo, com comércio de rua, feira e condomínio popular, e é onde mora boa parte de quem trabalha em Belém.

Para a marca, isso quer dizer que uma campanha inteira cabe numa manhã de gravação, com cenários que não se repetem. Na Simmark, você escolhe os creators pelo portfólio e pela região e pede no mesmo briefing um vídeo na feira, um no calçadão da Doca e um dentro de uma loja de bairro em Ananindeua. Se a dúvida ainda é o formato, comece por o que é UGC.

Torre do mercado do Ver-o-Peso em primeiro plano e, atrás, a rua do centro de Belém com ônibus, carros e comércio.
Ver-o-Peso e o centro de Belém

O que a COP30 deixou em Belém

Belém sediou a COP30 em novembro de 2025 e o que ficou não foi o evento, foi a cidade. O Parque da Cidade nasceu na área do antigo aeroporto Brigadeiro Protásio Oliveira, com 500 mil metros quadrados, cerca de R$ 980 milhões de investimento, mais de 2,5 mil árvores plantadas, ciclovia, ecotrilhas, lago, quadras, museu da aviação, Centro de Economia Criativa e Centro Gastronômico. Aberto à população em 27 de junho de 2025, antes da conferência, recebeu mais de 670 mil visitantes em menos de dois meses.

O balanço estadual publicado em maio de 2026 fala em mais de R$ 7 bilhões aplicados em mobilidade, saneamento, segurança, turismo e requalificação urbana, com BRT ligando Belém, Marituba, Benevides e Santa Izabel, iluminação de LED nos corredores e nas orlas, requalificação do Mercado de São Brás e do terminal portuário de Outeiro, e o Porto Futuro II montado nos galpões antigos da Companhia Docas do Pará, com gastronomia, cultura e bioeconomia. O aeroporto internacional passou de 7,7 para cerca de 13 milhões de passageiros por ano de capacidade, com R$ 450 milhões investidos e a área de embarque saindo de 1.593 para 4.303 metros quadrados.

Para quem faz conteúdo, o efeito prático é simples: a cidade ganhou cenário novo, hotel novo e voo novo, e o público de fora passou a chegar o ano inteiro, não só na temporada. Uma marca de turismo, hotelaria, alimentação ou serviço que grava agora em Belém pega uma cidade que ainda está sendo descoberta por muita gente. Veja o que funciona em UGC de viagem e turismo.

Fachada do Mercado de São Brás, em Belém, com a torre do relógio, a balaustrada, o telhado de vidro e os dois bois de louça branca ao lado do arco de entrada.
Mercado de São Brás, Belém

Foto: Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0

Quer creators no Pará na sua primeira campanha, em outubro?

Mosqueiro, Outeiro e Cotijuba: as praias de rio dentro de Belém

Belém é uma cidade de ilhas. A mais conhecida é Mosqueiro, ligada ao continente por ponte e a cerca de uma hora do centro, com praias de água doce como Farol, Chapéu Virado, Murubira e Paraíso, casarões antigos e um verão que começa em junho. Outeiro fica mais perto e virou programa de fim de tarde. Cotijuba só se chega de barco, não tem carro circulando e é onde a cidade vai quando quer sumir por um dia.

Essas ilhas explicam um hábito paraense que confunde quem é de fora: aqui praia é rio, a água é escura, a maré sobe e desce e o banho tem hora marcada. É um cenário que quase não aparece na publicidade nacional e que dá imagem imediata, barata e diferente de tudo que o feed já viu.

Para marca de bebida, protetor solar, moda praia, caixa de som, cooler, sandália, bicicleta e aplicativo de transporte, uma tarde em Mosqueiro rende meia dúzia de vídeos. E como está dentro de Belém, o creator não precisa de diária de viagem: sai de casa, grava e volta no mesmo dia.

Canoa de madeira parada na areia da Praia do Bispo, na Ilha de Mosqueiro, com coqueiros e um bar de beira de praia ao fundo.
Praia do Bispo, Mosqueiro

Foto: Marcelo Castro, Wikimedia Commons, CC BY 3.0

Salinópolis e o litoral de mar aberto

Quando o paraense quer água salgada, ele pega a estrada para Salinópolis, a cerca de três horas de Belém. A cidade tem 44.772 moradores no Censo 2022 e recebe, segundo levantamentos de imprensa, cerca de 900 mil visitantes por ano, mais de 200 mil só em julho, quando o movimento triplica. A Praia do Atalaia é o cartão-postal, com carro na areia e barraca até onde a vista alcança, e o Farol Velho concentra a parte mais tranquila.

