
UGC creators em Rondônia.
Encontre creators que conhecem o público em todo o estado de Rondônia e receba conteúdo autêntico para as suas redes, o seu e-commerce e os seus anúncios. Tudo pela Simmark, o app de UGC.
onde o Brasil migrante colonizou a Amazônia, entre o Rio Madeira e a Bolívia
Foto da capa: Sergio Del Giorno, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Conteúdo local, feito por quem entende o público em Rondônia.
Rondônia tem 1.581.016 habitantes em 52 municípios e fica na fronteira oeste da Amazônia, entre o Rio Madeira e a divisa com a Bolívia. É o estado que migrantes do Sul e do Sudeste transformaram em celeiro de grãos e de gado dentro da floresta, com o segundo maior rebanho bovino da Região Norte e a segunda maior safra de café conilon do Brasil.
Quem nunca foi a Rondônia costuma confundir o nome do estado com o de Rondonópolis, a cidade de Mato Grosso, ou imagina uma Amazônia só de palafita e ribeirinho isolado. O estado que existe é outro: entre 1970 e 1991, cerca de 697 mil pessoas migraram para Rondônia atrás de terra, na maior parte gaúchos, paranaenses, mineiros e capixabas que desceram pela BR-364 recém aberta pelo INCRA, no maior surto migratório da história do Brasil. É por isso que Rondônia tem sotaque de tantos lugares ao mesmo tempo, fazenda de gado dentro da floresta e uma capital, Porto Velho, que vive de frente para o Rio Madeira. Vixe Maria é a exclamação de espanto, tapera é casa velha, mangar é zombar e cabra macho é elogio de valentia. Na mesa, pato no tucupi, tacacá e peixe na brasa, sobretudo tambaqui e pirarucu, dividem espaço com o churrasco que a colonização sulista trouxe. Chamar o estado inteiro de Amazonas, achar que Porto Velho fica às margens do Rio Amazonas ou tratar Rondônia como sinônimo de garimpo são erros que a audiência local corrige na hora.
Creators em todo o estado de Rondônia falam a língua da sua audiência: usam as referências, os cenários e a forma de falar de quem está na região. Esse conteúdo autêntico converte mais do que a publicidade tradicional e cabe em qualquer canal da sua marca.
Na Simmark, a sua marca publica um briefing e escolhe creators em Rondônia pelo portfólio e pela região: a creator de Porto Velho que grava no pátio histórico da Madeira-Mamoré e na orla do Rio Madeira, o produtor rural de Ji-Paraná que abre a porteira da fazenda de gado, a estudante de Vilhena na época da colheita de soja, o comerciante de Ariquemes na rota da BR-364, o cafeicultor de Cacoal na safra do conilon, o guia de Costa Marques que leva até o Real Forte Príncipe da Beira, o pescador esportivo de Guajará-Mirim na temporada de dourada. Você aprova quem grava, aprova o vídeo antes de pagar e usa o material onde quiser, sem prazo.
Gastronomia, turismo e setor automotivo puxam o UGC em Rondônia.
Cada mercado tem o seu jeito de vender em Rondônia. Veja os nichos mais fortes da região e como cada um usa UGC para converter.
Alimentos e bebidasRondônia é o segundo maior produtor de café conilon do Brasil, com safra de 2,32 milhões de sacas em 2025, tem quase 18 milhões de cabeças de gado e é o quarto maior produtor de cacau do país. Café, carne e cacau têm fazenda, safra e produtor para filmar, do pé à xícara.
Ver UGC de alimentos e bebidas
Viagem e turismoDo Real Forte Príncipe da Beira, a maior fortificação erguida pelos portugueses fora da Europa, à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e à pesca esportiva no Rio Madeira, o estado tem roteiro de história, natureza e pesca que quase nenhuma marca nacional já filmou.
Ver UGC de viagem e turismo
AutomotivoA BR-364 é a espinha dorsal do estado e a porta de entrada da colonização, e o Porto de Porto Velho escoa soja pela hidrovia do Madeira: caminhonete, caminhão, máquina agrícola e balsa de grãos fazem parte do dia a dia, não são hobby de fim de semana.
