
No AFROPUNK, o look é tão esperado quanto o show. Faça a sua marca estar nele, pelas mãos de quem vive essa cultura.
Dois dias em Itapuã em que cabelo, trança, maquiagem e roupa viram manifesto, e o público vem do país inteiro para ver e ser visto. Creators negros que vão ao festival, e os que acompanham de casa, mostram o seu produto na preparação, no Black Carpet e no Novembro Negro que vem depois, e você recebe os vídeos prontos para anúncio, loja e redes.
Foto da capa: Amanda Tropicana, AFROPUNK Brasil, Flickr
Um festival em que o público também sobe ao palco
- pessoas nos dois dias do AFROPUNK Brasil de 2025, em Salvador
- 63 mil
- do público de 2025 veio de fora da Bahia, de todos os estados do país
- 40%
- restaurantes geridos em sua maioria por pessoas negras na edição de 2025
- 20
O AFROPUNK Brasil volta ao Parque de Exposições de Salvador, em Itapuã, nos dias 7 e 8 de novembro de 2026, na edição principal do festival no país. Em 2025, foram mais de 63 mil pessoas em dois dias, 40% delas vindas de fora da Bahia, de todos os estados, segundo o balanço da organização. É música, mas é também moda, arte, gastronomia e empreendedorismo negro: a última edição teve 20 restaurantes geridos em sua maioria por pessoas negras, e a feira do festival reúne marcas de roupa, acessório e cosmético criadas por afroempreendedores.
O que torna o AFROPUNK diferente de qualquer outro festival é o público. Há um Black Carpet na entrada para quem quer desfilar o look, e o look é pensado com semanas de antecedência: a trança que leva uma tarde inteira na cadeira da trancista, o black power definido, a maquiagem que valoriza a pele negra, a roupa com estampa africana ou feita por uma marca preta de Salvador. Esse conteúdo é autoral, e quem assiste quer saber como foi feito e onde comprar. E o festival abre o Novembro Negro, que segue até o Dia da Consciência Negra, feriado nacional que em 2026 cai numa sexta-feira, 20 de novembro.
Na Simmark, a sua marca contrata creators para esse momento sem patrocínio e sem estande. Você publica um briefing pedindo creators negros que vão ao AFROPUNK, ou que gravam a preparação e o Novembro Negro de casa, escolhe pelo portfólio quem conversa com o seu cliente e recebe o vídeo pronto. O vídeo aprovado é seu para usar onde quiser, sem prazo, do festival à Black Friday e ao ano inteiro.

4 jeitos de a sua marca aproveitar o evento com UGC.
O creator que vai ao festival leva o seu produto no look
Quem vai ao AFROPUNK monta o look como quem monta um editorial, e grava tudo: o espelho de casa, a chegada a Itapuã, a passagem pelo Black Carpet. A sua roupa, o seu brinco, o seu óleo de cabelo, a sua base ou o seu perfume entram nessa história como parte da produção, não como anúncio colado por cima. Gancho: "Cada peça deste look tem uma história. Vem que eu te conto." No briefing da Simmark, peça creators negros que já têm ingresso e escolha pelo portfólio quem tem o estilo da sua marca.
Antes: a trança, o cabelo e a pele, semanas antes do portão abrir
A preparação do AFROPUNK começa cedo: agenda com a trancista, hidratação e definição do crespo e do cacheado, teste de maquiagem, prova do look. É o conteúdo que mais ensina, e é onde produto de cabelo, beleza e moda mostra o que faz de verdade, em quem entende do assunto. Gancho: "Faltam três semanas para o AFROPUNK e o meu cabelo já está em preparação. Olha o cronograma." Esse vídeo qualquer creator grava de casa, em qualquer cidade, sem ingresso.
Depois: o Novembro Negro, o 20 de novembro e a Black Friday
O festival abre um mês inteiro de conversa sobre cultura, consumo e empreendedorismo negro. O vídeo gravado em Itapuã continua rendendo no Afro Fashion Day, no dia 14, no Dia da Consciência Negra, no dia 20, e na Black Friday, no dia 27. Creators que não foram também entram: a reação aos looks, o "como eu faria esse look com o que tenho", o guia de marcas pretas para presentear. Na Simmark, os direitos são vitalícios, então esse vídeo segue como anúncio muito depois de novembro.