O veraneio de julho é o evento comercial mais previsível do calendário do estado. Hotel, pousada, aluguel de temporada, supermercado, bebida, protetor, moda praia, cooler, caixa de som e posto de estrada trabalham com data marcada, e o visitante vem também de Tocantins, do Maranhão, do Amapá, do Amazonas e de Goiás.

Uma campanha gravada na primeira semana de julho por creators de Salinópolis e de Belém entrega material para o ano inteiro, e pode ser rodada de novo no fim do ano, quando a cidade enche de novo. Para pensar formatos, vale olhar formatos de UGC.

Fileira de barracas laranja e guarda-sóis na Praia do Atalaia, em Salinópolis, com carro estacionado na areia e banhistas caminhando na beira.
Praia do Atalaia, Salinópolis

Foto: Luiz Pantoja, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Marajó: búfalo, queijo, rede e cerâmica marajoara

O Pará tem 775.075 búfalos, 42,9% do rebanho brasileiro e mais que o dobro do segundo colocado, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE de 2024. A maior parte está no Marajó: Chaves tem 263.069 cabeças, Soure 108.870 e Cachoeira do Arari 61.203. Só o município de Chaves tem mais búfalos do que qualquer estado brasileiro fora do Pará.

Desse rebanho sai o queijo do Marajó, que recebeu Indicação Geográfica do INPI em março de 2021, na modalidade indicação de procedência: só pode se chamar queijo do Marajó o que é feito em Cachoeira do Arari, Chaves, Muaná, Ponta de Pedras, Santa Cruz do Arari, Soure e Salvaterra. Ao lado dele vêm a rede de dormir, o couro de búfalo e a cerâmica marajoara, cuja grafia geométrica vem das populações que viveram na ilha muito antes da chegada dos portugueses e hoje sustenta oficinas em Icoaraci e no próprio Marajó.

Para marca de alimento, laticínio, utensílio, decoração, calçado e turismo, o Marajó é um dos briefings mais fáceis de escrever que existem no Brasil: o búfalo andando na praia de Soure, o queijo sendo tirado da forma, a rede armada na varanda, a peça de barro saindo do forno. É conteúdo com história verdadeira, e a regra é creditar quem produz, com nome e comunidade, em vez de tratar o lugar como cenário anônimo. Veja UGC de alimentos e bebidas.

Manada de búfalos dentro da água, se refrescando no campo alagado da Ilha do Marajó.
Búfalos em Cachoeira do Arari, Marajó

Santarém, Alter do Chão e o Tapajós

Santarém tem 331.942 moradores, a terceira maior população do estado, e fica a mais de 700 quilômetros de Belém, no meio do caminho entre a capital e Manaus. É outro Pará: o fuso da vida é o rio, a cidade cresceu em volta do porto e o encontro das águas verdes do Tapajós com as águas barrentas do Amazonas acontece na frente da orla, sem precisar de passeio.

A 30 quilômetros dali fica Alter do Chão, vila de praia de rio com areia branca e água clara na seca, que ganhou fama nacional e recebe visitante do Brasil inteiro. Em setembro acontece o Sairé, festa de rito, dança e disputa entre os botos que enche a vila por dias; a prefeitura de Santarém fixou a terceira semana de setembro como data do festival a partir de 2026.

Para marca de moda praia, bebida, câmera, calçado, repelente, mochila, hospedagem e aplicativo de viagem, o Tapajós entrega uma imagem que não se confunde com nenhuma outra praia do país. E vale a mesma regra do resto do estado: o vídeo mostra gente usando o produto na vida real, não a floresta como fundo vazio de anúncio.

Orla de Santarém no fim da tarde, com quiosques, a grade da beira e barcos parados no rio Tapajós.
Orla de Santarém

Foto: Wellington-stm, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Bragança, Castanhal e Abaetetuba: o nordeste paraense

Bragança tem 123.082 moradores e uma das festas populares mais antigas do Brasil. As Marujadas de São Benedito no Pará foram reconhecidas pelo IPHAN em 2024 como Patrimônio Cultural do Brasil, e em Bragança a festa vai de 18 a 26 de dezembro, com a Irmandade da Marujada à frente, saia vermelha, chapéu enfeitado e tambor. É fé antes de ser festa, e uma marca que quer participar participa do entorno, na pousada, na estrada, no comércio e na mesa, nunca dentro do cortejo.