Ver UGC de automotivo
Do aniversário de Porto Velho ao Festival de Praia, o calendário do UGC em Rondônia.
Planeje as campanhas com antecedência: estes são os próximos momentos em que a região consome mais conteúdo de creator. Os eventos que já passaram saem da lista e ficam no calendário completo.
1 a 3 de outubro de 2026, com show no dia 2Aniversário de Porto Velho
A capital completa 112 anos com três dias de programação e bolo gigante na praça, o que concentra público de família e comércio no mesmo fim de semana.
20 a 23 de novembro de 2026, com encerramento no aniversário, dia 23Aniversário de Vilhena
Quatro dias de festa gratuita com shows nacionais fecham o ano na cidade que é a porta de Rondônia para quem vem de Mato Grosso pela BR-364.
22 de novembro de 2026Aniversário de Ji-Paraná
A segunda maior cidade do estado celebra a emancipação política com programação oficial, boa janela para marca que quer falar com o público do interior sem esperar uma feira agropecuária.
31 de dezembro de 2026; a prefeitura ainda não divulgou a programação completa desta ediçãoRéveillon de Porto Velho
A virada na frente do complexo da Madeira-Mamoré junta música, fogos e o Rio Madeira no mesmo cenário, e costuma reunir shows regionais e uma atração nacional.
6 a 9 de fevereiro de 2027, pelo calendário nacional de Carnaval; data e local dos desfiles das escolas de samba ainda em definição com a prefeituraCarnaval de Porto Velho
A prefeitura planeja a volta dos desfiles de escola de samba depois de oito anos fora do calendário, o que deve trazer de volta um público que a cidade não via nesse tamanho.
Ideias e prazos para a campanha
a partir de 1º de abril de 2027, quando termina o defeso da piracema nas bacias do estadoAbertura da pesca esportiva depois do defeso
Quando termina a piracema, dourada, surubim e tambaqui voltam a poder ser pescados no Rio Madeira, e o primeiro fim de semana livre é o pico de saída de barco do ano.
O que os números dizem sobre fazer UGC em Rondônia.
Rondônia tem 1.581.016 habitantes em 52 municípios, um PIB de R$ 76,4 bilhões em 2023 e uma história que nenhum outro estado da Amazônia tem: foi colonizado, a partir dos anos 1970, por quase 700 mil migrantes do Sul e do Sudeste que desceram a BR-364 atrás de terra. É por isso que Rondônia tem fazenda de gado, lavoura de café e de soja dentro da floresta, tem o segundo maior rebanho bovino da Região Norte e a segunda maior safra de café conilon do Brasil, e ao mesmo tempo guarda a maior fortificação erguida pelos portugueses fora da Europa, um trecho de ferrovia que atravessou o ciclo da borracha e 21% do território em terras indígenas. O UGC em Rondônia funciona melhor quando entende essa mistura: quem mora aqui sabe separar carne de sol de churrasco gaúcho, sabe que nem toda plantação é desmatamento e sabe onde a fronteira com a Bolívia vira só uma travessia de balsa.
- de habitantes em Rondônia, em 52 municípios, segundo o Censo 2022
- 1,58 mi
- de PIB do estado em 2023, com PIB per capita de R$ 48.353,38
- R$ 76,4 bi
- de cabeças de gado no rebanho bovino rondoniense, em 114.079 propriedades rurais
- 18 mi
- no ranking nacional de café conilon, com safra de 2,32 milhões de sacas em 2025
- 2º lugar
Rondônia não é o que a maioria do Brasil imagina
O Censo 2022 contou 1.581.016 moradores em Rondônia, espalhados por 52 municípios e 237.590 quilômetros quadrados, com densidade de 6,66 habitantes por quilômetro quadrado. É um território do tamanho da Itália com pouco mais de 1,5 milhão de pessoas, e a maior parte delas não desceu de canoa: desceu de caminhão. Entre 1970 e 1991, cerca de 697 mil pessoas migraram para o então Território Federal de Rondônia atrás de terra, no maior surto migratório da história do Brasil, puxadas pelo governo federal e pela BR-364, a estrada que o INCRA abriu entre Cuiabá e Porto Velho.