O afroempreendedor de Salvador recebe o país inteiro
Com quase metade do público vindo de fora, a semana do festival enche salão de trança, loja de moda afro, ateliê de acessório, restaurante e hospedagem da cidade. Uma marca preta de Salvador contrata um creator local para gravar a experiência e mostrar o caminho para quem chega, e o mesmo vídeo serve para a loja, o Instagram e o anúncio. Veja a página de UGC em Salvador e a do estado da Bahia.
Como mostrar o que você vende, seja produto, app ou loja.
Escolha o seu caso, copie a ideia para o briefing na Simmark e os creators se candidatam para gravar. Simples assim: você aprova quem grava e aprova o vídeo antes de pagar.
Produto físico
- A trança que precisa durar dois dias de festival e a noite no meio: o creator mostra a finalização com o seu óleo, spray ou mousse, a touca de cetim para dormir depois do dia 1 e o resultado no dia 2. Gancho: "Oito horas na cadeira da trancista. Agora ela tem que chegar inteira ao domingo."
- Maquiagem para pele negra no calor de Salvador: base no tom certo, iluminador e batom da sua marca aplicados às 15h e conferidos no último show, com a luz do palco no rosto. Gancho: "Achei a base do meu tom. Agora quero ver se ela aguenta Itapuã em novembro."
- O look do Black Carpet montado peça por peça com a sua roupa, o seu acessório ou o seu calçado, do cabide ao tapete, com o nome de cada marca na legenda. Gancho: "Hoje eu não vou a um festival. Eu vou desfilar num."

App ou serviço digital
- O caminho até o Parque de Exposições, em Itapuã, e a volta de madrugada: o creator combina carona com as amigas, pede o carro pelo seu app e mostra onde é o melhor ponto de embarque. Gancho: "O festival acaba tarde e Itapuã é longe de casa. Meu plano de volta, testado."
- Conta digital, Pix ou maquininha na feira de afroempreendedores: o creator compra de três marcas pretas e mostra a venda acontecendo do outro lado, com o empreendedor falando do negócio. Gancho: "Vim pelo show e voltei com três marcas novas. Todas pretas e todas daqui."
- Hospedagem, passagem ou roteiro para quem vem de fora: o creator de outro estado planeja a viagem, emenda o festival com mais dias em Salvador e mostra quanto gastou, tudo pelo seu app. Gancho: "Juntei o ano inteiro para vir ao AFROPUNK. Olha como ficou a conta."

Loja física e negócio local
- Salão de trança e de cabelo crespo com a agenda cheia antes do festival: o creator grava a sessão inteira em timelapse, com a trancista explicando o estilo e o preço. Gancho: "Todo mundo vai perguntar quem fez essa trança. Foi aqui."
- Loja de moda afro ou ateliê de acessório no Pelourinho, no Rio Vermelho ou na Liberdade: prova de três looks para o festival e a escolha final. Gancho: "Não comprei nada pronto. Montei o meu look numa loja de Salvador."
- Restaurante de comida baiana para o almoço antes do portão ou a pousada perto da orla para quem vem de fora: o creator mostra o grupo se arrumando e comendo antes de seguir para Itapuã. Gancho: "Esquenta de AFROPUNK tem que ter dendê."

O que pedir aos creators, nicho por nicho.
Copie a ideia do seu nicho para o briefing na Simmark e ajuste ao seu produto. Cada nicho tem uma página com mais formatos que funcionam.
Beleza e skincareCronograma de três semanas para o cabelo crespo ou cacheado chegar ao AFROPUNK no auge: hidratação, nutrição, definição e a finalização no dia, com os seus produtos em cada etapa e o resultado debaixo da luz do palco. Gancho: "Três semanas de cuidado para duas noites de festival. Valeu a pena?"
Moda e acessóriosUm look, duas noites: o creator usa a mesma peça-chave da sua marca no sábado e no domingo, com styling diferente e acessórios trocados, e pergunta ao público qual ficou melhor. Gancho: "Mesma saia, dois AFROPUNKs. Qual dos dois você escolhe?"
E-commerce e achadinhosO que vai na bolsa de quem vai ao AFROPUNK: garrafa plástica, carregador pequeno, pente de dente largo, lenço de cetim, retoque de maquiagem e o seu produto, montados na cama antes de sair. Gancho: "Ninguém fala disso, mas cabelo de festival precisa de kit de emergência."