Castanhal, com 192.256 moradores e o oitavo PIB do estado, R$ 6,32 bilhões em 2023, é a cidade-entroncamento que abastece a região e vive de comércio, indústria e serviço. Abaetetuba, com 158.188, foi o terceiro município que mais colheu açaí no Brasil em 2025, com 156.800 toneladas, e é de lá que sai o brinquedo de miriti, feito da fibra da palmeira, declarado patrimônio cultural dos paraenses pela Lei estadual nº 7.282, de 2009, e vendido no Círio desde 1905.

Esse é o Pará que quase nunca aparece na publicidade e que compra muito: lojista, sacoleira, pequeno produtor, funcionário público, professor, motorista de aplicativo. Um creator de Castanhal ou de Abaetetuba fala com essa gente sem precisar traduzir nada. Veja UGC de e-commerce e achadinhos.

Cata-vento de brinquedo de miriti pintado à mão, feito da fibra da palmeira.
Brinquedo de miriti, Abaetetuba

Foto: Sintegrity, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Sul e Sudeste do Pará: Marabá, Parauapebas, Carajás, Redenção e Paragominas

O Sudeste do Pará é uma economia inteira dentro do estado. Parauapebas tem 267.836 moradores e o segundo maior PIB do Pará, R$ 26,4 bilhões em 2023; Canaã dos Carajás, com 77.079 moradores, tem o terceiro, R$ 16,6 bilhões; Marabá, com 266.533, tem o quinto, R$ 9,75 bilhões. É a região de Carajás, o maior complexo de minério de ferro do país, e o programa Novo Carajás, da Vale, prevê R$ 70 bilhões de investimento para chegar a 200 milhões de toneladas por ano em 2030.

O peso disso aparece na balança comercial. Só a mineração exportou US$ 8,7 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 23,5% sobre o mesmo período do ano anterior, e respondeu por 66,7% de tudo o que o estado exportou entre janeiro e junho, segundo o Simineral. Canaã dos Carajás sozinha arrecadou R$ 660,4 milhões de CFEM no período, 44,2% do total do estado. Mais ao sul e a leste, Redenção, com 85.597 moradores, e Paragominas, com 105.550 e o décimo PIB estadual, vivem de gado e de grão: o Pará tem o segundo maior rebanho bovino do Brasil, 25,56 milhões de cabeças em 2024.

Esse público existe e quase nunca é retratado: gente que trabalha em turno, mora em cidade nova, tem renda acima da média regional e compra caminhonete, ferramenta, ar-condicionado, plano de saúde, viagem e eletrodoméstico. Um creator de Parauapebas ou de Marabá grava esse dia com naturalidade, e o vídeo fala com uma região que o anúncio nacional costuma ignorar. Veja UGC automotivo.

Orla de Marabá no rio Tocantins ao entardecer, com barcos de passageiros coloridos atracados no flutuante.
Orla de Marabá, no rio Tocantins

Foto: Fernando Santos Cunha Filho, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Tucuruí, Belo Monte e a energia que sai do Pará

Tucuruí, no rio Tocantins, a cerca de 500 quilômetros de Belém, abriga a segunda maior hidrelétrica inteiramente brasileira, operada pela Eletronorte e principal usina do subsistema Norte. Em Vitória do Xingu e Altamira fica Belo Monte. O município de Tucuruí tem 91.306 moradores e o nono PIB do estado, R$ 5,46 bilhões em 2023, quase tudo puxado pela usina.

É uma cidade média com salário de engenharia, escola técnica, comércio e um lago enorme que virou destino de pesca e de fim de semana. O mesmo vale para Altamira, com 126.279 moradores, e Barcarena, com 126.650 e o sexto PIB estadual, R$ 9,19 bilhões, puxado pelo porto e pela indústria.

Para marca de ferramenta, roupa de trabalho, bota, ar-condicionado, energia solar, banco e seguro, essas cidades são um público de alta intenção que raramente recebe conteúdo feito para ele. E é o tipo de vídeo que só funciona quando quem grava conhece o lugar por dentro.