Essa origem explica o que existe hoje. A maioria dos rondonienses é filha ou neta de gaúcho, paranaense, catarinense, mineiro ou capixaba que trocou o Sul por um lote de terra na Amazônia, e ao lado veio quem já morava na região desde o ciclo da borracha e os povos indígenas que vivem ali há muito mais tempo que qualquer um dos dois grupos. O resultado é um estado com sotaque de quase todo o Brasil, fazenda de gado dentro da floresta e uma economia que se parece mais com o interior de Mato Grosso ou do Paraná do que com o Amazonas ou o Pará.
Para quem escreve briefing, isso muda a expectativa de imagem: Rondônia entrega tanto cena de floresta e de rio quanto cena de porteira de fazenda, colheitadeira e feira agropecuária, no mesmo estado. Se a dúvida ainda é o formato, comece por o que é UGC.
Porto Velho vive de frente para o Rio Madeira
Porto Velho tem 494.013 moradores, quase um terço de todo o estado, e nasceu em 1907 como acampamento da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. A cidade corre ao longo do Rio Madeira, batizado assim pelos troncos de árvore que desciam a correnteza, e o rio segue sendo o centro da vida urbana: travessia de balsa, orla, mercado de peixe e, mais abaixo, a Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, a quinta maior do Brasil em operação, com capacidade para abastecer cerca de seis milhões de pessoas.
O Porto Organizado de Porto Velho movimentou cerca de 2 milhões de toneladas de carga em 2024, a maior parte grão vindo de Rondônia e de Mato Grosso pela hidrovia do Madeira até os portos do Arco Norte, uma rota que hoje escoa parte relevante da soja que o Brasil exporta. É um retrato pouco visto: capital de estado amazônico com porto industrial e fila de balsa de soja, não só barco de pescador. Veja UGC de e-commerce e produto.

Foto: Wilson Dias, Agência Brasil, CC BY 3.0 BR
Quer creators em Rondônia na sua primeira campanha, em outubro?
A Madeira-Mamoré, a ferrovia que a Amazônia cobrou caro
A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré foi construída entre 1907 e 1912 para contornar as cachoeiras do Rio Madeira e escoar a borracha da Bolívia até o Amazonas, numa obra que envolveu mais de cinquenta nacionalidades e ficou conhecida como a Ferrovia do Diabo, pelo número de trabalhadores que morreram de malária e febre amarela durante a construção. Ela nunca chegou a operar em escala comercial: quando ficou pronta, o preço da borracha já tinha caído com a concorrência da Ásia.
Hoje o pátio da ferrovia, na Praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, é museu a céu aberto, com mais de 300 peças originais, locomotivas preservadas e visita gratuita mediante agendamento. É o cenário mais reconhecível de Porto Velho: ferro velho, mata e o rio ao fundo, uma cena de história que nenhum outro estado do Norte tem igual. Serve para moda, calçado, bebida, relógio e qualquer campanha que precise de textura de época sem construir cenografia.

Foto: Seravattavares, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
O Vale do Guaporé e o Real Forte Príncipe da Beira
No extremo sul do estado, no município de Costa Marques, o Rio Guaporé marca a fronteira com a Bolívia e guarda o Real Forte Príncipe da Beira, erguido pelos portugueses entre 1776 e 1783 para segurar a fronteira colonial contra os espanhóis. É a maior fortificação já construída por Portugal fora da Europa, com muralhas de dez metros, formato de estrela de quatro pontas e mais de 900 metros de perímetro, hoje candidata a Patrimônio Mundial da UNESCO dentro de um conjunto de fortificações da fronteira.
Mais ao norte, em Guajará-Mirim, a antiga estação final da Madeira-Mamoré vira hoje travessia de balsa para Guayaramerín, do outro lado do Rio Mamoré, na Bolívia: uma fronteira internacional que se atravessa em dez minutos de barco. É um roteiro de história colonial e de fronteira viva que praticamente nenhuma marca brasileira já usou, e que serve bem para moda, bebida, relógio, viagem e qualquer produto que queira uma imagem que o público nunca viu. Veja UGC de viagem e turismo.