Viagem e turismoRoteiro de uma semana em Salvador para quem vem pelo festival: o fim de semana em Itapuã, o Pelourinho, o Rio Vermelho, a comida de rua e, para quem estica, o Afro Fashion Day do dia 14. Gancho: "Vim pelo AFROPUNK. Fiquei pela cidade."
Alimentos e bebidasComer bem entre um show e outro: o creator prova a gastronomia afro-brasileira do festival e mostra o seu produto no esquenta em casa, na hidratação do calor de novembro e na recuperação de domingo. Gancho: "Dois dias de festival no calor de Salvador. O que eu comi e bebi para aguentar."
Finanças e fintechAfroempreendedor em dia de festival: o creator acompanha uma marca preta de moda ou cosmético na feira, do estoque à última venda, e mostra como ela recebe e controla o caixa com o seu app, conta ou maquininha. Gancho: "Fiquei um dia inteiro do lado de cá do balcão. Olha quanto vende uma marca preta no AFROPUNK."
Quando fazer cada coisa para o AFROPUNK Brasil em Salvador.
O prazo ideal do briefing, 45 dias antes, cai em 23 de setembro de 2026, e a Simmark abre em outubro. Entre agora na lista de espera para publicar o briefing na abertura: ainda dá para contratar creators que já têm ingresso para gravar os dois dias do festival e, principalmente, os vídeos do Novembro Negro, do Dia da Consciência Negra e da Black Friday, que vêm logo depois.
- 23 de setembro
Publique o briefing
Produto, oferta, formato e quanto você quer investir por vídeo.
- 8 de outubro
Escolha os creators
Veja quem se candidatou, o portfólio e as avaliações, e aprove quem grava.
- 23 de outubro
Envie o produto
Com folga, para o creator testar antes de gravar.
- 7 de novembro
Dia do evento
Gravação no dia, ou o esquenta já no ar.
- 10 de novembro
Vídeo entregue e rodando
Você aprova, libera o pagamento e sobe o anúncio.
Deixe a sua campanha do próximo AFROPUNK Brasil em Salvador pronta desde já.
Fale com a gente agora: a equipe da Simmark ajuda a montar o briefing, o valor por vídeo e o perfil dos creators, e a sua campanha entra no ar assim que a plataforma abrir. Marcas que entram na lista de espera têm isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.
O que combinar antes de gravar.
Não use o nome, o logo ou a identidade visual do AFROPUNK como se a sua marca fosse patrocinadora ou parceira.
Não use o nome, o logo ou a identidade visual do AFROPUNK como se a sua marca fosse patrocinadora ou parceira. O festival tem patrocinadores, com lounge, pré-venda e ativações próprias. O creator grava a própria experiência como público, e ação da sua marca dentro do Parque de Exposições, como amostra, estande ou distribuição de brinde, depende de acordo com a organização.
Confira as regras de entrada da edição de 2026 antes de fechar o briefing.
Confira as regras de entrada da edição de 2026 antes de fechar o briefing. Em edições anteriores, o festival proibiu câmera profissional ou com lente, caixa de som, cooler, lata e vidro, e venda de produto sem autorização, e permitiu garrafa plástica lacrada sem logo e carregador portátil pequeno. Planeje o vídeo para ser gravado com o celular, e deixe a parte mais produzida para casa, para a saída e para o dia seguinte. Oriente o creator a evitar close em quem não autorizou.
Protagonismo e respeito: o AFROPUNK celebra a cultura negra, então o conteúdo...
Protagonismo e respeito: o AFROPUNK celebra a cultura negra, então o conteúdo precisa ser feito por creators negros, com a voz deles e remuneração justa. Não trate trança, turbante, black power ou símbolo de religião de matriz africana como fantasia ou tendência passageira, e não use o Novembro Negro ou o 20 de novembro só como gancho de promoção. Se a sua marca fala com o público negro apenas em novembro, o público percebe.
Toda publicidade feita por creator precisa ser sinalizada como publicidade, conforme o...