Usina hidrelétrica de Tucuruí vista do alto, com a barragem sobre o rio Tocantins, a casa de força, o vertedouro e o lago.
Usina de Tucuruí

Foto: Repórter do Futuro, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Açaí, cacau, castanha e cupuaçu: a economia que vem da floresta

O Pará colheu 1.875.043 toneladas de açaí em 2025, 92,9% de toda a produção brasileira, num valor de R$ 8,33 bilhões, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE. Igarapé-Miri sozinha fez 421.304 toneladas, Cametá 180.884 e Abaetetuba 156.800. Na pesquisa de extração vegetal, que conta separadamente o açaí de várzea colhido fora da lavoura, o estado ficou com 68,1% do total brasileiro de 2024. Açaí aqui não é superfruta de academia: é almoço, com farinha e peixe frito.

No mesmo ano, o Pará passou a ser o maior produtor de cacau do Brasil, com 153.647 toneladas, à frente da Bahia, e ficou com 48,9% da colheita nacional, num valor de R$ 6,16 bilhões. O estado também é o maior produtor de cupuaçu, com 84% do total do país, e o segundo maior de pimenta-do-reino. A castanha-do-pará leva o nome do estado, mas a maior parte vem do Amazonas e do Acre: o Pará é o terceiro, com 8.715 toneladas em 2024.

Para marca de alimento, bebida, cosmético de ativos amazônicos, suplemento, sorvete, chocolate e café, isso é um banco de conteúdo pronto e com origem verificável. E é também onde mora o maior risco de comunicação do estado, tratado na seção sobre greenwashing mais adiante: falar de floresta sem prova custa caro.

Dezenas de rasas coloridas cheias de açaí alinhadas na feira, prontas para a venda.
Feira do açaí, Belém

Foto: JR Sardo, Pexels

Tucupi, jambu, tacacá e pato no tucupi: a mesa paraense

Belém entrou em dezembro de 2015 na Rede de Cidades Criativas da UNESCO na categoria gastronomia, uma das quatro cidades brasileiras com o selo. O motivo cabe numa mesa: tucupi, o caldo amarelo tirado da mandioca brava, jambu, a folha que adormece a boca, tacacá servido escaldando na cuia no fim da tarde, pato no tucupi, maniçoba, que leva dias cozinhando, filhote, tambaqui, farinha d'água, cupuaçu, bacuri e taperebá.

Nada disso é comida de restaurante turístico. Tacacá se toma em pé, na banca da esquina, por volta das cinco da tarde. Maniçoba aparece no Círio e no Natal. Pato no tucupi é prato de casa cheia. E o paraense compartilha isso por orgulho, não por brinde: é dos assuntos que mais circulam nas redes do estado.

Para marca de tempero, utensílio, panela, eletrodoméstico, bebida, delivery e mercado, o briefing já vem escrito: a cuia chegando à mão, a folha de jambu dentro do caldo, a panela de maniçoba no fogo desde ontem. O detalhe que separa o vídeo bom do vídeo errado é o nome certo das coisas, e isso só quem é de casa acerta.

Tacacá servido na cuia, com camarão seco, jambu e goma, e uma tigelinha de tucupi ao lado.
Tacacá na cuia, Belém

Foto: Carlos-alberto-teixeira, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Criadores de conteúdo no Pará: carimbó, tecnobrega, sotaque e ideias de vídeo

O carimbó foi registrado pelo IPHAN em 11 de setembro de 2014 como Patrimônio Cultural do Brasil, no Livro das Formas de Expressão. O processo percorreu mais de 150 localidades em 45 municípios e fez 415 entrevistas entre 2008 e 2013, a pedido de irmandades e associações culturais do próprio estado. Tambor, dança de roda e saia rodada, com raiz indígena, negra e ibérica misturadas.

Do outro lado da mesma cultura popular estão as aparelhagens, declaradas patrimônio cultural imaterial do Pará pela Lei estadual nº 9.713, de 6 de setembro de 2022. As primeiras surgiram em Belém entre os anos 1940 e 1950 e hoje são estruturas gigantes de som, luz e cenografia que sustentam o tecnobrega e um circuito de festa que funciona fora do mercado fonográfico tradicional. É um ecossistema de produção audiovisual que já existe: DJ, cinegrafista, editor, designer de cartaz, tudo feito na base.

O sotaque ajuda. O paraense usa "égua" para susto, alegria e reclamação, chama o outro de "mano" e "maninha", diz "pai d'égua" quando algo é muito bom e "tu" no lugar de "você". É um jeito de falar rápido, afetivo e sem cerimônia, que combina com vídeo curto e afasta a voz de locutor. Os criadores de conteúdo no Pará usam isso a favor da marca, porque o público reconhece na hora quem é de casa.