Foto: Israel Valejr, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Pacaás Novos, a Serra da Providência e o telhado de Rondônia
Criado em 1979 e administrado pelo ICMBio, o Parque Nacional de Pacaás Novos cobre 764.801 hectares entre oito municípios do centro do estado e guarda o Pico do Tracoá, a 1.126 metros o ponto mais alto de Rondônia, além do nascedouro de dezessete rios importantes. O relevo é raro para a Amazônia: canyon, cachoeira e paredão de pedra, num estado que a maioria imagina só como floresta plana.
Ao lado, a Serra da Providência divide as águas dos rios Roosevelt e Ji-Paraná, perto de Guajará-Mirim. É um relevo pouco fotografado e por isso rende imagem que o público não viu em nenhuma campanha nacional. Vale o cuidado que qualquer unidade de conservação exige: a visitação ao entorno do Pico do Tracoá está temporariamente restrita, em processo de regulação junto ao ICMBio e aos povos indígenas do território, e é essa regra que precisa entrar no briefing antes de qualquer gravação na área. Veja formatos de UGC.

Foto: Ideval01, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Terras indígenas e fauna: o entorno, nunca o rito
Rondônia tem 43 terras indígenas, das quais 20 já regularizadas, ocupando 21,03% do território do estado. São 21.153 pessoas indígenas segundo o Censo, de povos como Karitiana, Uru-Eu-Wau-Wau, Cinta-Larga, Surui Paiter, Wari, Makurap e Kaxarari, entre outros, presentes em todos os 52 municípios rondonienses. É uma parte essencial da identidade do estado, e também a que exige mais cuidado de qualquer marca.
A regra para o briefing é simples e não muda: a marca fica no entorno, nunca dentro da aldeia ou do ato cultural e religioso, e qualquer participação de pessoa indígena é combinada, autorizada e paga como se paga qualquer creator, nunca tratada como figuração gratuita. Vale o mesmo cuidado com o desmatamento, que não é pauta de campanha de marca: entre 2024 e 2025 Rondônia reduziu a taxa de área sob alerta em mais de 35%, o menor índice desde 2008, mas isso é contexto de política pública, não figurino de vídeo.

Foto: Mayangdi Inzaulgarat, Ibama, Wikimedia Commons, CC BY-SA 2.0
Café, soja e o maior rebanho de gado do Norte
Rondônia é o segundo maior produtor de café conilon do Brasil, atrás apenas do Espírito Santo, com safra estimada em 2,32 milhões de sacas em 2025, alta de 10,8% sobre 2024, e a maior produtividade média entre os principais estados produtores. A previsão para 2026 é de safra recorde, perto de 2,7 milhões de sacas. Ao lado do café, o estado colheu 2,7 milhões de toneladas de soja em 716,9 mil hectares em 2025 e é o quarto maior produtor de cacau do Brasil, com mais de oito mil toneladas de amêndoas por ano.
No gado, Rondônia soma quase 18 milhões de cabeças de bovinos em 114.079 propriedades rurais, e Porto Velho sozinho tem o terceiro maior rebanho municipal do país, atrás de São Félix do Xingu, no Pará. É a agropecuária que fez a participação do setor no PIB estadual saltar de 10,8% em 2002 para 18,9% em 2023, mais que os outros estados amazônicos. Para marca de alimento, bebida, maquinário e agro, é fornecedor perto e produtor disposto a abrir a porteira. Veja UGC de alimentos e bebidas.

Foto: James Martins, Wikimedia Commons, CC BY 3.0
Pesca esportiva no Rio Madeira
O Rio Madeira, batizado pela universidade federal de mais de 800 espécies de peixe catalogadas, é destino de pesca esportiva de dourada, surubim, tucunaré, pirarucu e tambaqui, com roteiros oficiais do programa Porto Velho Sport Fishing em Jaci-Paraná, na Ilha do Búfalo, em Mutum-Paraná e no Rio Jamari. O defeso da piracema fecha a pesca de espécies como dourada e surubim entre 15 de novembro e 15 de março, e do tambaqui entre outubro e março, então o calendário de gravação depende da espécie que a marca quer mostrar.
É um nicho pouco explorado fora do público de pescador: barco, vara, isca, roupa de proteção solar e câmera à prova d'água têm público certo e pouca concorrência de conteúdo em Rondônia. Veja UGC de saúde e fitness.