Toda publicidade feita por creator precisa ser sinalizada como publicidade, conforme o guia do CONAR para influenciadores. Para bebida alcoólica, o anúncio segue o Código do CONAR e o anexo de bebidas: quem aparece tem de ter, e parecer ter, mais de 25 anos, e o vídeo não pode associar a bebida a excesso ou a direção. Produto de cabelo e pele não pode prometer resultado que não entrega.
Quanto investir e o que colocar no briefing.
Na Simmark, a sua marca define o valor por vídeo no briefing, e os creators que topam se candidatam. Para o AFROPUNK, vale separar dois grupos: o creator que vai ao festival, que tem o custo do ingresso (de R$ 80, a meia-entrada mais barata, a R$ 308 no setor mais caro, segundo a abertura das vendas) e às vezes da viagem, e o creator que grava a preparação e o Novembro Negro de casa, que custa menos e entrega antes. Se você tiver ingressos, ofereça no briefing e atraia creators que não iriam por conta própria.
Produto de cabelo, beleza e moda precisa chegar pelo menos duas semanas antes de 7 de novembro, porque a trança e o teste de maquiagem acontecem antes do festival. Peça no briefing dois cortes do mesmo vídeo, um para o festival e outro para o 20 de novembro. O guia de quanto pagar por UGC ajuda a chegar num valor justo, e o de direitos de uso explica o que você pode fazer com o vídeo depois.
Perguntas sobre UGC no AFROPUNK Brasil em Salvador.
Preciso patrocinar o AFROPUNK para a minha marca aparecer no festival?
Não. Um creator que já tem ingresso grava a própria experiência com o seu produto no look, na maquiagem ou no cabelo, e você recebe o vídeo para usar nas suas redes e anúncios. Na Simmark, você publica o briefing pedindo creators negros que vão ao AFROPUNK e escolhe pelo portfólio quem tem a ver com a sua marca. Estande e ativação dentro do Parque de Exposições se contratam com a organização.
Minha marca não é de beleza nem de moda. O AFROPUNK serve para mim?
Serve, se o seu cliente está nesse público. Quase metade de quem vai vem de fora da Bahia, então transporte, hospedagem, banco digital, maquininha, comida e bebida entram na rotina de quem vai ao festival. Veja as ideias por nicho nesta página e as páginas de UGC em Salvador e de finanças e fintech.
Ainda dá tempo de fazer uma campanha para o AFROPUNK de 2026?
Dá, com menos folga. O prazo ideal, 45 dias antes, é 23 de setembro, e a Simmark abre em outubro. para publicar o briefing na abertura e priorize creators que já têm ingresso e os vídeos do Novembro Negro, do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, e da Black Friday, que têm mais tempo de produção.
Posso usar o vídeo gravado no AFROPUNK depois de novembro?
Pode. Na Simmark, os direitos de uso são vitalícios e valem para qualquer canal, então o vídeo do seu produto de cabelo ou do seu look no festival vira anúncio, página de produto e material de loja o ano inteiro, e volta na edição seguinte. Veja também a página de UGC de beleza e skincare.
Creators por região
Fontes
- Bahia Econômica: AFROPUNK Brasil divulga novos dados da edição de 2025 em Salvador (21/11/2025)
- Rolling Stone Brasil: AFROPUNK Brasil 2026 fecha line-up e confirma Salvador em 7 e 8 de novembro (16/06/2026)
- Alô Alô Bahia: AFROPUNK abre vendas gerais, ingressos a partir de R$ 80 (04/08/2026)
- Mapa dos Festivais: AFROPUNK Brasil 2026, faixa de preços (consultado em 19/09/2026)
- Revista Unquiet: Afropunk Bahia, Black Carpet e espaços de beleza do festival
- Agência de Notícias das Favelas: AFROPUNK 2025 celebra economia preta em Salvador (10/11/2025)
- iBahia: o que pode e o que não pode levar ao Afropunk Bahia (edição de 2023)
- Planalto: Lei 14.759/2023, feriado nacional do Dia de Zumbi e da Consciência Negra
- CONAR, guia de publicidade por influenciadores digitais
- CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária e anexos
Garanta os seus creators para o AFROPUNK Brasil em Salvador.
A Simmark abre em outubro de 2026. Quem entra na lista de espera é avisado primeiro, garante os creators para a próxima edição e tem isenção da taxa de plataforma até dezembro de 2026.