Algumas ideias que você pode colocar direto no briefing, cada uma com o gancho dos primeiros segundos:

  • Volta do Ver-o-Peso às seis da manhã, com a feira montando, para mercado, tempero, bolsa térmica ou aplicativo de entrega. Gancho: "Cinco e meia da manhã no Ver-o-Peso. Vem ver o que eu trouxe."
  • Tacacá na banca da esquina no fim da tarde, para tempero, utensílio, bebida ou delivery. Gancho: "Se a boca não tremer, não era jambu de verdade."
  • Tarde na praia do Farol, em Mosqueiro, para protetor, cooler, caixa de som ou moda praia. Gancho: "Praia dentro de Belém, água doce e maré com hora marcada."
  • Carro na areia da Praia do Atalaia, em Salinópolis, no primeiro fim de semana de julho, para bebida, calçado, óculos ou seguro. Gancho: "Julho no Pará é isso aqui. Te mostro o que não pode faltar."
  • Manhã de queijo em Soure, com o búfalo passando atrás, para laticínio, utensílio, faca ou turismo. Gancho: "Esse queijo só pode se chamar queijo do Marajó se for feito aqui. Te explico por quê."
  • Pôr do sol na Ilha do Amor, em Alter do Chão, para moda praia, câmera, mochila ou hospedagem. Gancho: "Essa praia é de rio, e some quando a água sobe."
  • Batedeira de açaí de bairro, com a rasa chegando, para alimento, eletrodoméstico, sorvete ou suplemento. Gancho: "No Pará, açaí vem com farinha e peixe frito. Vou te provar."
  • Volta do turno em Parauapebas, da mina para casa, para ferramenta, bota, ar-condicionado ou crédito. Gancho: "Doze horas de turno em Carajás. O que salva o meu dia."
  • Oficina de cerâmica marajoara em Icoaraci, com a peça saindo do forno, para decoração, casa, tinta ou e-commerce. Gancho: "Esse desenho é mais antigo que o Brasil."
  • Chuva das duas da tarde em Belém, com todo mundo se abrigando, para guarda-chuva, calçado, maquiagem à prova d'água ou aplicativo de transporte. Gancho: "Em Belém a chuva tem hora. E eu já sei o que fazer."
Casal dançando carimbó em roda, com os tambores e as luzes da festa ao fundo.
Roda de carimbó, Belém

Foto: Bruna Brandão, MTur Destinos via Wikimedia Commons, domínio público

Amazônia em campanha de marca: como não cair em greenwashing

Gravar no Pará coloca a sua marca perto de um dos assuntos mais vigiados da comunicação brasileira. Em 24 de outubro de 2025, o CONAR aprovou a revisão do artigo 36 e do Anexo U do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que tratam de apelos de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. As regras passaram a exigir evidência verificável, qualificadores claros e transparência sobre metas, ciclo de vida e limitações da alegação. Na prática: dizer que o produto é sustentável porque o vídeo foi gravado com floresta atrás é exatamente o que a norma quer evitar.

Há três cuidados que valem para qualquer briefing gravado no estado, e que convém deixar escritos antes de o creator começar. Primeiro, a floresta não é cenário: o Pará é cidade, feira, porto, mina, lavoura e praia, e as pessoas que aparecem no vídeo estão trabalhando ou vivendo, não posando de natureza. Segundo, povos indígenas e comunidades ribeirinhas não entram como ilustração: se a campanha envolve alguém dessas comunidades, entra com nome, consentimento, contexto e pagamento, como qualquer outro participante. Terceiro, fé não é mídia: no Círio de Nazaré e na Marujada de Bragança não se coloca produto, demonstração nem unboxing dentro do ato religioso.

A alternativa honesta é mais forte do que a versão maquiada. Em vez de afirmar que a marca protege a Amazônia, mostre de onde vem o ingrediente, quem produz, quanto foi pago e o que muda para aquela família. Esse é o tipo de conteúdo que o UGC faz melhor do que a publicidade tradicional, porque quem fala é quem está lá.