O interior: Ji-Paraná, Vilhena, Ariquemes e Cacoal
Fora da capital, Rondônia tem quatro cidades médias que sustentam boa parte da economia do estado. Ji-Paraná, a segunda maior, com 136.825 moradores, é cortada pelo Rio Ji-Paraná e sedia a Rondônia Rural Show Internacional e a Expojipa, as duas maiores feiras de agronegócio do estado. Vilhena, com 95.599 moradores, fica na divisa com Mato Grosso, na BR-364, e é a porta de entrada de quem vem do Centro-Oeste. Ariquemes, com 100.186 moradores, e Cacoal, com 86.895, completam o quinteto que concentra a maior parte do comércio, do agronegócio e da renda fora de Porto Velho.
Para uma marca, essas cidades resolvem um problema comum: público de renda média, hábito de compra formado no comércio de rua e no shopping local, e creators que conhecem a rotina de quem trabalha com agro sem nunca ter pisado numa fazenda de vitrine. É o Brasil do agronegócio médio, o mesmo que aparece pouco em campanha nacional. Veja como escrever um briefing de UGC.
Marketing de influência em Rondônia ou UGC? Como montar a campanha
Os dois caminhos existem no estado, e a diferença está no uso do vídeo. No marketing de influência, você paga pelo alcance de um perfil grande de Porto Velho ou do interior, e o post vive o tempo que o combinado permitir. No UGC, você paga pelo vídeo e usa nos seus canais e nos seus anúncios quantas vezes quiser, sem depender do alcance de ninguém. A comparação completa está em UGC x influenciador.
Na Simmark, você publica o briefing, escolhe o nicho e as regiões e define quanto quer investir por vídeo, sempre em reais. Creators de Rondônia se candidatam, e você aprova quem grava pelo portfólio, não pelo número de seguidores. O calendário ajuda a programar a produção: outubro traz o aniversário de Porto Velho; novembro reúne os aniversários de Ji-Paraná e de Vilhena; dezembro fecha com o Réveillon na Madeira-Mamoré; fevereiro é Carnaval; abril reabre a pesca esportiva depois do defeso; e maio a julho concentram as grandes feiras de agro do estado, da Rondônia Rural Show à Expojipa. O calendário completo está em eventos.
A plataforma abre em outubro de 2026, com isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026 para quem entrar antes: .
Sua marca na primeira leva de campanhas em Rondônia.
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro e tem isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.
Fontes dos números
- IBGE, Censo 2022, população residente e municípios (SIDRA, tabela 4714)
- Governo do Estado de Rondônia / SEPOG, PIB de Rondônia em 2023
- Governo do Estado de Rondônia / IDARON, rebanho bovino e propriedades rurais, 13/10/2025
- Embrapa Rondônia, produção de café conilon, safra 2025 e previsão 2026
- IBGE, Produção Agrícola Municipal 2025, soja e cacau (informativo PAM)
- ICMBio, Parque Nacional de Pacaás Novos
- Instituto Socioambiental, Terras Indígenas no Brasil, povos indígenas de Rondônia
- Prefeitura de Porto Velho, movimentação de cargas do Porto Organizado em 2024
- Prefeitura de Porto Velho, reabertura do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré
- Estudo acadêmico sobre a colonização de Rondônia via BR-364 e INCRA (1970 a 1991)
- Governo do Estado de Rondônia, redução do desmatamento entre 2024 e 2025
- FACER, participação dos cinco maiores municípios no PIB de Rondônia
Esse pode ser o seu cenário.



Museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, Porto VelhoOs creators certos em Rondônia.
Beleza, moda, fitness, alimentação, casa, tech e muito mais. Encontre creators em Rondônia que já falam a língua do seu público.
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Cada vídeo e cada foto que você recebe é seu para usar onde quiser: redes sociais, e-commerce, marketplaces e anúncios. Você produz uma vez e aproveita em todos os canais.
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A Simmark abre em outubro de 2026. Na lista de espera, você é avisado na abertura e já pode publicar a sua primeira campanha. Os creators em Rondônia se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um e pelo nicho que precisa.