Mangal das Garças visto do alto, com os espelhos d'água, os caminhos do parque e os prédios de Belém ao fundo.
Mangal das Garças, Belém

Marketing de influência no Pará ou UGC? Como montar a campanha

Os dois caminhos existem no estado, e a diferença está no uso do vídeo. No marketing de influência, você paga pelo alcance: o post sai no perfil de um dos influenciadores paraenses, para o público dele, e vive o tempo que o combinado permitir. No UGC, você paga pelo vídeo e usa nos seus canais e nos seus anúncios quantas vezes quiser. A comparação completa está em UGC x influenciador.

Na Simmark, você publica o briefing, escolhe o nicho e as regiões e define quanto quer investir por vídeo. Creators do Pará se candidatam, e você aprova quem grava pelo portfólio, não pelo número de seguidores. O guia de como escrever um briefing de UGC e o de quanto pagar por UGC ajudam a começar, e o post sobre direitos de uso em UGC explica por que o vídeo aprovado é seu para usar onde quiser, sem prazo.

O calendário paraense ajuda a programar a produção: outubro é o mês do Círio e da cidade cheia, julho é o veraneio de Salinópolis e das ilhas, setembro é o Sairé em Alter do Chão, dezembro junta a Marujada de Bragança e a Black Friday. O calendário completo está em eventos. Marcas que já rodam campanha no Ceará e na Bahia costumam descobrir que o Norte pede outro repertório: outro sotaque, outra comida, outro tipo de praia.

A plataforma abre em outubro de 2026, com isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026 para quem entrar antes: .

Calçadão da Estação das Docas ao entardecer, com os guindastes amarelos do antigo porto, os galpões restaurados e pessoas caminhando.
Estação das Docas, Belém

Foto: Celso Abreu, Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Sua marca na primeira leva de campanhas no Pará.

A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro e tem isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.

Como funciona para marcas →
Fontes dos números
  1. IBGE, Censo 2022, população residente (SIDRA, tabela 4709)
  2. IBGE, PIB dos Municípios 2023 (SIDRA, tabela 5938)
  3. IBGE, Produção Agrícola Municipal 2025, açaí, cacau, cupuaçu e pimenta-do-reino (SIDRA, tabela 1613)
  4. IBGE, Pesquisa da Pecuária Municipal 2024, efetivo de bubalinos e bovinos (SIDRA, tabela 3939)
  5. IBGE, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2024, açaí e castanha-do-pará (SIDRA, tabela 289)
  6. O Liberal, com dados do Simineral: mineração no Pará movimenta US$ 8,7 bilhões em exportações no primeiro semestre de 2026
  7. Revista Mineração, programa Novo Carajás prevê 200 milhões de toneladas de minério de ferro por ano em 2030
  8. Pará Online, os legados definitivos que a COP30 deixou para Belém
  9. URB News, Belém transforma o antigo aeroporto Brigadeiro Protásio em Parque da Cidade
  10. Agência Pará, Parque da Cidade construído pelo Estado já pode ser visto pela população de Belém
  11. Panrotas, aeroporto internacional de Belém finaliza modernização
  12. IPHAN, Carimbó, Patrimônio Cultural do Brasil
  13. Assembleia Legislativa do Pará, aparelhagens de som declaradas patrimônio cultural imaterial do estado (Lei nº 9.713/2022)
  14. IPHAN, Marujadas de São Benedito no Pará, Patrimônio Cultural do Brasil
  15. Diretoria da Festa de Nazaré, programação do Círio de Nazaré 2026
  16. Assembleia Legislativa do Pará, brinquedo de miriti de Abaetetuba e a Lei estadual nº 7.282/2009
  17. ipatrimônio, conjunto arquitetônico e paisagístico do Ver-o-Peso, tombado pelo IPHAN em 1977
  18. Portal Amazônia, Belém e o selo de Cidade Criativa da Gastronomia da UNESCO
  19. Embrapa, Indicação Geográfica do queijo do Marajó
  20. Prefeitura de Santarém, Sairé 2026 em Alter do Chão e a definição da terceira semana de setembro
  21. Monitor do Mercado, Salinópolis e o veraneio paraense
  22. CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, artigo 36 e Anexo U
  23. Propmark, CONAR atualiza código e define regras éticas contra o greenwashing na publicidade
  24. Eletrobras, usinas hidrelétricas do grupo, incluindo Tucuruí
Onde gravar no Pará

Esse pode ser o seu cenário.

Vista aérea do Ver-o-Peso no fim da tarde, com o Mercado de Ferro, as barracas brancas da feira, os casarões coloridos da Cidade Velha e a baía do Guajará ao fundoCanoas de madeira paradas na água rasa do rio Tapajós em Alter do Chão, com a Serra da Piroca e nuvens brancas no céu azul ao fundoEstação das Docas à noite, com os galpões iluminados, os guindastes amarelos do antigo porto, palmeiras e pessoas sentadas na orla da baía do GuajaráBúfalo em pé no gramado da orla de Soure, na Ilha do Marajó, com a praia de rio e o céu de nuvens ao fundoFachada neoclássica do Theatro da Paz vista da Praça da República, com palmeiras, bancos e o calçadão em primeiro plano, sob céu azul com nuvensPortal de entrada e ponte de acesso do Forte do Presépio, na Cidade Velha, com muralha de pedra, um casarão colonial branco ao lado e céu azul com nuvensVer-o-Peso e Cidade Velha, Belém
Foto: Rafaelbyphoto, Wikimedia Commons, CC BY 4.0
Creators no Pará

Os creators certos no Pará.

Beleza, moda, fitness, alimentação, casa, tech e muito mais. Encontre creators no Pará que já falam a língua do seu público.

Creator de beleza fazendo uma live sobre maquiagem e mostrando produtos para o público.Beleza e Skincare
Nicho

Beleza e Skincare

Um conteúdo, todo lugar

Seu conteúdo, onde você quiser.

Cada vídeo e cada foto que você recebe é seu para usar onde quiser: redes sociais, e-commerce, marketplaces e anúncios. Você produz uma vez e aproveita em todos os canais.

Sem pagar de novo por cada formato.
Logo do Instagram, onde a marca publica o conteúdo UGC em Reels e Stories.Instagram
Logo do Mercado Livre, onde a marca usa vídeos e fotos UGC nos anúncios de produto.Mercado Livre
Logo do YouTube, onde os vídeos UGC viram conteúdo e anúncios.YouTube
Logo do Pinterest, onde fotos de produto UGC inspiram e vendem.Pinterest
Logo da Shopee, onde a marca aplica conteúdo UGC nas páginas de produto.Shopee
Logo do WhatsApp, onde a marca usa conteúdo UGC no catálogo e no status.WhatsApp
Logo do LinkedIn, onde a marca leva conteúdo autêntico para o público profissional.LinkedIn
Logo do Instagram, onde a marca publica o conteúdo UGC em Reels e Stories.Instagram
Logo do Mercado Livre, onde a marca usa vídeos e fotos UGC nos anúncios de produto.Mercado Livre
Logo do YouTube, onde os vídeos UGC viram conteúdo e anúncios.YouTube
Logo do Pinterest, onde fotos de produto UGC inspiram e vendem.Pinterest
Logo da Shopee, onde a marca aplica conteúdo UGC nas páginas de produto.Shopee
Logo do WhatsApp, onde a marca usa conteúdo UGC no catálogo e no status.WhatsApp
Logo do LinkedIn, onde a marca leva conteúdo autêntico para o público profissional.LinkedIn
Logo do TikTok, onde os vídeos UGC alcançam milhões de pessoas.TikTok
Logo da Amazon, onde a marca usa conteúdo UGC nas listagens de produto.Amazon
Logo do Facebook, onde a marca distribui o conteúdo dos creators.Facebook
Logo do Threads, mais um canal para o conteúdo autêntico da marca.Threads
Logo do X (Twitter), onde a marca compartilha conteúdo de creators.X
Logo do Snapchat, mais um destino para o conteúdo UGC da marca.Snapchat
Logo do TikTok, onde os vídeos UGC alcançam milhões de pessoas.TikTok
Logo da Amazon, onde a marca usa conteúdo UGC nas listagens de produto.Amazon
Logo do Facebook, onde a marca distribui o conteúdo dos creators.Facebook
Logo do Threads, mais um canal para o conteúdo autêntico da marca.Threads
Logo do X (Twitter), onde a marca compartilha conteúdo de creators.X
Logo do Snapchat, mais um destino para o conteúdo UGC da marca.Snapchat

Como encontrar creators no Pará pela Simmark.

A Simmark abre em outubro de 2026. Na lista de espera, você é avisado na abertura e já pode publicar a sua primeira campanha. Os creators no Pará se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um e pelo nicho que precisa.