- 1Entre na lista de espera
- 2Publique a campanha quando a plataforma abrir, em outubro
- 3Escolha entre os creators em Rondônia que se candidatarem
Rondônia · ROCreators disponíveisPerguntas sobre UGC em Rondônia.
Quais nichos mais contratam UGC em Rondônia?
Alimentos e bebidas, Viagem e turismo e Automotivo são os que mais pedem conteúdo em Rondônia. Cada um tem uma página com o tipo de vídeo que funciona e exemplos: alimentos e bebidas, viagem e turismo e automotivo.
Qual a melhor época para fazer campanha de UGC em Rondônia?
O pico de demanda em Rondônia vai do aniversário de Porto Velho ao Festival de Praia. É quando mais marcas querem conteúdo ao mesmo tempo, então vale publicar o briefing algumas semanas antes, para escolher os creators com calma e ter o material pronto na hora certa.
Preciso de um creator que more em Rondônia?
Depende do que o vídeo precisa mostrar. Para um produto que chega pelo correio, creators de qualquer lugar do país gravam bem. Para mostrar um lugar, um evento ou o jeito de falar de quem vive em Rondônia, quem mora ali entrega o que ninguém de fora consegue encenar. Na Simmark dá para buscar creators por cidade, além de nicho, para achar quem está perto.
Como encontrar criadores de conteúdo em Rondônia fora de Porto Velho?
Na Simmark, você publica a campanha e escolhe os creators pela região, então dá para pedir gente de Ji-Paraná, Ariquemes, Vilhena, Cacoal, Rolim de Moura, Guajará-Mirim e Costa Marques no mesmo briefing, junto com a capital. A escolha é pelo portfólio e pelas avaliações de outras marcas, não pelo número de seguidores, o que importa num estado onde a maior parte da economia e da população está fora de Porto Velho.
Vale fazer marketing de influência em Rondônia ou contratar UGC?
Depende do objetivo. Se você quer aparecer no perfil de alguém com público grande no estado, é marketing de influência. Se você quer vídeos para usar nos seus anúncios, no site e nas redes da marca, é UGC. Muitas marcas que chegam a Rondônia pela primeira vez começam pelo UGC porque o mesmo vídeo serve para vários canais, fica com a marca sem prazo de uso e permite testar cenários muito diferentes no mesmo orçamento, de fazenda de gado a fortificação colonial e floresta de canyon.
Qual a melhor época do ano para gravar UGC em Rondônia?
Para cidade e cultura popular, outubro a fevereiro concentra o aniversário de Porto Velho, os aniversários de Ji-Paraná e de Vilhena, o Réveillon e o Carnaval. Para agro, maio a julho é a temporada das grandes feiras, da Rondônia Rural Show à Expojipa. Para pesca esportiva, o período começa em abril, quando termina o defeso da piracema, e vai até outubro, antes da próxima temporada de reprodução dos peixes.
O que uma marca precisa saber antes de gravar perto de terras indígenas ou do Parque Nacional de Pacaás Novos?
Duas regras cabem no briefing. Rondônia tem 43 terras indígenas, ocupando cerca de 21% do território: a gravação fica sempre no entorno, nunca dentro da aldeia ou do ato cultural e religioso, e qualquer participação de pessoa indígena é combinada e paga como qualquer creator. No Parque Nacional de Pacaás Novos, a visitação ao entorno do Pico do Tracoá está temporariamente restrita, em regulação com o ICMBio e os povos do território, então essa checagem precisa vir antes de fechar a locação.
Influenciadores de Rondônia funcionam para uma campanha nacional?
Funcionam, principalmente para quem quer imagem que o público nunca viu: o Real Forte Príncipe da Beira, a maior fortificação erguida pelos portugueses fora da Europa, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e seu museu a céu aberto, o Pico do Tracoá dentro do Parque Nacional de Pacaás Novos e a fazenda de gado e de café que a maioria dos brasileiros não associa à Amazônia. Na Simmark, os direitos de uso são vitalícios e valem em qualquer canal: redes sociais, anúncio pago, site, e-commerce e ponto de venda.
Como encontrar creators em Rondônia antes do lançamento?
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado na abertura e já pode publicar a primeira campanha: os creators em Rondônia se candidatam, e você escolhe pelo portfólio de cada um. .
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