  1. 1Entre na lista de espera
  2. 2Publique a campanha quando a plataforma abrir, em outubro
  3. 3Escolha entre os creators no Pará que se candidatarem
Ver como funciona
Notebook aberto no painel da marca na Simmark, com a lista de creators e o filtro por nicho e localizaçãoPará · PACreators disponíveis

Perguntas sobre UGC no Pará.

Quais nichos mais contratam UGC no Pará?

Alimentos e bebidas, Viagem e turismo, E-commerce e achadinhos e Beleza e skincare são os que mais pedem conteúdo no Pará. Cada um tem uma página com o tipo de vídeo que funciona e exemplos: alimentos e bebidas, viagem e turismo, e-commerce e achadinhos e beleza e skincare.

Qual a melhor época para fazer campanha de UGC no Pará?

O pico de demanda no Pará vai do Círio de Nazaré ao Festival Psica. É quando mais marcas querem conteúdo ao mesmo tempo, então vale publicar o briefing algumas semanas antes, para escolher os creators com calma e ter o material pronto na hora certa.

Preciso de um creator que more no Pará?

Depende do que o vídeo precisa mostrar. Para um produto que chega pelo correio, creators de qualquer lugar do país gravam bem. Para mostrar um lugar, um evento ou o jeito de falar de quem vive no Pará, quem mora ali entrega o que ninguém de fora consegue encenar. Na Simmark dá para buscar creators por cidade, além de nicho, para achar quem está perto.

Como encontrar criadores de conteúdo no Pará fora de Belém?

Na Simmark, você publica a campanha e escolhe os creators pela região, então dá para pedir gente de Santarém, Marabá, Parauapebas, Castanhal, Abaetetuba, Bragança, Salinópolis, Soure e Tucuruí no mesmo briefing, junto com Belém, Ananindeua e Marituba. A escolha é pelo portfólio e pelas avaliações de outras marcas, não pelo número de seguidores. Isso importa num estado com 144 municípios e distâncias grandes: o creator local resolve o deslocamento que a produção de fora não consegue pagar.

Vale fazer marketing de influência no Pará ou contratar UGC?

Depende do objetivo. Se você quer aparecer no perfil de alguém com público grande no estado, é marketing de influência. Se você quer vídeos para usar nos seus anúncios, no site e nas redes da marca, é UGC. Muitas marcas que estão entrando no Norte começam pelo UGC porque o mesmo vídeo serve para vários canais, fica com a marca sem prazo de uso e permite testar dois ou três sotaques regionais no mesmo orçamento.

Influenciadores paraenses funcionam para uma campanha nacional?

Funcionam, e por um motivo prático: o repertório visual do Pará não se parece com o de nenhuma outra região do país. Praia de rio, feira de açaí, búfalo na areia, encontro das águas e o sotaque paraense dão variedade de imagem que uma campanha gravada só no Sudeste não tem. Na Simmark, os direitos de uso são vitalícios e valem em qualquer canal: redes sociais, anúncio pago, site, e-commerce e ponto de venda.

Dá para incluir o Círio de Nazaré ou a Marujada numa campanha de UGC no Pará?

Dá para falar do calendário e do que ele move na cidade, mas não se coloca produto, demonstração ou unboxing dentro da romaria, da procissão, do cortejo ou da missa. O caminho respeitoso é o conteúdo de contexto: a casa que se prepara para receber, o almoço do Círio, a hospedagem cheia, o comércio aberto, o deslocamento, a comida da região. Deixe isso escrito no briefing para o creator saber o limite antes de gravar.

Como falar da Amazônia numa campanha sem cair em greenwashing?

Trocando a afirmação genérica pela prova concreta. Desde a revisão do artigo 36 e do Anexo U do Código do CONAR, aprovada em outubro de 2025, alegação ambiental em anúncio precisa de evidência verificável e de qualificadores claros. Em vez de dizer que a marca é sustentável com a floresta ao fundo, mostre a origem do ingrediente, quem produz, o que muda para aquela família e o que a marca ainda não resolveu. E evite dois erros comuns: usar a floresta como cenário vazio e colocar pessoas indígenas ou ribeirinhas na imagem sem nome, contexto, consentimento e pagamento.

Como encontrar creators no Pará antes do lançamento?

A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado na abertura e já pode publicar a primeira campanha: os creators no Pará se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um. .

Cidades no Pará

Cada página traz os cenários, o calendário e os nichos daquela cidade.

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